
A presidente do Senge-CE, Thereza Neumann participou, no dia 18 de agosto, de umas das mesas do I Congresso Cearense de Tecnologias Ambientais (I CTA), evento realizado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) – Maracanaú e pelo Centro Acadêmico Engenharia Ambiental e Sanitária, com o apoio do Senge-CE e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).
A mesa debateu os desafios do Engenheiro Ambiental e Sanitarista no contexto da engenharia contemporânea. Os participantes discutiram sobre o piso salarial, as atribuições de cada especialidade e os desafios da engenharia nacional.
Muitos questionamentos foram feitos pelos estudantes, a respeito da área de atuação do engenheiro ambiental, até que ponto ele pode intervir em uma construção, e também onde o graduado de gestão ambiental e tecnólogo da área devem se registrar, já que suas graduações, que são avaliadas pelo MEC, por muitas instituições de ensino não seguem parâmetros para cada especialidade, e nem abrem espaço para o sistema CREA/CONFEA apresentar suas atribuições que poderiam auxiliar na grade curricular dos cursos.
Thereza Neumann salientou aos estudantes a importância de seguir a legislação profissional, como orientado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. “Seguir o que é indicado pelo sistema CREA/CONFEA fortalece as atribuições e o exercício da profissão e cria um vínculo de responsabilidade entre contratantes e empregados.”
Esteve presente também no evento, representando o CREA-CE, o engenheiro civil André Pinto, que abordou a atuação do CREA-CE nas recentes lutas da engenheira.
A presidente do Senge-CE aproveitou o espaço para orientar os estudantes sobre as recentes atividades que vêm movimentando a engenharia, como a importação de engenheiros e as resoluções da ANEEL, que pretendem monopolizar o trabalho dos profissionais da engenharia.