A partir desta quarta-feira, 1º de abril, os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Rússia poderão produzir o volume de óleo que bem entenderem: o acordo que ficou conhecido como Opep+, que previa controle da produção pelos envolvidos e consequente alinhamento das cotações da commodity, acabou nesta terça-feira, 31.
Com isso, sobram incertezas acerca do futuro das petroleiras ao redor do mundo, afinal, a tendência é de um longo período de preços em baixa.
O impacto de curto prazo virá no balanço das empresas referente ao primeiro trimestre. Com os preços do Brent (referência do mercado) oscilando entre 20 e 25 dólares — queda de mais de 60% desde o início do ano –, o caixa das petroleiras será brutalmente impactado. Analistas já apontam que não é impossível um cenário de barril cotado a 10 dólares.
Fonte: Exame