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Arquiteto dinamarquês cria vila estudantil feita em contêineres

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A cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, é conhecida mundialmente pela qualidade de vida desfrutada por seus moradores. No entanto, toda essa fama atrai muitas pessoas de fora e tem resultado em um problema: falta de espaço para novas residências.

Diante deste desafio, o arquiteto Søren Nielsen, sócio do escritório Vandkunsten Architects, decidiu criar uma solução sustentável e prática. O projeto consiste na criação de uma vila estudantil feita em contêineres. Além de ter como principal matéria-prima materiais reaproveitados, a ideia também é que a construção possa ser removida e transportada para outros locais de acordo com a demanda.

A facilidade do sistema está na pouca necessidade de estruturas e adequações para a sua edificação. Ele pode ser instalado em qualquer lugar. Até mesmo em um estacionamento. Segundo o arquiteto, quando o complexo é removido, o terreno permanece praticamente igual ao que era antes da instalação. O que é deixado para trás é apenas o terreno aplanado, facilitando a construção de edificações definitivas.

O arquiteto se preocupou em criar espaços confortáveis e de baixo custo. Para isso, os contêineres foram equipados com revestimentos de madeira, que ajudam na manutenção térmica e no balanceamento da umidade. A madeira também ajuda a evitar o uso de materiais sintéticos e cheios de toxinas.

As moradias receberam grandes janelas, mas também foram mantidas áreas fechadas e escuras. Esse balanceamento proporciona o aproveitamento da luminosidade natural em alguns ambientes e conforto e segurança em outros. O teto é equipado com fibras à prova de fogo e todo o contêiner é isolado com um sistema de fibras de madeira.

O arquiteto criou o projeto com o intuito de produzir as moradias com baixos custos e utilizando materiais locais. Mesmo assim, os apartamentos são confortáveis e contam com uma grande sala, cozinha, quarto, banheiro, varanda e terraço.

Fonte: Site Ciclo Vivo

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Fórum Mundial buscará alternativas para garantir água a futuras gerações

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Dentro de 100 dias, cerca de 30 mil pessoas deverão participar do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, que tem como lema principal compartilhar água. Entre os dias 18 e 23 de março de 2018, o maior evento mundial dedicado ao uso da água vai buscar respostas e soluções para os principais problemas sobre recursos hídricos.

Realizado pela primeira vez em 1997, pelo então recém-criado Conselho Mundial da Água (com sede permanente na cidade de Marselha, na França), o fórum, que ocorre a cada três anos, nunca foi sediado em um país do Hemisfério Sul. Ao todo, já ocorreram sete edições do evento na África, América, Ásia e Europa.

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador de uma das comissões do fórum, Glauco Kimura, explica que o encontro buscará alternativas para que as futuras gerações possam ter água disponível.

“Nós trabalhamos com três propósitos: mobilizar a sociedade para o tema da água; promover a troca de experiências, que é fantástica, e criar o ambiente político favorável”, diz.

Para Kimura, o fórum não tem caráter de engajamento político, a exemplo das conferências internacionais – como as convenções do Clima, da Biodiversidade, de Quioto, entre outras – nas quais os países se comprometem com objetivos e metas a serem alcançados. A ideia é que os debates levem a um comprometimento não só de governos, mas da sociedade.

Propostas para discussão

O tema água foi dividido em cinco eixos: Processo Temático, Processo Regional, Processo Político, Grupo Focal de Sustentabilidade e Fórum Cidadão.

Glauco Kimura coordena a comissão do Fórum Temático, responsável pela programação do fórum, definida por representantes de diferentes grupos ligados à questão da água. Ele conta que a comissão foi constituída seguindo o padrão já estabelecido desde o primeiro fórum, realizado no Marrocos.

“Fizemos chamadas públicas para que as organizações envolvidas na questão da água apresentassem suas propostas e indicassem seus painelistas. E esse modelo foi adotado pelas outras comissões. Com isso, estamos montando a grade programática que será composta por sessões de cada processo [eixo] que vão dar o conteúdo do fórum”.

No eixo Processo Regional, a questão da água será tratada do ponto de vista de cada região do mundo. “Cada região tem com a água problemas específicos e soluções diferentes entre si. E essa diversidade vai enriquecer seguramente as sessões de debates”.

No Fórum Político, o objetivo é “incentivar o engajamento das autoridades políticas locais e regionais, como parlamentares, prefeitos e governadores, na participação de atividades e encontros direcionados ao tema água, porque soluções na gestão da água não podem ser implementadas senão por decisões políticas, de lideranças fortes”.

O eixo Sustentabilidade é novo na agenda e vai abrir o leque para a discussão da água quanto sua importância social, econômica e ambiental, e para o desenvolvimento de modelos de gestão mais sustentáveis.

Outra novidade é o Fórum Cidadão, que vai permitir a expansão do debate para o público presente ao evento.

“O que se quer é despertar a consciência e chamar a atenção do cidadão comum para assuntos relacionados à água como algo do seu interesse. E ao mesmo tempo, detectar soluções inovadoras para tendo presente o tema ‘Compartilhando Água”, destaca Kimura.

Ele lembra que haverá ainda o painel de alto nível no qual estarão presentes chefes de Estados, ministros e CEOs de grandes corporações, e quando sairá um posicionamento político.

“Essa declaração não terá um caráter vinculante como os documentos produzidos nas conferências internacionais, mas será sempre uma declaração de compromisso com a questão da água. Porque o fórum tem um caráter de engajamento político que deve influenciar mais adiante decisões políticas sobre o uso e o compartilhamento da água do planeta”, avalia o coordenador.

Entre as presenças confirmadas está o rei Guilherme Alexandre, da Holanda, conhecido pelo seu engajamento com a questão da água, tendo presidido até 2013 o Conselho Consultivo sobre Água e Saneamento da Secretaria-Geral das Nações Unidas.

Outras vozes

Também pela primeira vez, o Fórum Mundial da Água se propôs a ouvir as pessoas que estejam interessadas em colaborar e influenciar as discussões. Foi criado o canal Sua Voz (Your Voice) no site do fórum como uma plataforma para todos que queiram participar com ideias, sugestões e propostas.

Já na primeira rodada, entre 13 de fevereiro e 23 de abril, mais de 20 mil visitantes passaram pelas salas de discussão, deixando mais de 500 sugestões.

A plataforma ficará aberta até janeiro próximo para uma próxima rodada de discussões e, segundo Kimura, a inovação deste fórum vai focalizar especificamente os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela ONU na Agenda 2030. Desse modo, os debates dentro das seis salas do canal deverão abordar o desenvolvimento sustentável sob diversos pontos de vista.

“Qualquer cidadão vai poder se inscrever e apresentar sua ideia, sugestão ou proposta numa das salas que foram divididas por tema. Você tem a sala do Clima onde a discussão vai girar em torno da segurança hídrica e das mudanças climáticas. Em outra sala, que tem as pessoas como tema, o debate será basicamente sobre saneamento e saúde”.

Os outros quatro temas são: Desenvolvimento, Ambientes Urbanos, Ecossistemas e Finanças.

Kimura destaca ainda o Business Day (Dia de Negócios) como exemplo da participação diversificada no fórum.

“É um evento para troca de experiências de inovação entre empresas – desde as grandes corporações até empresas de pequeno e médio portes que mostrarão seus projetos para o melhor uso e preservação da água. Há espaço para aqueles projetos de tecnologia de baixo custo e de alcance social”.

Legado

Todo esse esforço para juntar ideias, propostas e sugestões vindas de fontes tão diversas vai resultar em relatório final, a ser publicado em agosto de 2018.

“O documento deverá conter o que nós chamamos de Implementation Road Map, que vai reunir as recomendações sobre tudo aquilo que deveria ser feito para a preservação e o bom uso da água, por quais organizações poderia ser feito e em que setores da sociedade”, diz o coordenador.

Essas recomendações surgirão do debate e da análise das centenas de propostas que serão recolhidas nas diversas instâncias do fórum. Para conseguir que todas essas informações sejam consideradas e nenhuma delas se perca, a Universidade de Brasília (UnB) vai atuar com 100 bolsistas na coleta desses dados que irão depois para a NC/Dream Factory, a empresa oficial do fórum.

“Quando você reúne ideias e soluções oriundas de países e regiões diferentes você vai acabar encontrando complementaridade entre elas e às vezes sobreposição. Por exemplo, suponhamos o caso de um rio poluído em uma região metropolitana da América do Sul que surge na discussão e encontra o caso de outro rio poluído numa região agrícola da Ásia. São dois casos que podem ter diferenças e ao mesmo tempo problemas semelhantes, mas que podem vir a ter soluções em comum”, avalia Kimura.

Para ele, com a presença de representantes de diversas partes do planeta, o 8º Fórum Mundial da Água poderá, de algum modo, amplificar o alerta que vem sendo feito desde a criação do Conselho Mundial da Água, em 1996: “As pessoas precisam ser lembradas de que ninguém sobrevive sem água”.

Fonte: Agência Brasil 

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CSP projeta ampliar produção em 20% no próximo ano

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Com um ano e meio de operação, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) espera produzir em sua capacidade máxima durante todos os meses do ano que vem, de forma a encerrar 2018 com a fabricação de 3 milhões de toneladas de placas de aço. A expectativa representa um aumento de 20% da produção anual em relação ao ano de 2017, que deve encerrar com cerca de 2,5 milhões de toneladas produzidas.

A estimativa é do presidente da companhia, Eduardo Parente, que aponta uma melhora para o mercado internacional do setor nos próximos meses, contribuindo para alavancar os resultados da empresa. Sem abrir números de faturamento, ele comenta que os resultados dos três primeiros trimestres ficaram muito “no vermelho” e que o último trimestre de 2017 deve fechar um pouco “no azul”.

“(Esperamos) que (o resultado) do ano que vem seja inteiramente azul nessa parte operacional, o que não é suficiente para ter lucro. Na primeira linha, operacional, é normal de toda empresa ter 4, 5 anos no vermelho, e esperamos que já passe a ser azul”, explica o presidente. Para isso, além da melhora no mercado, a siderúrgica também busca cortar custos com processos internos de produção e com a matéria prima.

Destacando que a margem de preços do aço é muito pequena, Parente lembra que quem consegue fazer mais barato, ganha. “É fazer mais volume, ter padrão, reduzir custos. Estamos conseguindo acelerar nosso nível de produção, ao ponto em que siderúrgicas que têm 8, 9 anos não chegaram aonde a gente já conseguiu”, ressalta o presidente, apontando o carvão como elemento importante de redução de custo sem piorar a qualidade do aço produzido.

Duplicação da planta

De acordo com Parente, após um ano de bons resultados, como é esperado que aconteça em 2018, o grupo poderá sentar e discutir, em 2019, a possibilidade de uma duplicação da capacidade de produção. E há potencial: ele aponta que o maior cliente atual da siderúrgica, no México, anunciou que irá expandir sua capacidade de produção em cerca de 6 milhões de toneladas. “Essas placas terão de vir de algum lugar”, destaca.

Ponderando que esses planos não são para agora, ele admite, no entanto, que é mais fácil acontecer uma expansão da capacidade instalada da siderúrgica do que um investimento numa estrutura de laminação. “Duplicar a CSP é mais barato que fazer do zero de novo”, explica o presidente, que destaca ainda que, na laminação, se requer muito investimento sem retorno por um longo período.

Exportação

No fim de 2017, a companhia terá atingido o volume de produção de 3 milhões de toneladas de aço desde o início das operações, em junho de 2016, embarcadas via Porto do Pecém com destino a 18 países, com uma parte também para o mercado interno. O volume superou a expectativa inicial de fechar o período de um ano e meio com o montante de 2,7 milhões de placas de aço exportadas.

A balança comercial do Ceará de janeiro a outubro mostra que as exportações atingiram US$ 1,65 bilhão, um crescimento de 69,9% em relação ao ano anterior. Apenas os produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado, categoria em que as placas de aço se encaixam, tiveram um avanço de 916,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior e cresceram 40,6% na participação do volume total exportado pelo Estado.

Mercado

Em um cenário ainda complicado para a indústria do aço, sobretudo no Brasil, os resultados positivos obtidos pela CSP se devem principalmente ao caráter exportador da produção. “Mais de 95% do que a gente faz é exportar”, aponta Parente. Ainda assim, quando a siderúrgica entrou no mercado, o presidente avalia como o pior momento, dado o alto valor do carvão e baixa do preço do aço.

“Enfrentamos o mar na ressaca e nos sobressaímos porque tínhamos uma boa jangada”, destaca o presidente. Agora, a expectativa é que a demanda mundial por aço encerre 2017 com um crescimento de 7% ante o ano anterior, em 2018, de mais 1,6% na demanda pela commodity, segundo dados da Associação Mundial do Aço (WSA, na sigla em inglês), incluindo China, Estados Unidos e União Europeia.

Fonte: Diário do Nordeste 

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Senge-CE e INBEC sorteiam desconto de 50% em cursos

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Na comemoração ao Dia do Engenheiro, que será no próximo dia 11 de dezembro, o Senge-CE realizará, em parceria com o Instituto Brasileiro de Educação Continuada (INBEC), quatro sorteios com desconto de 50% para os seguintes cursos:

– Curso de Medição, Fiscalização e Controle de Obras e Serviços de Engenharia – 120 h.

– Curso de Projetos, Planejamento e Controle de Obras : Ms Project e Produção Enxuta, Bim 3D e 4D – 120 h.

– Curso de Vistorias e Inspeções Prediais – 20 h

– Curso de Avaliação de Imóveis Urbanos com Uso da Inferência estatística : Módulo Avançado – 20h

Serviço: 

Dia do Engenheiro – Senge-CE

Data: 11 de dezembro de 2017

Local: Sede do Senge-CE ( Rua Alegre, 1 – Praia de Iracema)

Horário: a partir das 16 horas

Mais informações dos cursos no site: https://www.inbec.com.br/

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Interior de avião da Emirates tem janela virtual e assento “gravidade zero”

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A Emirates apresentou em novembro, durante o Dubai Air Show, como irá funcionar a primeira classe do avião Boeing 777. Inspirado no design dos veículos Mercedes-Benz, o avião possui áreas bem espaçosas, de quase 4m² por pessoa, assento de couro macio, luz ambiente ajustável, além de paletas de cores que passeiam pelo creme e champagne.

Os passageiros da primeira classe poderão ainda experimentar assentos “gravidade zero“, inspirado pela tecnologia da Nasa, que permite ajustar a poltrona para que ela vire uma cama, além de janelas virtuais e fones de ouvido com cancelamento de ruído. A companhia ainda oferece sistema de entretenimento com 2,5 mil canais e controle remoto e uma pequena TV sensível ao toque Full HD de 32 polegadas.

A janela virtual, por exemplo, possuí uma tela que mostra imagens em alta definição em tempo real do exterior do avião.

Nas classes executivas e econômicas, os passageiros ainda terão assentos de couro com minibar pessoal, descanso de cabeça ajustável e sistema de entretenimento em voo.

A aeronave fez seu primeiro voo no dia 1º de dezembro, com destino a Genebra e Bruxelas.

Fonte: Diário do Nordeste

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Senge-CE realiza atividades em comemoração ao Dia do Engenheiro

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Em homenagem ao Dia do Engenheiro, comemorado no próximo dia 11 de dezembro, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) realiza atividades para os profissionais e estudantes em sua sede, na Praia de Iracema.

Em parceria com a Unimed Fortaleza, a entidade promoverá, a partir das 16 horas, o “Medicina preventiva”, que oferecerá serviços como aferição de pressão, verificação de glicemia e aplicação de vacinas contra o tétano e a hepatite B. A noite, a programação continua com o laçamento do livro “O Bioma Caatinga e o Semiárido Brasileiro”, de autoria do engenheiro agrônomo, Evandro Bezerra.  Às 19h, o engenheiro ministrará palestra sobre o tema da sua publicação. 

O evento faz parte da programação do “Compartilhando Saberes”, projeto que tem o objetivo de levar a atualização por meio de palestras técnicas e com temas atuais do Sistema Confea/Crea e Mútua para os estudantes e profissionais da área tecnológica de onze municípios do interior do Ceará. A programação é gratuita. 

Serviço: 

Dia do Engenheiro – Senge-CE

Data: 11 de dezembro de 2017

Local: Sede do Senge-CE ( Rua Alegre, 1 – Praia de Iracema)

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Brasil inicia operações dos dois maiores parques solares da América Latina

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A Enel, por meio de sua subsidiária de energia renovável Enel Green Power Brasil (EGPB), iniciou operação de 546 MW de projetos solares fotovoltaicos no Brasil, sendo 254 MW do parque solar Ituverava e 292 MW do parque solar Nova Olinda, que são os maiores parques solares da América do Sul atualmente em operação. Ituverava fica no município de Tabocas do Brejo Velho, Estado da Bahia, e Nova Olinda está localizada no município de Ribeira do Piauí, no Estado do Piauí.

A Enel investiu aproximadamente 300 milhões de dólares americanos na construção de Nova Olinda, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia, e que serão financiados por meio de recursos próprios do grupo, assim como por um empréstimo de longo prazo concedido pelo Banco do Nordeste. O parque solar de Nova Olinda (292 MW), que é composto por quase 930 mil painéis solares em uma área de 690 hectares na região do semiárido, será capaz de produzir mais de 600 GWh por ano quando estiver em plena operação, o suficiente para atender às necessidades de consumo de cerca de 300 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 350 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

A construção da planta solar de Ituverava exigiu investimentos de cerca de 400 milhões de dólares americanos, também parte dos investimentos previstos no plano estratégico do grupo. O parque Ituverava é financiado por recursos próprios do grupo, assim como por um financiamento de longo prazo fornecido pelo Banco da China e Santander. A planta é composta de cerca de 850 mil painéis distribuídos em uma área de 579 hectares e, uma vez em plena operação, será capaz de produzir mais de 550 GWh, o suficiente para atender às necessidades de consumo de mais de 268 mil lares brasileiros, evitando a emissão de mais de 318 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Os dois parques solares são apoiados por um acordo de compra de energia (Power Purchase Agreement, – PPA sigla em inglês) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de cerca de 2.276 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 716 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 275 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 103 MW solares.

Fonte: Ciclo Vivo

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Google dá mais um passo para gerar 100% de energia renovável

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A gigante de buscas é inegavelmente uma das empresas que mais gasta energia no mundo. Mas, ela também faz esforços para compensar todo este gasto. Hoje a sede do Google já recebe abastecimento de energia eólica e, segundo anúncio feito pelo Twitter, agora esta fonte renovável em conjunto com a solar serão as fontes de 100% do consumo de energia da empresa.

Os contratos feitos com três empresas de energia garantirá mais de três gigawatts (GW) de capacidade de energia limpa, adicionadas em Dakota do Sul, Iowa e Oklahoma – todos nos Estados Unidos.

Uma das empresas que firmou a parceria com o Google, a Avangrid Renewables, será responsável pela produção total dos parques eólicos Coyote Ridge e Tatanka Ridge, ambos em Dakota do Sul. Segundo a companhia, os dois parques eólicos são capazes de produzir energia suficiente a cada ano para mais de 50 mil famílias médias.

“Com a energia solar e o vento diminuindo drasticamente nos custos e impulsionando o crescimento significativo do emprego, a transição para a energia limpa está gerando oportunidades econômicas sem precedentes e fazendo isso mais rápido do que jamais esperamos”, afirma o diretor de infraestrutura global do Google, Gary Demasi.

E parece que tudo está indo rápido mesmo. No ano passado, o Google havia anunciado a meta de gerar 100% de energia a partir de 2017 e, antes que o ano acabasse, a companhia tratou de cumprir com o prometido.

Redação CicloVivo

Fonte: Ciclo Vivo

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Campo de Mero tem 3,3 bilhões de barris de petróleo, estima Petrobras

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A Petrobras informou, nesta quinta-feira (3), que o Campo de Mero, no Bloco de Libra da Bacia de Santos, tem 3,3 bilhões de barris de petróleo. O dado foi divulgado na declaração de comercialização apresentada à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Considerada a maior reserva de petróleo do Brasil, Libra foi a primeira área a ser licitada sob regime de partilha de produção no Brasil em 2013. O bloco foi arrematado pelo consórcio liderado pela Petrobras, com participação de 40%, em parceria com empresas estrangeiras.

O primeiro óleo da área foi produzido por meio de um teste de longa duração. Segundo a Petrobras, o objetivo era de avaliar o comportamento do reservatório de petróleo e ampliar o conhecimento das características da jazida.

Em nota, a empresa também afirmou que “o consórcio planeja dar continuidade ao desenvolvimento da produção por meio de quatro novos sistemas de produção a serem instalados no campo de Mero e dará continuidade à fase exploratória do restante da área de Libra, cujo prazo foi estendido por mais 27 meses”.

Onde fica

O campo está localizado a cerca de 180 km da costa do Rio de Janeiro, em águas ultraprofundas e apresenta reservatórios de carbonato de alta qualidade com alta produtividade.

De acordo com a Petrobras, durante a fase exploratória e de avaliação de Libra, oito poços de extensão foram perfurados na área do PAD, identificando reservatórios com óleo de boa qualidade e alto valor comercial.

Fonte: Do Governo do Brasil, com informações da Petrobras 

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Programa Tecnologia no Dia a Dia – 29 de novembro de 2017

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O Programa Tecnologia no Dia a Dia do último dia 29 de novembro trouxe como tema a profissão do engenheiro de segurança do trabalho. Participaram da conversa o engenheiro eletricista e de segurança do trabalho, Heitor Albuquerque Barbosa; o engenheiro mecânico e de segurança do trabalho; Francisco José Fernandes Saboya; o engenheiro ambiental e de segurança do trabalho, João Miranda e engenheiro civil e diretor de Comunicação e Marketing do Senge-CE, Áulio Antunes.

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