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EM PARCERIA COM SENGE-CE, INBEC OFERECE PALESTRA SOBRE TÉCNICAS DE VENDA NO MERCADO IMOBILIÁRIO

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE), em parceria com o Instituto Brasileiro de Educação
Continuada (INBEC) oferecem nesta quinta-feira (24) uma palestra sobre “Técnicas de Vendas Para o Mercado Imobiliário”. O conteúdo será ministrado pelo professor Luís Paulo Orelli Bernardi. A palestra acontece a
partir das 19h na sede do Senge-CE, na rua Alegre, n°1, na Praia de Iracema.

Entre o conteúdo oferecido haverá modernas técnicas de Programação Neurolinguística (PNL), além de
abordagens como estudo de perfis comportamentais dos clientes, canais predominantes de comunicação, bem como orientações para se tornar um campeão de vendas.

“Esse material foi desenvolvido para o profissional que deseja aprimorar seus conhecimentos e estar preparado para vendes e atender seus clientes com alta performance”, esclarece o Instituto. A palestra é recomendada para profissionais do mercado
imobiliário e de engenharia da construção civil. De acordo com o INBEC, a entrada custa apenas uma lata de leite em pó. O alimento arrecadado será doado ao Iprede.

O palestrante Luís Paulo Orelli Bernardi é Mestre em Habitação: Planejamento com foco em Planejamento e Tecnologia pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT). É também especialista em Perícias de Engenharia e Avaliações pela Fundação Armando Álvares Penteado, (FAAP), Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e também exerce a função de professor universitário de Marketing e Administração de Empresas pela FAAP.

 

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Aneel abre discussão sobre subsídios à energia solar

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs a manutenção dos subsídios para consumidores que instalam painéis solares até que a fonte atinja um determinado marco no setor elétrico. A discussão sobre o tema, que ficará em audiência pública entre os dias 24 de janeiro e 19 de abril, gerou polêmica dentro da Aneel e deve movimentar o setor elétrico.

A regra atual, criada em 2012 para incentivar a geração distribuída, confere redução de 80% a 90% nas contas de luz desses consumidores. Para isso, basta ter espaço e dinheiro – um sistema residencial custa de R$ 15 mil a R$ 25 mil.
Parte dessa economia é repassada para as tarifas de energia dos demais usuários que não fazem esse investimento.

Para aqueles que já realizaram os investimentos, as regras atuais permaneceriam por 25 anos, e para os que fizerem a partir da vigência da nova regra e até o gatilho, o subsídio seria mantido por 10 anos.

A diretora Elisa Bastos Silva levantou 17 questionamentos à proposta apresentada pelo relator, diretor Rodrigo Limp, principalmente no que diz respeito aos custos com que os demais usuários sem painéis solares teriam que arcar. “Sou favorável à geração distribuída, mas com equilíbrio”, disse. “A manutenção soa injusta, pois imputa aos usuários sem geração distribuída o custo da tecnologia e dos consumidores com acesso ao recursos financeiros a financiamentos”, afirmou.

Para discutir o assunto, a Aneel fará audiências públicas presenciais no dia 21 de fevereiro em Brasília, em 14 de março em São Paulo e em 11 de abril em Fortaleza. O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, disse que mudanças na regra vigente podem impedir o desenvolvimento da geração distribuída. “Ainda somos meia gota no oceano”, disse.

Já o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marco Delgado, afirmou que a manutenção da política atual da geração distribuída é insustentável para o setor. Ele disse que, mesmo com a
remuneração das redes das concessionárias, o investimento continuaria atrativo para os usuários. Hoje, o retorno do investimento é da ordem de 20% ao ano. Com o pagamento das redes, o retorno se daria em cerca de 12% ao ano, acima da poupança e dos títulos do Tesouro Direto.

Atualmente, o País conta com 53 mil sistemas conectados, com potência instalada de 661,3 megawatts, o suficiente para abastecer uma cidade como Curitiba (PR), com cerca de dois milhões de habitantes. Há apenas um mês, eram 48 mil conexões e 592 MW, um crescimento de mais de 10%. Quanto maior o número de usuários com painéis
solares, maior a conta dos demais consumidores.

A maior parte do subsídio é dada na taxa de uso da rede. Esses consumidores, também chamados de “prosumidores”, têm acesso a um sistema de compensação: a energia que geram cria créditos, que são descontados do consumo efetivo. Nos sistemas remotos, é possível gerar energia em uma fazenda e usar os créditos no
local e em um apartamento a quilômetros de distância, por exemplo.

A redução do custo dos painéis fotovoltaicos, aliada à política de financiamento de geração distribuída de bancos públicos e aos reajustes da conta de luz acima da inflação, gerou uma corrida de clientes à nova tecnologia. Empresas que fazem a instalação dessas placas em residências afirmam que o retorno do investimento se dá em um prazo médio de cinco anos. O BNDES, por exemplo, financia até 100% do investimento, com prazo de pagamento de 120 meses, carência de dois anos e juros a TLP ou Selic.

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Centrais confirmam unidade, orientam lutas para 2019 e definem plenária

REUNIÃO SINDICAL

As Centrais CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, CGTB, Intersindical e CSP-Conlutas voltaram a se reunir nesta terça (15), na sede do Dieese em São Paulo. O objetivo foi definir um calendário de lutas para 2019, começando pelo enfrentamento da nova ofensiva pela aprovação de uma reforma neoliberal da Previdência.

As entidades emitiram uma nota conjunta, na qual anunciam a realização, dia 20 de fevereiro, da “Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria”.

O evento deve ser precedido de plenárias estaduais e assembleias nas entidades de base dos trabalhadores. O objetivo, segundo a nota, é “construir a mobilização, decidir formas de luta e paralisações para enfrentar as propostas do governo e alertar os trabalhadores sobre a nefasta proposta de reforma da Previdência e ataques aposentadoria”.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, disse que a proposta de reforma da Previdência, que ainda não foi oficializada pelo governo, mas vem sendo divulgada aos poucos, não atende aos trabalhadores, não acaba com o déficit e privilegia os bancos com a tal da capitalização. “Tudo isso precisa ser levado aos trabalhadores”, afirma o dirigente.

CTB – Adilson Araújo, presidente da CTB, destacou a união das Centrais. Ele lembrou as propostas aprovadas por Temer como a PEC 95, terceirização e a reforma trabalhista, que atacou diretamente os Sindicatos. “Agora, esse governo quer consagrar o regime de capitalização na Previdência Social”, critica. E completa: “É preciso aprofundar o debate, resgatar a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora e ser protagonista nessa nova situação”.

CUT – Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, há sintonia entre as Centrais. “Precisamos criar uma Frente Nacional em Defesa dos Trabalhadores e da Democracia. É extremamente importante voltarmos às bases, para esclarecer os trabalhadores”, afirma.

(Do portal da FNE)

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Conheça as chapas que concorrem à presidência do Senge-CE

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O Sindicato os Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) torna público para todos os seus associados e profissionais da categoria, as informações acerca das duas chapas que pleiteiam a presidência da entidade para o triênio 2019-2021.

A eleição acontece nos dias 26 e 27 de fevereiro, na sede do Senge, na Rua Alegre, nº 1 – Praia de Iracema.

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Inovação em impressão 3D leva processos de engenharia a um nível mais elevado

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Máquinas de dois metros de altura para a impressão 3D rápida de ferramentas e gabaritos leves, muito resistentes e inovadores utilizados nos processos de revisão e manutenção de peças e motores de aeronaves. O que para muitos pode parecer enredo de filme de ficção científica é realidade no dia a dia da GE Celma, a unidade da GE Aviation no Brasil.

Embora as impressoras 3D sejam parte da rotina do local desde 2015, a grande inovação do processo brasileiro desde julho de 2018 é o material das impressões 3D: nylon reforçado com fibras de carbono. Ele substitui o termoplástico ABS empregado anteriormente. Rodolpho Pereira, engenheiro de reparos e líder de manufatura aditiva da GE na América Latina, lembra como foi essa trajetória.

“Quando as primeiras máquinas vieram da GE EUA para Petrópolis [cidade do RJ onde fica a GE Celma], eram uma novidade no Brasil. Elas imprimiam em ABS e fomos testando como o material se comportava em altas temperaturas, como eram suas resistências mecânica e química. Percebemos que havia limitações e que, para alguns processos, ele poderia ser melhor.”

O retorno do investimento já é percebido de forma abrangente na rotina de trabalho. Quando o assunto é tempo, a diferença é impressionante. Um processo que antes levava seis meses entre projeto e construção de uma ferramenta ou de um gabarito hoje pode ser reduzido para 48 horas. A confecção simples de um desses itens pode ser realizada em três minutos; anteriormente, gastava até quatro horas. Também há uma economia significativa no material utilizado para a revisão e a manutenção das peças e dos motores.

Tudo isso se traduz em dinheiro, naturalmente. Como resultado, surgem muitas sugestões de uso e empregabilidade que são testadas e não prejudicam o tempo de trabalho geral, como garante o engenheiro: “A gente faz e, se der certo, ótimo; se não, fica o aprendizado. Tudo na engenharia depende de testes e, se for para errar, é melhor que seja rápido.”

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Em artigo, cientistas defendem que ecossistemas poderão ser restaurados por meio da engenharia da biodiversidade

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Muitos cientistas consideram que as atividades humanas começaram a ter, a partir do fim do século 18, um impacto tão significativo no clima e nos ecossistemas da Terra a ponto de der dado origem a uma época geológica que denominaram Antropoceno. A fim de restaurar essa perda de biodiversidade e o funcionamento do ecossistema terrestre seria preciso aplicar, urgentemente, o conhecimento ecológico existente.

Um estudo de autoria de pesquisadores brasileiros e britânicos indicou que há condições teóricas, metodológicas e tecnológicas sem precedentes para enfrentar esse desafio. Resultado de uma pesquisa apoiada pela FAPESP e de um pós-doutorado realizado com Bolsa da FAPESP, o trabalho teve resultados publicados na revista Trends in Ecology & Evolution.

“Estamos a apenas alguns passos de possibilitar a realização da ‘engenharia da biodiversidade’, ou seja, manipular a biodiversidade para projetar a composição de comunidades ecológicas e garantir a permanência das funções de um ecossistema”, disse Rafael Luís Galdini Raimundo, professor do Departamento de Engenharia e Meio Ambiente da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e primeiro autor do estudo, à Agência FAPESP.

Tradicionalmente, as iniciativas de restauração têm sido focadas na inclusão ou na remoção de espécies com o intuito de resgatar padrões de riqueza de plantas e animais, sem se concentrar nas interações ecológicas entre populações, espécies e predadores e presas, por exemplo. Essas interações ecológicas são determinantes para os padrões de biodiversidade e de funcionamento de um ecossistema por moldar a força e os modos de seleção natural. Eventuais mudanças nos padrões dessas interações provocadas pela extinção de espécies ou pela entrada de espécies invasoras, por exemplo, afetam a evolução de características funcionais ecologicamente relevantes, como o tamanho do bico de aves que se alimentam de frutos (frugívoras) e o tamanho dos frutos que dispersam.

Condições propícias

Apesar do potencial dos modelos de redes adaptativas na gestão de ecossistemas, até recentemente os dados necessários para alimentá-los impediam sua aplicação como uma ferramenta preditiva na ecologia da restauração.

As técnicas de sequenciamento do genoma desenvolvidas nos últimos anos permitiram obter dados de interação de espécies em uma escala sem precedentes, dando origem ao big data da biodiversidade.

Alguns dos gargalos para o uso desses modelos ecológicos evolutivos e preditivos são ampliar as colaborações em pesquisa, de modo a permitir monitorar locais para fazer as previsões de rede adaptativas, e aumentar a interação entre pesquisadores que realizam os trabalhos em campo e implementam as práticas de restauração e os teóricos.

“A aplicação desses modelos depende do estabelecimento de uma via de mão dupla entre o pesquisador que faz os modelos e gera as predições e quem está em campo, testando as práticas de restauração nessa escala de comunidade, para aprimorar os modelos, gerar predições mais acuradas e, com o tempo, em longo prazo, conseguirmos refinar essa engenharia da biodiversidade”, disse Galdini Raimundo.

O artigo Adaptive networks for restoration ecology (doi: doi.org/10.1016/j.tree.2018.06.002), de Rafael L. G. Raimundo, Paulo R. Guimarães Jr e Darren M. Evans, pode ser lido por assinantes da revista Trends in Ecology & Evolution em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169534718301393.

(Elton Alisson – Agência FAPESP) 

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Ministério de Infraestrutura avalia condições de pontes e viadutos alvos de ataques no Ceará

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, avalia a situação de pontes e viadutos das rodovias federais no Ceará após os ataques dos últimos 13 dias. Equipe ministerial e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) participaram da reunião.

Entre os alvos dos ataques, estão o viaduto da BR-020, em Caucaia, e dois viadutos na BR-116 (Chorozinho e Peixe Gordo). O ministro afirma que diversos pontos em rodovias foram alvos de tentativas de sabotagem. “Determinamos envio de engenheiros e técnicos do Dnit, de outros estados, para acelerar obras de reparação em pontes e viadutos atacados”, disse Freitas.

Passado cerca de 48 horas após o governador do Ceará, Camilo Santana, sancionar medidas aprovadas em sessão extraordinária na Assembleia, para endurecer o combate e a repreensão ao crime organizado, mais dois ataques contra pontes foram registradas no Estado. O primeiro aconteceu contra a ponte de Chorozinho, na altura do KM 67 da BR-116. O trecho da ponte no sentido Interior/Fortaleza foi interditado após engenheiros do DNIT atestarem que parte da estrutura ficou comprometida.

O outro ataque foi contra a Ponte do Peixe Gordo em Jaguaribe, região do Vale Jaguaribano. A ponte já havia sido alvo de um ataque no último dia 6 de janeiro, mas não teve sua estrutura comprometida.

O monitoramento de pontos de especial atenção da infraestrutura federal foi determinado pelo secretário de Transportes Terrestres do ministério, general Jamil Megid. O objetivo é evitar vulnerabilidade desses locais. A Força Nacional e Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçam o patrulhamento ostensivo.

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Ataques contra obras de engenharia para o trânsito e pedestres no Ceará trazem prejuízos

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A série de ataques que sofre a cidade de Fortaleza e municípios do interior e Região Metropolitana voltou a ter como alvo obras de engenharia para o trânsito e o acesso de pedestres. O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) tem acompanhado o trabalho dos profissionais de reparo nas estruturas.

Os ataques começaram na última quinta-feira (3), quando uma bomba foi detonada contra um dos pilares de sustentação do viaduto que corta as BRs 020 e 222 em Caucaia. De acordo com o engenheiro civil do Senge-CE, Lawton Parente, com a detonação o viaduto chegou a ceder 14 cm. Engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) emitiram um laudo que interditou o acesso ao local.

“O pilar foi muito atingido, ao ponto de estar hoje condenado. O viaduto está escorado. Num segundo momento ele vai ter que ser macaquiado, com macacos hidráulicos que voltam o viaduto para sua posição inicial. Será feito um reparo, mas precisa ser analisado a estrutura, para saber ele aceita esse trabalho só no pilar ou se tem que ser no viaduto completo. Deve ser feita uma análise no tabuleiro da ponte, da sobrecarga que foi imposta às demais estruturas e a fundação, se não foi atingida pela explosão”, explica Lawton Parente.

Desde então, as ações voltaram a se repetir em outros locais do Estado. Na madrugada da última terça-feira (8), uma ação criminosa foi registrada sob a Ponte dos Tapebas, em Caucaia. Um artefato foi detonado sob a ponte, abrindo um buraco na estrutura. Já no último domingo (6) na ponte do Peixe Gordo, que fica em Tabuleiro do Norte, na região do Vale do Jaguaribe, uma bomba foi detonada sobre a estrutura da ponte. Em nenhuma dessas ações houve maiores danos.

Além de comprometer o trânsito de veículos, os atos de vandalismo também prejudicaram o fluxo de pedestres. Na última sexta a passarela de pedestres do Bairro Messejana, que fica na BR-116, foi incendiada. Lawton e analisa que, a exemplo do que precisou ser feito no viaduto de Caucaia, as ações causam prejuízo e transtornos.

“O trafego do veículo no momento é intenso e está causando um transtorno grande. Todos os veículos precisa pegar as alças do viaduto para continuar o trajeto, com isso o transito ficou complicado, e isso afeta muito a logística do transito”, disse.

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Departamento de Arquitetura e Engenharia do Ceará concluiu quase 400 obras em 2018

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Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE) do Ceará encerrou o ano de 2018 com um total de 389 obras concluídas. O balanço foi divulgado pelo Governo do Estado, a quem o órgão pertence. Conforme os dados, os investimentos nas obras durante o ano passado chegou ao total de R$ 427 milhões.

As intervenções contemplaram todas as áreas de atuação do Estado como Saúde, Educação, Segurança, Desenvolvimento Social, Cultura e Turismo. Se consideradas ainda as outras 575 obras que ainda estão em andamento em todo o Ceará, o valor investido chega próximo a R$ 1 bilhão, conforme o balanço divulgado.

O Governo cearense, que tem a frente o governador Camilo Santana, confirmou que durante o período de 2015-2018, o DAE se destacou como o maior escritório de projetos do Ceará, com um volume de 2.445 projetos de arquitetura e engenharia elaborados, aliado ao seu papel de fiscalização e contratação de intervenções.

Como destaque, há obras de escolas de ensino médio em Fortaleza, brinquedopraças e praças Mais Infância, Areninhas Tipo 1 e 2, além de Batalhões do Raio, socioeducativos, urbanizações de espaços públicos e ampliação de equipamentos da Saúde.

Nos últimos quatro anos, o departamento realizou ainda 320 vistorias técnicas, 900 análises de projetos e 3.893 projetos e orçamentos. No período, foram gerenciados pelo DAE recursos da ordem de R$ 2,45 bilhões. No total, 1.053 obras foram concluídas.

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Conselheiros do Senge-CE para Câmaras de Engenharia Civil e Elétrica são escolhidos

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Conselheiros do Senge-CE para Câmaras de Engenharia Civil e Elétrica são escolhidos; Conheça os nomes.

Os 12 conselheiros do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE), que vão compor as Câmaras de Engenharia do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), foram eleitos na última segunda-feira (7). Oito deles, entre titulares e suplentes, vão formar o conselho de Engenharia Civil, e os outros quatro, o conselho de Engenharia Elétrica.

A eleição aconteceu durante toda a última segunda-feira (7), na sede do Senge-CE, na Praia de Iracema. A movimentação no sindicato foi intensa. A contagem dos votos que revelou os vencedores aconteceu no início da noite.

Foram eleitos para o Conselho de Engenharia Civil:

– Antônio De Pádua Jr (titular) e Lourdes Porto (suplente);
– Mário Borges Mamede (titular) e Bruno Alencar (suplente);
– Luiz Carlos Thé Franco (titular) e Sérgio Azevedo (suplente);
– Lawton Parente (titular) e Leopoldo Albuquerque (suplente).

Para a o Conselho de Engenharia Elétrica, foram eleitos:

– Alexandre Rocha Figueiras (titular) e José Neudete de Vasconcelos (suplente);
– Marcelo de Paiva Esmeraldo (titular) e Agostinho Martins de Araújo Campos (suplente)

Na avaliação do diretor de comunicação do Senge-CE, engenheiro Aulio Antunes, a escolha dos conselheiros é importante porque confere a eles, a decisão de questões relevantes que afetam diretamente outros colegas de profissão e também a sociedade.

“Deles exige-se que tenha um elevado senso de justiça, condutas éticas, moral e profissional ilibado, conhecimento da legislação profissional e, acima de tudo, responsabilidade no cumprimento de seus deveres legais”, afirmou Aulio.

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