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Senge-CE realiza doação de 300 máscaras na Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza

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Na manhã desta quinta-feira, 13 de agosto, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) entregou 300 máscaras do tipo face shield à Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza. A doação faz parte de um conjunto de ações sociais do Senge-CE que, em parceria com o Instituto Federal de Ciência Educação e Tecnologia do Ceará (IFCE).

“Muita gente acha que o Sindicato dos Engenheiros só é pra fazer ações voltadas para a tecnologia”, diz a presidente do Senge-CE Dra. Teodora Ximenes. “Mas nós temos a sensibilidade de que o Sindicato também tem que ter uma ação social”. Essas palavras se somam à declaração do diretor de administração e finanças do Senge-CE Dr. Alfredo Firmeza: “o programa social é uma incubência de toda e qualquer empresa e organização. E o Senge não se furta de participar e de cumprir com essa obrigação que lhe é imputada de uma forma natural, que é mostrar a sua face social”.

Além da presidente e do diretor de administração e finanças do Senge-CE, estavam presentes durante a entrega das máscaras a gerente de enfermagem da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza, Claudiana Morais, a coordenadora de enfermagem Andréia, a coordenadora de captação Lana Sousa e o diretor da Santa Casa Lima Neto.

“Nós agradecemos muito pelo cuidado com os nossos profissionais e nossos pacientes”, disse Claudiana Morais durante o momento da entrega, acrescentando que o tipo de material que foi doado pelo Senge-CE, as máscaras face shield, podem ser reutilizadas após passar por um processo de higienização, e por isso são mais duráveis.

Segundo a presidente Dra. Teodora Ximenes, as ações do Senge-CE durante esse período de combate à pandemia de Covid-19 estão direcionadas à contribuir com a sociedade na preservação de vidas e auxílio aos mais necessitados no estado do Ceará. Além destas doações, o Sindicato também vem preparando outras ações sociais pensadas para o pós-pandemia, como um trabalho contínuo de responsabilidade com a população.

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Nota de Falecimento.

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) vem comunicar aos associados e amigos sobre a prematura partida do empresário Bernardo Barbosa Borges, filho do Engenheiro civil Pedro Felipe Borges Neto, presidente da construtora Manhattan.

O grupo decretou luto de 3 dias a partir desta quarta-feira (12), em solidariedade à família enlutada.

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HOMENAGEM DO SENGE-CE NO DIA DOS PAIS: ENGENHARIA ENTRE GERAÇÕES

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Em comemoração a esta data tão especial, o Senge-CE vem homenagear todos os pais. Representando todos os pais engenheiros, agrônomos, geólogos, geógrafos, meteorologistas, tecnólogos e arquitetos, celebramos essa linda experiência de pais, profissionais e seres humanos ímpares, do Dr. Hugo e do Dr. Joaquim.
 
Como professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Dr. Hugo Mota (que também é engenheiro e projetista de estruturas) foi responsável pela formação de dezenas de profissionais que hoje atuam na engenharia civil. Mas há um dos seus alunos que começou a aprender ainda muito cedo, acompanhando os trabalhos e as realizações do homem que tantos chamam de mestre, e ele chama de pai.
Dr. Joaquim Mota, hoje também engenheiro, projetista e professor da UFC, lembra que começou a admirar o trabalho do pai ainda durante a infância. “Recordo-me de, com 5 ou 6 anos, passar horas com um brinquedo de montar máquinas e estruturas com peças metálicas e parafusos que meu pai trouxe da Alemanha”, ele conta, assumindo que na época não conseguia entender a complexidade do trabalho do Dr. Hugo, mas estava sempre presente. “Não houve cobrança alguma por parte do meu pai para que eu seguisse pela engenharia, mas provavelmente havia uma torcida velada”, diz o Dr. Joaquim, que, já mais velho, escolheu estudar no curso e na universidade em que o pai lecionava.
Já o Dr. Hugo acredita que a influência entre pai e filho é consequência do exemplo. “O Joaquim sempre acompanhou a minha atividade como professor e como engenheiro de estruturas”, lembra ele. Tanto é que, logo depois da graduação universitária, o Dr. Joaquim trabalhou em grandes projetos ao lado do pai, como nas obras do Aeroporto Internacional Pinto Martins em 1989, que marcou a transição definitiva para plataformas digitais na geração de pranchas de projetos no escritório.

Hoje, Dr. Hugo, com 87 anos de vida e 63 de profissão, vê uma terceira geração da família se consolidando na engenharia. Hugo Campelo Mota, filho do Dr. Joaquim e neto do Dr. Hugo, já trabalha na área há 9 anos, além de também ser professor, como o pai e o avô. Joaquim comemora: “Temos, hoje, a rara felicidade e a bênção de vivenciar no escritório uma situação de trabalho com três gerações de engenheiros com descendência direta, pai, filho e neto”. Situação que também alegra ao Dr. Hugo: “Isso é importantíssimo, inclusive porque dá continuidade ao trabalho”.
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Cemig desenvolve projeto de inspeção por drones

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Iniciativa está contemplada no programa de P&D da Aneel ao orçamento de mais de R$ 1 milhão cuja meta é a de reduzir o tempo de inspeção nas linhas de distribuição e transmissão

A Cemig aderiu aos drones. A empresa iniciou um projeto de P&D para inspecionar a rede elétrica por meio desses veículos. O fato de ter um sistema de distribuição e transmissão de energia caracterizado por circuitos que percorrem longas distâncias, desde a fonte até os clientes foi um dos motivos para essa iniciativa. A capilaridade dessa rede torna complexa a sua inspeção, bem como a identificação de problemas que possam causar danos ao sistema.
Atualmente, diz a empresa, as inspeções são realizadas por especialistas que desempenham a atividade visualmente ou com o auxílio de equipamentos como termovisores por meio de inspeções aéreas e terrestres. Esses profissionais percorrem circuitos pré-selecionados e estratégicos.

Esse projeto, aponta, está formatado com a meta de evoluir a gestão dos ativos em operação e atualizar tecnologicamente todo o sistema de inspeção de linhas de distribuição e transmissão. A iniciativa faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Para a ação foram selecionados veículos aéreos não tripulados (VANTs) para auxiliar nessas inspeções e detectar possíveis falhas no sistema elétrico da Cemig.

A iniciativa é uma  parceria entre a companhia, a Fundação de Cultura e Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão (FUNCEPE) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). O  orçamento é de mais de R$ 1 milhão e está em fase final de desenvolvimento de um algoritmo de detecção de ativos de rede. O objetivo é o de se concentrar na utilização de soluções de alto desempenho de processamento, de forma a permitir autonomia supervisionada de plano de voo com uso de visão computacional, GPS e sensores embarcados, bem como no uso de câmeras térmicas com processamento digital de imagens para detectar anomalias nos ativos.

As soluções, explica a empresa, serão obtidas por meio do desenvolvimento de um algoritmo de rotas inteligentes, que guiará o VANT na extensão das linhas e redes para coleta de imagens usando geoprocessamento e visão computacional e de um software, integrado ao Centro de Operações e ao VANT, que interpreta as imagens e gera relatórios para inspeções em campo. Também será desenvolvido um sistema de hardware e software com câmeras térmicas para detecção de ativos anômalos, bem como ferramentas offline de alto desempenho capazes de  mesclar imagens RGB e térmica.

Ao final do projeto, aponta a Cemig, espera-se obter um sistema que poderá ser útil também para outras empresas do setor elétrico com grandes áreas de concessão e que possuem as mesmas características e dificuldades atuais da Cemig.

Fonte: Canal Energia.

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Senge-CE retoma as atividades presenciais com cautela

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) iniciou, no último dia 20 de julho, o retorno das suas atividades presenciais. No entanto, deixa claro que, durante todo o período de isolamento social determinado pelo Governo, atuou de forma remota atendendo a seus associados sempre que precisavam.

A assessoria jurídica oferecida pelo Senge-CE, por exemplo, ganhou ainda mais força durante a pandemia do novo coronavírus no Estado trabalhando para garantir os direitos dos profissionais engenheiros. O advogado Vianey Martins explica que muitos contratos foram suspensos pelas empresas com a Medida Provisória nº 927/2020 e 936/2020, que apresenta alternativas às empresas que enfrentavam dificuldades em manter os contratos de trabalho em razão da crise econômica causada pelo vírus.

De acordo com Vianey Martins, o Senge-CE atuou respondendo às consultas dos trabalhadores e empresas e firmando acordos individuais e coletivos. “Foram realizados vários acordos com as empresas, como redução de carga horária, de salários e suspensão de contratos para que os profissionais não saíssem prejudicados. Também realizamos uma convenção coletiva com a Sinaenco, que atingiu cerca de mil trabalhadores”, disse. O assessor jurídico avaliou como positivos todos os acordos. “Saímos em vantagem em relação à Medida Provisória, pois o sindicato patronal conseguiu estabelecer um valor mínimo de remuneração acima do que a Medida estabelecia. Para todos, foi uma vitória”, comemora.

O Senge-CE também atuou para garantir os direitos dos associados que precisaram usar o plano de saúde Unimed Fortaleza e, por algum motivo, tiveram seus atendimentos negados ou dificultados. O Sindicato possui hoje mais de de 4.300 vidas, entre sindicalizados e seus dependentes, beneficiários do plano de saúde.

Medidas de Segurança

Desde o dia 20 as atividades presenciais voltaram a acontecer na sede do Sindicato. A presidente, Teodora Ximenes, destaca que estão tomando todas as medidas de segurança recomendadas como forma de garantir a saúde de todos que precisarem ir até a sede. “Realizamos a sanitização de todos os ambientes, limpeza e troca de filtro de todos os aparelhos de ar-condicionados, disponibilizamos álcool 70% em todos os ambientes, máscara para quem não tem e avisos sobre a importância do distanciamento social em locais estratégicos”. Sobre atendimentos presenciais, a presidente informou que eles devem ser agendados pelos telefones: (85) 3219.0099 e (85) 3219.2376

SERVIÇO

Agendamentos
Telefone: (85) 3219.0099 e (85) 3219.2376
Endereço: Rua Alegre, 1 – Praia de Iracema, Fortaleza – CE

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Transposição do Rio São Francisco – um marco para a história do Ceará e dos cearenses

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A transposição do rio São Francisco é um projeto de deslocamento de parte das águas do rio São Francisco. O projeto é considerado a maior obra hídrica já realizada no país e constitui na construção de canais de concreto em eixos ao longo do território dos estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte para o desvio das águas do rio.

As obras do Eixo Leste foram concluídas em março de 2017 e, segundo o governo federal, a água já abastece 1 milhão de pessoas. O trecho do eixo Norte do projeto de integração foi entregue no último dia 26 de junho na cidade de Penaforte, no Ceará. Um dia histórico para os cearenses. Com a chegada das águas, o São Francisco passou a integrar o Cinturão das Águas do Ceará e vai beneficiar cerca de 12 milhões de pessoas.

Para o professor especialista em recursos hídricos, ex-secretário de recursos hídricos do Ceará e ex-secretário nacional de recursos hídricos do Ministério da Integração Nacional, Hypérides Macedo, a entrega foi a concretização de um marco econômico histórico e a realização de um sonho de muitos cearenses. “Toda transposição no mundo é um marco e ela funcionou em todas as regiões em que foi implantada. Aqui não seria diferente. No século XI, antes de cristo, quando o imperador Yang Guang ligou Pequim a Hancheu por um canal foi foi um marco e desde então a China se tornou a maior potência. Aqui, a transposição resolverá muitos problemas. Em um projeto deste, quando você liga um sistema que nunca seca a um sistema que pode secar, você aumenta a regularização da água no território e amplia a segurança hídrica”, observa.

Hypérides Macedo foi coordenador do projeto básico do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de 2003 a 2006. Para ele, uma honra ter feito parte da história. “Para mim foi uma honra ter participado desse grandioso projeto. Antes do São Francisco fiz o Canal da Integração, considerado também uma grande obra e isso me deu mais experiência e segurança”, afirma.

Ele lembra que engenheiros cearenses fizeram a diferença no projeto. “Os cearenses atuaram na raiz do projeto, na preparação e nas obras. Começando pelos ministros Ciro Gomes e Pedro Brito e depois o Francisco José Teixeira. Eu levei uma equipe de cerca de 12 engenheiros da Secretaria de Recursos Hídricos do Ceará para trabalhar em Brasília. Uma equipe muito boa e competente que trabalhou na montagem das bases do programa de transposição da área de recursos hídricos”, finalizou afirmando estar feliz vendo a entrega do eixo Norte do grandioso projeto. “É muita satisfação. Foi um projeto de muita coragem e que vai mudar e está mudando a vida de muitas pessoas”.

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Descoberto um diamante 50% mais duro e leve como grafite

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Supercarbono

Parece não haver limites para o modo como os átomos de carbono podem se organizar, criando inclusive estruturas mais duras do que o diamante.

De fato, além de ser a base de toda a vida na Terra, o carbono sempre atraiu a atenção dos pesquisadores por produzir materiais com propriedades tão diferentes quanto um quebradiço carvão e o transparente e superduro diamante.

Pesquisadores japoneses descobriram agora que é possível usar os mesmos átomos de carbono – e tão somente eles – para produzir uma substância que, segundo seus cálculos, será quase 50% mais dura do que o próprio diamante.

Yasumaru Fujii e seus colegas da Universidade de Tsukuba já batizaram sua substância de “pentadiamante”.

Hibridação

Os diamantes, que são formados inteiramente de átomos de carbono dispostos em uma treliça muito densa, são famosos por sua dureza, incomparável entre os materiais conhecidos. No entanto, o carbono pode formar muitas outras configurações estáveis, chamadas alótropos. Isso inclui o familiar grafite dos lápis, além de nanomateriais, como os nanotubos de carbono e o grafeno.

As propriedades mecânicas, incluindo a dureza, de um alótropo dependem principalmente da maneira como seus átomos se ligam. Nos diamantes comuns, cada átomo de carbono forma uma ligação covalente com quatro vizinhos. Os químicos chamam essa organização de hibridação sp3. Nos nanotubos e em alguns outros materiais, cada carbono forma três ligações, chamadas hibridação sp2.

O que Fujii descobriu é que o carbono pode se organizar de modo ainda mais denso do que no diamante ao formar uma estrutura híbrida, com hibridações sp2 e sp3. “Alótropos de carbono com átomos hibridados sp2 e sp3 apresentam maior diversidade morfológica devido ao grande número de combinações e arranjos em redes,” disse ele.

Ferramentas e corte e estudo de planetas

Usando uma técnica conhecida como “Teoria do funcional da densidade”, Fujii conseguiu não apenas simular o material em computador, como também calcular sua dureza. O módulo de Young – uma medida de dureza – do pentadiamante chegará a quase 1.700 GPa, em comparação com cerca de 1.200 GPa do diamante convencional.

“O pentadiamante não é apenas mais duro do que o diamante convencional, sua densidade é muito menor, igual à do grafite,” acrescentou a professora Mina Maruyama.

“Este trabalho mostra o poder de projetar materiais ab initio. Além dos usos industriais de corte e perfuração, os pentadiamantes poderão ser usados no lugar de células de bigorna de diamante atualmente usadas em pesquisas científicas para recriar a pressão extrema dentro dos planetas,” acrescentou o professor Susumu Okada.

Fonte: Inovação Tecnológica.

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Bicicleta elétrica atinge até 56 km/h e suporta até 180 kg

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Mas não se empolgue: o preço é tão alto quanto o padrão de suas especificações

A linha de bicicletas elétricas Super Monarch, da fabricante E-Cells, sempre teve especificações robustas, mas a nova Super Monarch Crown AWD 1500 chegou para elevar ainda mais o nível de qualidade dos modelos.

A Super Monarch Crown possui praticamente tudo em dobro: motores duplos de 52 V, baterias duplas, suspensão dupla e até racks duplos. Para a E-Cells, essa é a bicicleta elétrica off-road perfeita. De acordo com David Cleveland, fundador da E-Cells, a Bafang, empresa conhecida por fabricar motores para bicicletas, desenvolveu o motor de 52 V especialmente para a Super Monarch Crown, visto que o padrão é 48 V, potência geralmente sobrecarregada.

Unidos ao MOSFET – um dispositivo controlado por tensão – de 45 A, os motores são capazes de entregar uma potência de até 2.300 W. Sendo assim, ainda que a velocidade varie de acordo com o peso do piloto, é possível exceder tranquilamente uma velocidade de 48 km/h. Em testes, pilotos mais pesados chegaram aos 56 km/h. No entanto, a bicicleta pode ser programada para não ultrapassar o limite de velocidade permitido na sua região.

Falando em peso, a Super Monarch Crown aguenta até 181 kg. Seu próprio peso também não fica para trás, já que a bicicleta pesa cerca de 43 kg.

Reprodução
Detalhe do motor da Bafang. Imagem: Electrek

Para garantir que o consumo de alta potência não esgote a bateria rapidamente, a Super Monarch Crown conta com duas baterias, as quais totalizam 1.638 Wh e possuem, individualmente, BMSs (sigla em inglês para Sistema de Gerenciamento de Bateria) de 45 A – isso permite que o piloto opere as baterias separadamente. Ainda assim, elas são alimentadas por um único carregador.

Um acelerador de polegar do lado esquerdo, estilo remo, também faz parte da estrutura da Super Monarch Crown, mas pode ser removido para áreas onde não são permitidas bicicletas elétricas acionadas por acelerador. Para a frenagem, freios a disco hidráulicos com quatro pistões são capazes de parar o veículo rapidamente. Além disso, a bicicleta possui amortecedores tanto na parte dianteira quanto na parte traseira.

O preço, por sua vez, reflete a quantidade de especificações de alto padrão: para garantir a sua Super Monarch Crown, são necessários US$ 3.995 (aproximadamente R$ 20.655 na conversão direta das moedas) no site da E-Cells, mas o valor sugerido para revenda é de US$ 4.995 (aproximadamente R$ 25.825 na conversão direta das moedas), ainda maior.

A Super Monarch Crown está disponível nos modelos laranja, vermelho, preto e camuflado.

Via: Electrek

Fonte: Olhar Digital.

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Inpe registra patente de radiador para uso espacial

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Interruptor de Calor Multifase

Um novo tipo de dispositivo de controle térmico, com aplicação em satélites, teve sua patente concedida ao INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

O Interruptor de Calor Multifase consiste em um novo tipo de dispositivo de controle térmico, com aplicação em satélites, para manter a temperatura de seus equipamentos eletrônicos dentro de limites operacionais.

A solução atual para esse problema usa um radiador, uma placa fria posicionada na face externa do satélite. A condição ideal é que o equipamento esteja acoplado ao radiador quando em funcionamento e desacoplado quando não está operando. Suplementarmente, um capacitor térmico ajudaria em reduzir a oscilação de temperatura devida ao ciclo liga/desliga.

Estas condições podem ser obtidas utilizando três dispositivos já patenteados e muito conhecidos em aplicações espaciais: o tubo de calor, o interruptor de calor e o capacitor térmico.

O que os pesquisadores Issamu Muraoka, Valeri Vlassov e Valery Kiseev fizeram foi reunir as funcionalidades desses três dispositivos em um só.

Isolador térmico

O Interruptor de Calor Multifase tem o formato de um disco e deverá ser posicionado como uma ponte entre o equipamento eletrônico e o radiador, tendo como interfaces as suas duas faces planas circulares.

O disco é um invólucro lacrado e contendo água como fluido de trabalho. Sua estrutura interna é cheia de minúsculos canais, funcionando como um tubo de calor plano quando em condições quentes (temperaturas acima de 0 ºC), promovendo um eficiente fluxo de calor entre o equipamento eletrônico e o radiador. Em condições frias (temperaturas abaixo de 0 ºC), o dispositivo torna-se um isolador térmico pelo congelamento da água, que, no estado líquido-vapor, seria o fluido transportador de calor.

Assim realiza-se a função de desacoplamento térmico no ponto natural de 0 ºC, prevenindo resfriamento excessivo do equipamento eletrônico quando ele está desligado.

Adicionalmente, em regimes transientes e cíclicos, ao passar pela temperatura de fusão sólido-liquido (0 ºC), o interruptor assume a função de capacitor térmico, mantendo a temperatura do equipamento próxima do ponto de fusão por um período determinado pela quantidade da água no seu interior.

Controle passivo de temperatura

A equipe estima que o interruptor será muito conveniente para controlar a temperatura dos equipamentos eletrônicos, mantendo suas temperaturas sempre positivas mesmos nas condições térmicas variáveis e extremas do ambiente espacial.

Por ter seu funcionamento totalmente passivo, sem partes móveis, ele é muito robusto e confiável, além de não consumir energia elétrica.

De acordo com o Inpe, o protótipo foi fabricado com tecnologia inteiramente nacional.

Fonte: Inovação Tecnológica.

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Física quântica oferece uma maneira de esconder a ignorância

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Intuição clássica e ignorância quântica

Estudantes podem esconder sua ignorância e responder a perguntas corretamente em um exame sem que sua falta de conhecimento seja detectada pelos professores – mas apenas no mundo quântico.

Físicos australianos demonstraram experimentalmente uma ideia contra-intuitiva da teoria, a ideia de que a ignorância do todo não implica necessariamente a ignorância das partes – esse conceito de ignorância quântica foi proposto teoricamente em 2011.

Essa demonstração em laboratório pode não ajudar estudantes relapsos na hora da prova, mas promete oferecer um modo de avaliar a segurança na criptografia quântica.

“O que também é realmente interessante é que fornecemos uma interpretação acessível e real de uma afirmação que vem da pura teoria das probabilidades,” disse o professor Jacqui Romero, da Universidade de Queensland.

Alfabeto quântico

De acordo com a intuição clássica, a ignorância pode ser atribuída a uma fonte – se o conhecimento de um livro por um aluno estiver incompleto, o professor poderá criar um teste para investigar quais partes do livro são desconhecidas para o aluno.

Mas isso nem sempre funciona assim no mundo quântico.

“Nossos resultados confirmam que a fonte da ignorância do aluno pode ser ocultada do professor usando sistemas quânticos. Quando nos comunicamos, usamos símbolos especiais chamados letras, que formam um alfabeto. Em nosso estudo, fizemos a mesma coisa, mas usamos luz para criar um alfabeto quântico,” detalha o pesquisador Michael Kewming.

Ocorre que, como quase tudo no reino das dimensões atômicas, os alfabetos quânticos têm propriedades estranhas.

“Digamos que o aluno esteja realizando um exame que cubra dois tópicos e, embora não tenha estudado, ele receba uma única cola de um amigo mais estudioso.

“Na situação clássica, essa cola tem utilidade limitada – fornecendo informações sobre apenas um tópico – e o professor ainda pode descobrir qual tópico o aluno desconhece. Mas uma dica escrita usando nosso alfabeto quântico pode conter simultaneamente informações sobre os dois tópicos, apesar de parecer ser apenas sobre um deles. Como resultado, o professor não pode determinar a fonte da ignorância do aluno, porque a cola é sempre útil para o aluno,” descreveu Kewming.

Cola quântica

A equipe conseguiu verificar isso em um experimento físico escrevendo informações na forma de fótons únicos – as partículas que compõem a luz.

“Nosso resultado tem implicações para a segurança da criptografia quântica porque mostramos que o que é verdadeiro para as colas clássicas não é verdadeiro para as colas quânticas,” disse o professor Romero.

Infelizmente para os estudantes que se não se preparam tão bem para os exames, as colas quânticas não estarão disponíveis fora do laboratório tão cedo.

Fonte: Inovação Tecnológica.

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