close

Notícias

CursosNotícias

SORTEIO DE 50% EM ESPECIALIZAÇÃO DO INBEC

1581604180_Geoprocessamento06marosorteiodebolsa

Sorteio dia 19/02/2020 às 15h

*Sorteio somente para Associados Adimplentes.

A Especialização em Geoprocessamento e Georreferenciamento de Imóveis visa dar ao estudante das áreas de engenharia e geociências o instrumental teórico e prático necessário para a elaboração de propostas, planejamento e execução de projetos de Georreferenciamento de Imóveis, assim como oferecer conhecimento e prática sobre cartografia, uso e processamento de imagens de satélite e manuseio de Sistemas de Informação Geográfica – SIG.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Fornecer ao aluno os subsídios teóricos necessários às etapas do processo de georreferenciamento de imóveis rurais e urbanos no Brasil.

• Discutir e aplicar os procedimentos práticos envolvidos no processo para georreferenciamento de imóveis rurais e urbanos no Brasil.

PÚBLICO ALVO

Engenheiros, Arquitetos, Agrônomos, Agrimensores, Geógrafos, Geólogos e demais Profissionais Tecnólogos e Graduados que queiram trabalhar com Geoprocessamento e Georreferenciamento.

Coordenação: Carla Bernadete Madureira Cruz

Carga Horária: 400h / Duração: 20 meses

Dias e Horários: Aulas em 01 final de semana por mês

Leia mais
Notícias

Brasileiros avançam rumo às células solares de baixo custo

010115200210-celulas-perovskita-brasil

Células solares de perovskita

Um grupo de pesquisadores brasileiros está na vanguarda de uma linha de pesquisas que desenvolve uma nova tecnologia de energia solar de fabricação mais simples, barata e menos impactante para o meio ambiente.

Graças ao seu potencial de aplicação no campo da tecnologia fotovoltaica, as perovskitas são um dos materiais funcionais mais estudados na atualidade.

Células solares de perovskitas já alcançam uma eficiência de 25% na conversão de energia luminosa em elétrica, ultrapassando o porcentual das células de silício policristalino – ainda as mais comercializadas no mundo. Elas ainda têm problemas de durabilidade, que, quando resolvidos, deverão permitir o uso da energia solar em uma escala revolucionária.

“As células de silício só podem ser fabricadas em ambientes com elevado controle de particulados e demandam temperaturas que vão a mais de 1.500º C. Por isso, embora seu preço tenha caído bastante nos últimos anos, os painéis solares à base de silício são muito caros. Em nosso laboratório, estamos produzindo filmes de perovskita a partir de soluções, também chamadas de tintas, em temperatura ambiente,” conta a professora Ana Flávia Nogueira, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A equipe sintetizou a primeira célula solar de perovskita no Brasil em 2016.

A perovskita é um óxido de cálcio e titânio, com fórmula molecular CaTiO3. Foi descoberta nos montes Urais, na Rússia, em 1839. E recebeu esse nome em homenagem ao mineralogista russo Lev Perovski (1792-1856). O que os pesquisadores atualmente chamam de perovskita é, na verdade, uma classe de materiais diversos sintetizados em laboratório que apresentam a mesma estrutura cristalina da perovskita original. São substâncias constituídas por dois cátions (íons positivos) de diferentes tamanhos, que podem ser genericamente descritos pela fórmula molecular ABX3, na qual A e B representam os cátions e X representa halogênios.

Brasileiros avançam rumo às células solares de baixo custo
Os pesquisadores brasileiros descobriram onde se originam os defeitos que atrapalham o rendimento das células de perovskita. [Imagem: Rodrigo Szostak et al. – 10.1126/sciadv.aaw6619]

Melhoria das perovskitas

Feitas as demonstrações teóricas e práticas de que a células solares de perovskita podem superar as células de silício, o trabalho agora se concentra na melhoria das próprias células e dos processos para fabricá-las. É o que está fazendo, por exemplo, o pesquisador Rodrigo Szostak.

“Nos últimos cinco anos, houve uma corrida de todos os grupos de pesquisa para ver quem conseguia a maior eficiência. Estamos próximos do limite teórico de eficiência, em torno de 30%. No entanto, a tendência atual é dar um passo atrás para entender melhor esses materiais. O trabalho realizado por Szostak está inserido nessa nova tendência. A técnica empregada por ele, que envolve luz síncrotron e nanoespectroscopia com infravermelho, foi usada pela primeira vez na caracterização de perovskitas,” afirmou Ana Flávia.

Szostak usou o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) para mapear grãos nanométricos individuais nos filmes de perovskita. Isso é importante porque o método de fabricação dos filmes, que consiste em depositar uma solução dos precursores do material sobre um substrato, em camadas com espessuras da ordem de nanômetros, pode originar tanto a fase estrutural, de interesse tecnológico, quanto fases indesejáveis.

Fatores circunstanciais, como umidade ou temperatura, influenciam a forma de organização dos átomos, fazendo com que possam passar de uma estrutura com atividade fotovoltaica para uma estrutura inativa. O objetivo de Rodrigo foi investigar como essas diferentes fases se distribuem no filme e, consequentemente, como elas influenciam o desempenho da célula solar.

Agora que o estudo mostrou onde o processo de degradação indesejável se inicia – na interface entre os grãos individuais do cristal – tanto a equipe brasileira quanto pesquisadores de outras partes do mundo poderão usar essas informações para tentar evitar ou minimizar o processo, melhorando ainda mais a qualidade das células solares de perovskita.

Brasileiros avançam rumo às células solares de baixo custo
A equipe conseguiu sintetizar filmes monoatômicos do material. [Imagem: Raphael F. Moral et al. – 10.1021/acs.chemmater.9b03439]

LEDs de perovskita

Outra linha de pesquisa em que a equipe brasileira avançou foi na sintetização de perovskitas bidimensionais, na forma de filmes com apenas uma camada de átomos do cristal de espessura.

O pesquisador Raphael Fernando Moral, responsável pelo desenvolvimento, também usou a luz síncrotron para estudar seus filmes bidimensionais, mas trabalhou no acelerador da Universidade de Stanford, nos EUA.

O equipamento permitiu acompanhar o crescimento do material no momento exato em que a reação química acontecia, por meio de uma técnica chamada de espalhamento de raios X a baixos ângulos (SAXS). De volta ao Brasil, o pesquisador e seus colegas prosseguiram o estudo no LNLS, para avaliar a estabilidade do material sob diversas condições de contorno.

“Moral conseguiu determinar até a velocidade média com a qual as placas 2D se sobrepõem durante a formação do material. Quando atravessada pela corrente elétrica, essa perovskita emite luz muito fortemente e pode ser um ótimo material para a fabricação de LEDs,” disse a professora Ana Flávia.

Um LED e uma célula solar são essencialmente o mesmo componente, só que um funcionando ao contrário do outro: enquanto a célula solar capta a luz e gera eletricidade, o LED recebe a eletricidade e a transforma em luz. É por isso que se espera que as perovskitas venham a impactar uma ampla gama de tecnologias fotônicas.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Leia mais
Notícias

Sustentação dos aviões aumenta com gerador de plasma

010170200211-gerador-vortices-plasma-1

Aerodinâmica acionada eletricamente

Vários aviões têm em suas asas pequenas saliências, próximas à borda principal ou logo atrás das superfícies de controle, para facilitar as manobras da aeronave durante a decolagem e a aterrissagem.

Mas essas palhetas, que são geradores de vórtices, são fixas, criando uma ineficiência durante toda a viagem, devido ao arrasto que elas produzem quando não são necessárias, nas velocidades de cruzeiro.

Uma ideia muito melhor, que acaba de ser testada com êxito, consiste em substituir as estruturas mecânicas fixas por geradores elétricos de vórtices aerodinâmicos, que podem ser ligados e desligados quando necessário.

Uma fagulha elétrica gera um plasma que, por sua vez, gera um vórtice aerodinâmico, pequenos redemoinhos ao longo da asa, para melhorar a sustentação.

Gerador de vórtice a plasma

O atuador, que é superficialmente plano, consiste em um eletrodo central de alta tensão, colocado dentro do diâmetro interno de um ímã permanente em forma de anel. O eletrodo de aterramento foi colocado em torno da circunferência externa do ímã, fornecendo a energia necessária para girar a descarga de plasma e modificar o fluxo.

“Um volume enorme de dados experimentais fascinantes foi gerado durante o curso dos esforços das Fases I e II, que podem levar anos para serem analisados completamente. O programa mostrou que o aumento da potência nos atuadores a plasma produz estruturas vorticais mais fortes,” disse o professor David Carroll, da Universidade de Illinois, nos EUA.

Por enquanto, os testes foram feitos apenas em drones, e a equipe espera que as análises dos dados permitam aumentar a eficiência dos atuadores a plasma, rumo ao seu uso prático. “Se pudermos melhorar alguma coisa, digamos, apenas alguns pontos percentuais, você poderá economizar vários milhões de dólares em custos de combustível todos os anos,” disse o pesquisador Phillip Ansell.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Leia mais
Notícias

Nojinho, que nada! Sua casa no futuro pode ser feita de fungos vivos.

o-candida-auris-e-um-fungo-que-cresce-como-levedura-1555329381100_v2_900x506

Já imaginou morar em uma casa ou em um prédio onde todas as estruturas, desde as paredes até o teto, são feitas de fungos vivos? Pode até parecer meio nojento – além de um gatilho para os alérgicos —, mas um time de pesquisadores europeus afirma que esse novo tipo de moradia pode revolucionar a construção civil e ser matéria-prima para uma indústria ecologicamente correta e conectada com os desafios das mudanças climáticas. Eles publicaram um artigo provocativo sobre o tema no final do ano passado e afirmam que o estudo é o primeiro a explorar o uso de fungos vivos como matéria-prima para a construção civil. Segundo os pesquisadores, os “materiais fúngicos” possuem uma ampla variedade de propriedades por isso eles podem ter aparência de espuma, de madeira, de plástico e de elástico.

“O fato de podermos fabricar materiais semelhantes à madeira implica que podemos usá-lo para a indústria da construção”, disse Han Wösten, microbiologista da Universidade de Utrecht, na Holanda, coautor do artigo, em entrevista ao Futurism.

Segundo o artigo, a proposta é desenvolver uma estrutura usando micélio fúngico vivo, cujos edifícios crescerão, construirão e se repararão sozinhos. Em outras palavras, ao morar num lugar desses, você nem precisaria se preocupar em pagar por aquela reforma para manter a casa nova: os fungos fariam todo o trabalho por você.

De acordo com os pesquisadores, construir prédios com matérias vivas faria com que a construção civil se tornasse menos dependente de combustíveis fósseis e da mineração.

A ideia de usar fungos na construção civil não é nova, mas é a primeira vez que cientistas não pretendem “matar” os fungos, mas aproveitar suas propriedades enquanto seres vivos. Se forem necessários reparos, por exemplo, um arquiteto poderá revitalizar a estrutura usando apenas água, para fazer com que o fungo cresça.

Os resultados da pesquisa ainda são especulativos e há obstáculos. Os materiais de construção disponíveis no mercado, tais como fios, canos e estruturas de aço, também precisariam ser adaptados, pois as estruturas internas dos fungos cresceriam e se reparariam sozinhas, mas os demais elementos não.

Fonte: Uol Noticias.

Leia mais
Notícias

Senge-CE disponibiliza espaço coworking a preços atrativos

WhatsApp Image 2020-02-11 at 11.00.44

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (CE) reformulou o espaço de sua sede e já disponibiliza, para associados e não associados, pessoa física e jurídica, um espaço coworking. O local é ideal para estudantes e profissionais da área de engenharia que não tem escritório próprio ou até que desejam reduzir custos.  O espaço de trabalho pode ser utilizado pelo interessado de segunda a sexta-feira, de 14h às 18h. O Senge-CE também disponibiliza sala de reuniões para uso mediante agendamento.

Profissionais pessoa física:
Associados do Senge-CE – R$3,00/horas – R$240,00/mês (4 horas por dia)
Não associados do Senge-CE – R$ 6,00/hora – R$480,00/mês (4 horas por dia)

Endereço fiscal:
Empresa de profissionais associados – R$ 160,00/mensal
Empresa de profissionais não associados – R$ 320,00/mensal

Sala de reunião – dia agendado
Empresa de profissionais associados – R$ 50,00/empresa (até 3horas e até 10 pessoas)
Empresa de profissionais não associados – R$ 150,00/empresa (até 3horas e até 10 pessoas)
Profissionais associados – R$ 30,00/profissional (até 3horas e até 10 pessoas)
Profissionais não associados – R$ 60,00/profissional (até 3horas e até 10 pessoas)

Para mais informações ligue: (85) 3219-0099

Leia mais
Notícias

Engenheiro Eletricista é Empossado Presidente da Academia Cearense de Engenharia

posse1

Mestre e Doutor em Engenharia Mecânica, especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Tecnologia Educacional para o Ensino Superior, Antônio Salvador da Rocha é o novo presidente da Academia Cearense de Engenharia (ACE).

A ACE tem como missão contribuir para que a sociedade em geral seja servida de maneira competente, com ética, sugerindo inovações aos engenheiros e entes envolvidos com a engenharia. Antes de ser presidente, Salvador da Rocha foi membro fundador da Academia Cearense de Engenharia e já atuou na instituição nas duas diretorias anteriores.

1 – Como se sente fazendo parte da Academia Cearense de Engenharia?

Evidente que me sinto excessivamente orgulhoso pela oportunidade de liderar os acadêmicos da Academia Cearense de Engenharia. Eles são baluartes da engenharia cearense e nacional. São pessoas que pautam suas vidas pela ética e são líderes em suas áreas de atuação. Alguns foram ou ainda são: empresários, reitores, pró-reitores, professores, ministros de Estado, secretários estaduais e municipais, dirigentes regionais e nacionais, dirigentes de entidades de classe, entre tantas outras funções relevantes. É uma honra estar ao lado dos confrades que compõem a Diretoria e o Conselho Fiscal deste sodalício.

 

2 –  Em sua opinião, qual é a importância da academia para a engenharia no Ceará?

A engenharia é fundamental para viabilizar o desenvolvimento sustentável de um estado ou de um país. Ela está presente em todas as atividades humanas.

A participação da engenharia é fundamental na agricultura sustentável, no planejamento e ordenamento de cidades, na gestão de recursos naturais, na minimização das desigualdades sociais, na implementação da infraestrutura, na área energética, principalmente para diversificar a matriz, com a utilização de energias limpas, no saneamento básico, nos transportes, na ciência e tecnologia e no desenvolvimento industrial.

Nesse contexto, a importância da Academia Cearense de Engenharia é ímpar, pois seus preceitos estatutários preconizam a defesa dos interesses sociais e humanos, a preservação dos princípios éticos, orientando seus esforços para a defesa da cidadania e da promoção do desenvolvimento sustentável do Ceará.

 

3 – Como pretende contribuir para a academia?

Trabalhando muito. É preciso enfatizar que nesses quatro anos de existência da ACE contabilizamos avanços inimagináveis. Os dois acadêmicos que me antecederam na presidência da ACE fizeram trabalhos magníficos. O confrade Antônio Albuquerque implantou brilhantemente a ACE e o atual presidente, Victor Frota, consolidou o funcionamento da academia.

O trabalho já realizado pelos gestores anteriores aumenta nossa responsabilidade em dar prosseguimento e avançarmos mais ainda. Dar continuidade em algumas atividades e avançar em outras áreas é um grande desafio. Isso não nos permite titubear diante dos desafios, mas ao mesmo tempo, isso nos dá força para realizar a proposta aprovada pelos colegas de diretoria.

Nossa proposta de gestão está ancorada em três pilares básicos: melhoria interna da ACE, fortalecimento da engenharia e da agronomia e maior interação com a sociedade.

Assim, propomos um plano de trabalho audacioso, sendo uma nova atividade para cada mês dos próximos dois anos, do qual destacamos: captar recursos financeiros externos (destacamos o apoio do Confea para a publicação da Revista da ACE e da Jornada de Tecnologia e Inovação); criar o Fundo Patrimonial da Engenharia Cearense (que dará sustentabilidade financeira à ACE em longo prazo-Lei 13.800, de 2019); criar a modalidade de Acadêmico Júnior; criar o programa de rádio e TV da ACE, na web ou por canais abertos, para divulgação de novas tecnologias e inovações de interesse dos engenheiros, gestores públicos e comunidade cearense (em parceria com a Rádio Universitária, TV Universitária, TV Assembleia e outros). Já convido os acadêmicos para prepararem seus podcasts e outras mídias; apoiar projetos de habitação de interesse social (em parceria com o Escritório de Tecnologia Social da UFC); promover a engenharia e a agronomia no meio dos estudantes da educação básica, para atrair novos talentos; desenvolver programas de conscientização sobre a importância da segurança predial (parceria com Senge-CE, Ibracon, Abece e Fundação Cetrede); contribuir para o estudo de temas que apoiem a formulação, a implantação e a avaliação de políticas públicas na área tecnológica; definir critérios e conceder o prêmio “Euclides da Cunha” para livros, monografias, teses, artigos originais, pesquisas, inovações e patentes.

 

4 – Já escreveu alguma obra na área da engenharia? Se sim, quais?

Sou professor e pesquisador e, nessa condição, tive oportunidade de fazer palestras em mais de sessenta congressos técnicos, nacionais e internacionais, nas áreas de engenharia e educação profissional, e publicar mais de cinquenta artigos técnico-científicos nas áreas de engenharia e educação, em congressos e seminários nacionais e internacionais.

 

5 – Já participou de que outras entidades da engenharia?

Participei de diversas entidades de classe da engenharia, em que ocupei cargos de direção ou como membro, tais como: Federação Brasileira das Entidades de Engenharia (Febrae), Unión Panamericana de Asociaciones de Ingenieros (UPADI), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-Mútua, – Associação Brasileira do Ensino de Engenharia (Abenge), Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM), Rede Metrológica do Ceará (RMCE), Clube de Engenharia do Ceará (CEC), Sindicato dos Engenheiros do Ceará (Senge-CE), Associação dos Professores do Ensino Superior do Ceará (Apesc) e Rotary Clube Alagadiço.

 

6 – Qual é a importância de os profissionais da engenharia se engajarem e participarem dessas entidades?

A contribuição social e a oportunidade de contribuir para a valorização dos profissionais e das atividades de engenharia são fundamentais para o crescimento pessoal e profissional. Destaco ainda a rede de relacionamento que se faz com profissionais das diversas modalidades da engenharia e da agronomia, que aumenta a satisfação em se sentir útil e dar uma contribuição efetiva.

Leia mais
Notícias

Ceará empossa novo representante do setor da construção no Estado

Posse_Sinduscon_CE-1

Com a presença do governador do Estado do Ceará, Camilo Santana, de diversas autoridades locais e do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, foi empossada na quinta-feira (6), em Fortaleza (CE), a nova diretoria executiva do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), presidida por Patriolino Dias de Sousa, gestão 2020 – 2023, em sucessão a André Montenegro de Holanda.

Em sua fala, José Carlos Martins destacou as grandes mudanças estruturais pelas quais o País está passando e ressaltou a importância da união do setor para uma participação efetiva e eficaz. Dentre elas, apontou a reforma trabalhista, a reforma previdenciária e a Lei de Liberdade Econômica e as que vêm pela frente: Lei de Licitações, Licenciamento Ambiental, Marco do Saneamento, Marco do Petróleo e Gás, Marco Regulatório de Concessões e PPPs e a Reforma Tributária.

“A mudança é inevitável e, mais do que nunca, o setor tem que estar unido, sabendo exatamente o que quer para participar desse momento”, frisou Martins, alertando que, “se não houver esse cuidado, no futuro pode ser que a construção civil pague um preço muito alto”.

 

José Carlos Martins, presidente da CBIC, na solenidade de posse da nova diretoria do Sinduscon-CE

Martins lembrou que reformas em massa, como as que estão ocorrendo atualmente, foram feitas há cerca de 50 anos. “Naquela época foram criados BNH [Banco Nacional da Habitação], FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], Bacen [Banco Central do Brasil], a Lei de Incorporações e muitas outras que até hoje impactam nossas vidas. Se perdermos esse momento pode ser que a gente tenha que esperar mais uns 10, 20 anos para ter uma nova janela de oportunidade como essa. E nós não podemos perder”, enfatizou.

O presidente José Carlos Martins também agradeceu ao Andre Montenegro pelo apoio inconteste que sempre deu à CBIC. “Parabenizo-o por sua visão inovadora, comum ao povo do Ceará”, disse.

Realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fieac), a cerimônia contou, entre outras, com as presenças das seguintes autoridades:
• Roberto Cláudio, prefeito de Fortaleza
• José Sarto, presidente da Assembleia Legislativa do Ceará
• Antônio Henrique, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza
• Senador Cid Gomes (PDT/CE)
• Senador Tasso Jereissati (PSDB/CE)
• Senador Eduardo Girão (Podemos/CE)
• Deputado Domingos Neto (PSD/CE)
• Ciro Gomes, ex-governador do Ceará
• Ricardo Cavalcante, presidente da Fiec

Sinduscon-CE terá uma administração democrática e participativa

Patriolino Dias de Sousa foi eleito por aclamação, em outubro de 2019. “Nossa administração será democrática e participativa. Toda a diretoria somará forças e trabalhará sempre em conjunto para o fortalecimento do setor”, afirma.

Com vasta contribuição ao desenvolvimento do segmento da construção civil no Estado, o presidente do Sinduscon-CE é diretor executivo da Dias de Sousa Construções há 25 anos, cujo trabalho rendeu à empresa o Prêmio Construtora do Ano pelo Sinduscon em três edições consecutivas (2013, 2014 e 2015).

Foi, ainda, vice-presidente do Sinduscon-CE nas gestões de 2014-2016 e 2017-2019 e eleito no ano de 2015 como presidente da Comissão de Construção Civil e Imobiliária da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

Composição da Diretoria Executiva do Sinduscon-CE – Gestão 2020 – 2023

Presidente: Patriolino Dias de Sousa

Vice-presidente da Área Administrativa: Ananias Pinheiro Granja

Diretor de Marketing: Luís Roberto Studart Soares Filho

Diretor de Assuntos Jurídicos: Alexandre Vasconcelos Accioly de Carvalho

Diretor de Patrimônio: Andrea Coelho de Oliveira

Vice-presidente da Área Financeira: Clausens Roberto de Almeida Duarte

Diretor de Tesouraria: Aristarco Barbosa Sobreira

Diretor de Planejamento: José Carlos Braide Nogueira da Gama Filho

Vice-presidente da Área Imobiliária: José Carlos Braide Nogueira da Gama

Diretor de Investimentos Internacionais: Otacílio Valente Costa

Diretor de Incorporações: Daniel Otoch Simões

Diretor de Obras de Interesse Social: Francisco Kubrusly Neto

Diretor de Estatística: Sérgio Soares Macedo

Vice-presidente da Área de Obras Públicas: Augusto Rogério de Menezes e Souza

Diretor de Obras de Saneamento: José Newton Lopes Ribeiro

Diretor de Obras de Construção: Marcelo Flavio Melo Correia Lima

Vice-presidente da Área de Relações Trabalhistas e Recursos Humanos: Marcelo Pordeus Barroso

Diretor de Relações Intersindicais: Felipe Fernandes Moreira

Diretor de Pesquisas de Relações do Trabalho: Paulo Camara Jatahy

Vice-presidente Área de Tecnologia: Jorge Dennis Pinto Dantas

Diretor de Pesquisas de Processos: Filipe Carvalho de Holanda

Diretor de Pesquisas de Produtos: Paulo Parente Machado

Vice-presidente da Área de Sustentabilidade: Paula Andréa Cavalcante da Frota

Diretor de Responsabilidade Social: Ricardo Miranda Moreira de Sousa

Diretor de Proteção ao Meio Ambiente: Antônio de Mattos Brito Neto

Vice-presidente da Área de Relações Institucionais: Ricardo Nóbrega Teixeira

Diretor de Comunicação e Relações Públicas: Vitor Queiroz Frota

Diretor de Eventos: Fábio Gomes de Albuquerque

Diretor da Região Norte do Estado: Marcelo Gadelha Cavalcante

Conselheiro Fiscal Titular:  Luis Girão

Conselheiro Fiscal Titular:  Manoel Lourenço dos Santos Filho

Conselheiro Fiscal Titular:  Marcos Silva Montenegro

Conselheiro fiscal suplente: Ricardo de Sá Barreto Callou

Conselheiro fiscal suplente:  Carlos Turiano Meira Martin Neto

Conselheiro fiscal suplente: Marcelo Silva Montenegro

 

Fonte: CBIC.

Leia mais
Notícias

Técnica criada na USP torna produção de plásticos mais sustentável

010125200206-carbono-do-bagaco-cana-acucar

Carbono verde

Em busca de uma estratégia sustentável para a obtenção em larga escala de carbono – elemento químico fundamental na produção de cosméticos, plásticos, medicamentos e diversos outros produtos – pesquisadores da Universidade de São Paulo em São Carlos criaram uma técnica inédita, que possibilita a construção de moléculas de interesse industrial por meio do aproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar.

A ideia é substituir o petróleo como fonte do carbono por fontes renováveis. Vários países estipularam como meta para as próximas décadas a substituição de 20% a 30% do carbono proveniente do petróleo por fontes consideradas verdes.

Camila Santos e seus colegas desenvolveram um composto que possui 10 átomos de carbono (C10) e apresenta potencial para ser usado na fabricação de plásticos.

Isso foi possível graças à junção de duas moléculas da valerolactona – líquido incolor obtido a partir do bagaço da cana. Cada molécula da substância possui cinco átomos de carbono.

“Usamos transformações simples e fáceis de serem reproduzidas. O método pode ser aplicado de forma rápida, robusta e com baixo custo”, disse o professor Antônio Burtoloso, orientador da equipe, acrescentando que a síntese do C10 leva apenas um dia.

Reaproveitamento do bagaço da cana

De acordo com estudo divulgado em 2017 pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), o Brasil gerou 166 milhões de toneladas de bagaço na safra 2015/16. Parte da produção acaba sendo descartada e é justamente nesse ponto que o grupo da USP pretende atuar.

“Não precisamos plantar cana-de-açúcar exclusivamente para colher o bagaço. A ideia é aproveitar a parte do resíduo que acaba virando lixo como insumo para a nossa técnica,” disse Burtoloso.

Esta linha de pesquisa envolve a construção de moléculas complexas e com maior valor agregado a partir de moléculas mais simples, que podem ser compradas no mercado. A possibilidade de desenvolver moléculas no laboratório contribui para a preservação ambiental quando a extração de determinada substância da natureza gera prejuízos aos recursos naturais.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Leia mais
Notícias

Como um carro sem motorista vai ouvir uma sirene?

010170200207-ouvido-carros-sem-motoristas

Carros com ouvidos

Tem havido preocupações com o silêncio dos carros elétricos, o que pode representar um risco para os pedestres.

Mas, elétricos ou não, quando os carros se tornarem autônomos – ou seja, quando dispensarem os motoristas para guiá-los – esses veículos que se autodirigem precisarão ter “consciência” dos ruídos do trânsito à sua volta.

Seja a sirene de uma ambulância ou de um caminhão de bombeiros, o apito de um guarda, ou mesmo um grito de alerta de perigo de um transeunte, os carros sem motorista definitivamente precisarão ter ouvidos.

Uma equipe do Instituto de Tecnologia de Mídias Digitais, na Alemanha, já se antecipou a essa necessidade, e acaba de construir o primeiro protótipo de um “sistema auditivo veicular”. Além dos microfones tradicionais, o aparelho inclui uma central de processamento, cujo software já é capaz de identificar os ruídos mais comuns no trânsito, como as sirenes.

“Apesar do enorme potencial de tais aplicações, nenhum veículo autônomo ainda foi equipado com um sistema capaz de perceber ruídos externos,” disse o engenheiro Danilo Hollosi, chefe do grupo de reconhecimento de eventos acústicos do instituto alemão. “Esses sistemas serão capazes de reconhecer imediatamente a sirene de um veículo de emergência que se aproxima, por exemplo, para que o veículo autônomo saiba então se mover para um lado da rodovia e formar uma faixa de acesso para os serviços de resgate.”

Para filtrar os ruídos contínuos da cidade e da estrada, a equipe usou técnicas de inteligência artificial para treinar o algoritmo que roda no “ouvido automotivo”. “Usamos aprendizado de máquina. E, para treinar os algoritmos, usamos toda uma gama de ruídos arquivados,” explicou Hollosi.

A equipe acredita que os primeiros carros com ouvidos não deverão chegar ao mercado antes de 2025 – o sistema de processamento ainda precisará ser otimizado -, mas apostam que sua tecnologia terá uso em muitas outras áreas, como sistemas de segurança, controle de qualidade na indústria, cuidados pessoais e produtos de consumo.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Leia mais
Notícias

O Licenciamento Ambiental é a Consagração do Princípio da Precaução

O-Licenciamento-Ambiental-é-a-Consagração-do-Princípio-da-Precaução-1200×480

O princípio da precaução foi formulado pelos gregos e significa ter cuidado e estar ciente. Precaução relaciona-se com a associação respeitosa e funcional do homem com a natureza. Trata das ações antecipatórias para proteger a saúde das pessoas e dos ecossistemas. Precaução é um dos princípios que guia as atividades humanas e incorpora parte de outros conceitos como justiça, equidade, respeito e senso comum de prevenção”.

É dessa forma que o Ministério do Meio Ambiente se refere ao Princípio da Precaução. Dentre os quatro componentes básicos do princípio, um que tem que ter muito destaque é o de que o ônus da prova cabe ao proponente da atividade. Ora, a realização de um estudo de impacto ambiental é justamente a consagração desse princípio. É sabido que no referido estudo se analisa (i) a alternativa locacional; (ii) o diagnóstico; (iii) os impactos; (iv) a avaliação desses impactos; (v) as medidas mitigadoras, compensatórias e de controle e, se ao final disso tudo se concluir pela viabilidade locacional e sócio-ambiental do projeto, (vi) a orientação no sentido de expedição das licenças ambientais. Dessa forma, o princípio da precaução é o que determina a realização de todo esse processo de licenciamento.

Justamente por esse fato é que o princípio não deve ser utilizado para obstar a implantação ou operação de projetos ou atividades que passaram ou passam pelo crivo do processo de licenciamento. Utilizar o princípio dessa forma é fazer mau uso do mesmo.

Os questionamentos a determinados processos, projetos ou atividades devem ter por base a interpretação errônea da legislação ou alguma controvérsia técnica. Isso porque uma decisão administrativa ou judicial deve ser tomada com base em questões técnicas e/ou jurídicas concretas e não por ilações ou remissões a um princípio que, repita-se, é consagrado justamente com a realização do processo de licenciamento ambiental.

Os princípios devem ser utilizados como balizadores das normas ou então na falta delas. Utilizá-los por discordar das normas ou na falta de argumentos sólidos certamente levará a tão combatida insegurança jurídica.

Que o licenciamento ambiental, os estudos técnicos e os órgãos integrantes do SISNAMA cada vez mais se fortaleçam e que os princípios, notadamente para as questões ambientais o princípio da precaução, sejam balizadores da atuação estatal e não fundamento para paralisar atividades que promovam o desenvolvimento sustentável.

Fonte: SAES ADVOGADOS.

Leia mais