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Senge-CE atende decreto Estadual e mantém atendimento remoto nesta semana

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A fim de prezar pela saúde e bem estar de todos os seus servidores e da sociedade em geral, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) informa que permanecerá em atendimento em home office enquanto vigorar o decreto do Governo do Estado. Reforçamos o compromisso com nossos sindicalizados e deixamos nossos canais de comunicação remota disponíveis a partir das 9h.

Desde já, desejamos saúde a todos e reforçamos a importância de seguir os protocolos de segurança sanitária visando o bem estar geral.

“Nosso compromisso neste momento é zelar pela nossa saúde, dos nossos funcionários e sindicalizados. O Senge segue com um atendimento de qualidade, mesmo a distância e espera que assim que possível possamos retomar nossas atividades da maneira convencional”, afirma Teodora Ximenes, presidente do Senge-CE

Canais de comunicação para atendimento aos nossos associados:

Maizinha: (85) 99751.0012 – sengece@gmail.com

Wladia: (85) 99825.0186 wladia.sengece@gmail.com

Neusa: neusa.sengece@gmail.com

Cecília: mariaceciliasengece@gmail.com

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Capacete Elmo é desenvolvido por profissionais da tecnologia e salva vidas

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Na luta contra a covid-19, a criatividade e o trabalho árduo são ferramentas fundamentais. A prova disso é o capacete Elmo, utilizado como ferramenta de ventilação assistida. Desenvolvido pela Universidade de Fortaleza, em parceria com a Escola de Saúde Pública e a Federal do Ceará, o utensílio está diretamente ligado à linha de frente do combate ao coronavírus.

Com preços exorbitantes e a alta na demanda, os respiradores se tornaram artigo de luxo nas unidades de saúde. Graças aos engenheiros, que contribuíram fortemente para a melhoria da situação da saúde no país, diversos hospitais tiveram o Elmo como uma nova opção para sanar a escassez.

“Diversos profissionais estão envolvidos na criação, produção, testes e comercialização do Elmo, é um trabalho de formiguinha. Ele é a opção mais confortável para o paciente, que não precisa ficar sedado e respira um ambiente de atmosfera controlada. Além disso, ainda protege os profissionais de saúde contra as partículas de saliva e a tosse das pessoas doentes”, explica Herbert Rocha, designer industrial que participou da produção do capacete.

Durante o pico da crise sanitária em Manaus, o Elmo foi fortemente utilizado para levar o mínimo de qualidade de recuperação para os pacientes. De acordo com Herbert, além do conforto para o enfermo, o desperdício de oxigênio é quase nulo, já que não há vazamento no aparelho.

Desta forma, os profissionais da área de tecnologia mostram seu valor na luta incessante contra um inimigo invisível que já tirou mais de 250 mil vidas em nosso país.

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As baterias que podem tornar o petróleo coisa do passado

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Lá estão as chaminés gêmeas da torre da usina de Moss Landing sobre a Baía de Monterey. Avistados por quilômetros ao longo da costa norte da Califórnia, os pilares de 150m de altura coroam o que já foi a maior estação de energia elétrica do Estado americano, movida a gás natural.

Hoje, enquanto a Califórnia se movimenta continuamente para “descarbonizar” sua economia, essas chaminés estão inativas, e a usina está praticamente desativada.

Mas o local está prestes a começar uma vida nova como a maior bateria do mundo, armazenando o excesso de energia quando os painéis solares e os parques eólicos estão produzindo eletricidade – e abastecendo de volta a rede quando eles não estão gerando energia.

Dentro do prédio da turbina, uma bateria de íon-lítio de 300 megawatts está sendo preparada para operação — e outra de 100 megawatts deve ser lançada neste ano.

Essas não são as únicas baterias de grande porte que logo estarão operando na usina de Moss Landing.

Um total de 182,5 megawatts adicionais produzidos por 256 unidades de bateria Megapack da Tesla está programado para começar a abastecer a rede elétrica da Califórnia em meados de 2021, com planos de agregar capacidade suficiente para abastecer todas as casas nas proximidades de San Francisco por seis horas, de acordo com a concessionária Pacific Gas & Electric (PG&E), que vai operar o sistema.

Além disso, um projeto de armazenamento de 250 megawatts foi lançado no ano passado, em San Diego; um sistema de 150 megawatts começou a ser construído perto de San Francisco; um projeto de bateria de 100 megawatts está quase pronto em Long Beach; e há vários outros em diferentes estágios de desenvolvimento em todo o Estado.

A Califórnia é atualmente líder global no esforço para compensar a intermitência da energia renovável em redes elétricas com baterias de armazenamento em larga escala, mas o resto do mundo está seguindo seu exemplo.

Os planos anunciados recentemente variam de um sistema de 409 megawatts no sul da Flórida, nos EUA, a uma usina de 320 megawatts perto de Londres, no Reino Unido, a uma instalação de 200 megawatts na Lituânia e uma unidade de 112 megawatts no Chile.

Impulsionados pela queda acentuada dos preços e pelo avanço tecnológico que permite que as baterias armazenem quantidades cada vez maiores de energia, os sistemas de rede de larga escala estão registrando um crescimento recorde.

Muitos dos ganhos são reflexo da corrida da indústria automobilística para construir baterias de íon-lítio menores, mais baratas e mais potentes para carros elétricos.

Nos EUA, as exigências estaduais de energia limpa, junto a incentivos fiscais para sistemas de armazenamento que são combinados com instalações solares, também desempenham um papel importante.

A implantação em massa do armazenamento pode superar um dos maiores obstáculos da energia renovável: seu ciclo entre o excesso de oferta quando o sol brilha ou o vento sopra, e a escassez quando o sol se põe ou o vento diminui.

Ao suavizar os desequilíbrios entre a oferta e a demanda, dizem os defensores da ideia, as baterias podem substituir as usinas de combustível fóssil de pico, que entram em operação algumas horas por dia quando a demanda por energia aumenta.

Desta forma, a disseminação do armazenamento de energia pode ser fundamental para expandir o alcance das energias renováveis ​​e acelerar a transição para uma rede elétrica livre de carbono.

“O armazenamento de energia é, na verdade, a real ponte para um futuro com energia limpa”, diz Bernadette Del Chiaro, diretora-executiva da California Solar and Storage Association.

A rapidez com que esse futuro vai chegar depende em grande parte da velocidade com que os custos vão continuar a cair. O preço das baterias de armazenamento em larga escala nos EUA despencou, caindo quase 70% entre 2015 e 2018, de acordo com a Administração de Informação de Energia do país.

Essa queda brusca de preços seguiu os avanços na química da bateria de íon-lítio para melhorar significativamente o desempenho. A capacidade da bateria também aumentou, com instalações capazes de armazenar e descarregar energia por períodos cada vez mais longos.

Hornsdale Power Reserve, no sul da Austrália
CRÉDITO,ALAMY, Atualmente, a maior bateria do mundo é a Hornsdale Power Reserve, no sul da Austrália

A concorrência no mercado e o aumento da produção de baterias também desempenham um papel importante; uma projeção do Laboratório Nacional de Energia Renovável dos EUA prevê uma queda de mais de 45% no custo médio das baterias de íon-lítio entre 2018 e 2030.

“Estamos praticamente pegando carona no avanço da tecnologia das baterias de íon-lítio, que é impulsionado principalmente por veículos elétricos e eletrônicos de consumo”, diz Ray Hohenstein, diretor da Fluence, provedora de tecnologia de armazenamento de energia com projetos que totalizam quase 1 gigawatt (1.000 megawatts), previstos para entrar em operação na Califórnia dentro de um ano.

O dinheiro investido em pesquisas para essas aplicações está reduzindo os custos em todas as áreas, afirma Hohenstein.

“É exatamente como o que vimos com os painéis solares.”

Na Califórnia, a queda dos preços das baterias, seguido do incentivo agressivo do Estado em direção a uma rede elétrica livre de carbono até 2045, levou a uma série de projetos de armazenamento.

Um projeto de lei de 2013 definiu uma meta de 1,325 gigawatts de armazenamento a serem comissionados para a rede do Estado até 2020. Com 1,5 gigawatts de projetos atualmente aprovados — incluindo mais de 500 megawatts instalados até agora —, essa meta já foi superada, de acordo com a California Public Utilities Commission.

Quando o projeto Moss Landing estiver totalmente operacional, em meados de 2021, vai mais do que dobrar a quantidade de armazenamento de energia na Califórnia.

Vários outros Estados americanos também estão embarcando em grandes projetos de armazenamento de energia. Entre eles, o projeto Ravenswood de 316 megawatts, em Nova York, será capaz de fornecer energia a mais de 250 mil residências por até oito horas, substituindo duas usinas de pico a gás natural no bairro do Queens.

E o sistema Manatee de 409 megawatts planejado para o sul da Flórida será carregado por uma usina solar adjacente. A instalação, que a concessionária Florida Power and Light diz que será o maior sistema de bateria movido a energia solar do mundo, substitui duas unidades antigas de gás natural.

Como um todo, a capacidade das baterias de larga escala dos EUA deve aumentar de 1,2 gigawatts em 2020 para quase 7,5 gigawatts em 2025, de acordo com a Wood MacKenzie, empresa de pesquisa e consultoria de recursos naturais.

Kelly Speakes-Backman, presidente-executiva da Associação de Armazenamento de Energia dos EUA, diz que a inclusão do armazenamento de bateria dobrou em 2020, e provavelmente teria triplicado se não fosse pela desaceleração da construção causada pela pandemia de covid-19.

As baterias de larga escala para armazenamento de energia são a solução para a volatilidade da energia renovável — fazendo com que a energia solar não fique restrita às horas do dia
CRÉDITO,GETTY IMAGES As baterias de larga escala para armazenamento de energia são a solução para a volatilidade da energia renovável — fazendo com que a energia solar não fique restrita às horas do dia

A Europa demorou mais para aderir ao armazenamento.

“Em geral, a Europa é um pouco mais conservadora” quando se trata de tais desenvolvimentos, diz Daniele Gatti, analista da IDTechEx, empresa de pesquisa de mercado com sede no Reino Unido especializada em tecnologia emergente.

Segundo ela, o desenvolvimento do armazenamento de energia na Europa foi prejudicado por um mercado restritivo de eletricidade dominado por leilões do governo que tendem a subestimar o armazenamento. Ainda assim, alguns projetos de baterias de larga escala estão tomando forma agora, incluindo o sistema Gateway de 320 megawatts a ser construído em uma nova instalação portuária perto de Londres.

Globalmente, Gatti prevê um rápido crescimento no armazenamento de energia, chegando a 1,2 terawatts (1.200 gigawatts) na próxima década.

Entre os principais players está a Austrália, que em 2017 se tornou a primeira nação a instalar uma bateria de armazenamento de larga escala em sua rede, a Hornsdale Power Reserve, com 100 megawatts, e agora planeja adicionar outros 300 megawatts perto de Victoria.

O novo sistema vai distribuir eletricidade entre os Estados conforme a necessidade, maximizando a eficiência da infraestrutura de transmissão existente e reduzindo a necessidade de construção de novas linhas elétricas que ficariam ociosas na maior parte do tempo.

Projetos semelhantes estão surgindo em Baden-Württemberg, no sudoeste da Alemanha.

E embora a Moss Landing, nos Estados Unidos, esteja prevista para ser a maior bateria do mundo, não se sabe por quanto tempo. A Arábia Saudita acaba de anunciar sua candidatura a esse título, com um enorme sistema de armazenamento de energia solar na costa oeste do país.

A instalação fornecerá energia 100% renovável 24 horas por dia para um complexo de resort de 50 hotéis e 1,3 mil casas sendo construídas ao longo do Mar Vermelho.

Com um relatório recente concluindo que a maioria das usinas de combustível fóssil nos Estados Unidos chegará ao fim de sua vida útil em 2035, especialistas dizem que a hora para o rápido crescimento no armazenamento de energia em escala industrial está próxima.

Yiyi Zhou, especialista em sistemas de energia renovável da Bloomberg NEF, diz que as energias renováveis ​​combinadas ao armazenamento em bateria já são uma alternativa economicamente viável à construção de novas usinas de pico de gás.

Combinar geração de eletricidade com armazenamento funciona especialmente bem com energia solar, que geralmente segue um padrão diário previsível. E, segundo Zhou, à medida que mais energia solar entra na rede, o custo de operação das usinas a gás, na verdade, aumenta.

“Isso acontece principalmente porque [as usinas a gás] são forçadas a ligar e desligar muito mais agora por causa da penetração solar”, diz Zhou.

“Isso adiciona desgaste e encurta sua vida útil.”

As baterias estão começando a atingir um tamanho — cerca de 200 megawatts — que permite que as energias renováveis ​​substituam os geradores de gás natural de pequeno a médio porte, acrescenta Hohenstein, da Fluence.

Operários em instalação
CRÉDITO,ALAMY O preço das baterias de íon-lítio despencou nos últimos anos — e a previsão é que caia ainda mais, tornando as baterias maiores mais viáveis

“Agora somos capazes de realmente construir esses recursos híbridos — solar, de armazenamento, eólico — e fazer o trabalho que era tradicionalmente feito por usinas de combustível fóssil”, afirma Hohenstein, cuja empresa está observando um aumento no interesse por projetos de grande porte.

Adicionar armazenamento também torna a energia renovável mais lucrativa, diz Wesley Cole, analista de energia do Laboratório Nacional de Energia Renovável.

“Um dos desafios da energia renovável é que quanto mais você coloca na rede, mais o valor diminui”, diz Cole.

O armazenamento ajuda a lidar com isso absorvendo o excesso de energia que seria perdido no meio do dia, quando a demanda por eletricidade é menor, e transferindo-a para um momento em que tenha mais valor.

Embora o armazenamento de energia esteja prosperando em mercados de grande valor, como a Califórnia, os preços das baterias precisam reduzir ainda mais para alcançar uma implantação global em grande escala.

No entanto, os analistas estão otimistas de que os preços das baterias vão cair o suficiente para o uso generalizado de armazenamento de energia.

“Vemos o armazenamento como um grande player em efetivamente todos os futuros que vislumbramos”, diz Cole.

“E não apenas um ou dois gigawatts… mas dezenas a centenas de gigawatts.”

Fonte: BBC

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Energia eólica chega a 18 GW de capacidade instalada no Brasil

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Dados de fevereiro de 2021 da ABEEólica mostram que o país já tem mais de 8.300 aerogeradores em 695 parques eólicos

A energia eólica acaba de atingir a marca de 18 GW de capacidade instalada, 10,3% da matriz elétrica nacional. De acordo com dados apresentados pela Associação Brasileira da Energia Eólica, são 695 parques e mais de 8.300 aerogeradores. Uma década atrás o segmento ainda contava com menos de 1 GW de capacidade e hoje é a segunda maior, ficando atrás apenas da hidrelétrica que possui 58,7% do parque instalado no país.

“Há exatos dez anos, em 2011, tínhamos menos de 1 GW de capacidade instalada e cá estamos nós comemorando 18 GW no início de 2021. É um feito impressionante, fruto não apenas dos bons ventos brasileiros, mas também de uma indústria que se dedicou a construir fábricas, trazer e implantar novas tecnologias e que se tornou muito competitiva”, explica Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica.

A entidade destaca que em dias de recorde a fonte já chegou a atender até 17% do país durante todo o dia. A previsão é que, até 2024, considerando apenas os leilões já realizados, a fonte avance até cerca de 28 GW. Mas continua a ABEEólica, estes números devem ser maiores, porque não captam completamente o desempenho do mercado livre, que vai se somando a esses valores conforme os novos contratos vão sendo fechados.

“Temos que lembrar que de 2018 a 2020 o ACL foi responsável por uma maior contratação que o ACR no caso de eólicas”, detalha Elbia. “Temos, no entanto, que considerar que a eólica está passando por um momento de expansão no mercado livre e isso tende a fazer muita diferença para o setor, podendo equilibrar a falta de demanda no regulado. E, mesmo nos leilões regulados, ainda que eles possam ser menores, sabemos que as eólicas tendem a ter um papel importante pela sua competitividade e pelo que sinaliza o PDE 2029”, analisa Elbia.

A executiva aponta que a pandemia de covid-19 trouxe impacto, até porque a queda de demanda foi grande. Este fator deverá levar a uma menor declaração de necessidade por parte das distribuidoras nos próximos leilões destinados ao mercado regulado.

Ao mesmo tempo, lembrou Elbia, a pandemia levou a uma discussão que é a necessidade de termos uma retomada verde da economia. O Global Wind Energy Council(GWEC, co- organizador do Brazil Windpower com a ABEEólica e o Grupo CanalEnergia), por exemplo, lançou o documento “Energia eólica: um pilar para a recuperação da economia global – Reconstruindo melhor para o futuro”.

No manifesto, que está em inglês, o GWEC apresenta argumentos sobre o poder de investimento da eólica, com criação de empregos e efeitos positivos para as comunidades e para o desenvolvimento tecnológico. Além disso, apresenta ações que podem ser tomadas pelos governos para garantir que, no “day after” dessa pandemia, os esforços para reconstrução e retomada da economia possam acontecer de forma a contribuir para termos uma sociedade mais justa e sustentável.

Para Elbia, esta é uma discussão imprescindível e a pandemia está abrindo ainda mais os olhos da humanidade para o inadiável combate ao aquecimento global.

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Investimento de US$ 5,4 bi: Ceará anuncia hub para se tornar protagonista global em hidrogênio verde

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Programa inclui a implementação de uma usina do combustível considerado limpo e que deve movimentar a indústria, geração de energia e o setor de transportes

O Governo do Ceará lançou na manhã desta sexta-feira (19) o hub de hidrogênio verde do Estado, programa de energia limpa que inclui a construção de uma usina no Porto do Pecém. Para a implementação da planta de produção do combustível limpo, apontado como a energia do ‘futuro’, serão investidos US$ 5,4 bilhões pela empresa australiana Enegix Energy.

A usina é uma das principais apostas do executivo estadual para impulsionar a economia cearense nos próximos anos.

“Momento histórico para a economia”, diz Camilo

Reunião Camilo
Autoridades assinaram hoje acordo para o hub de hidrogênio verde Foto: Carlos Gibaja/Governo do Ceará

“É a única energia verde renovável que pode ser transportada. Nós podemos exportar essa energia para o mundo inteiro”, pontuou Camilo Santana durante o anúncio do projeto. “Nós estamos aqui dando um pontapé inicial em um momento que eu considero histórico para o Ceará”, afirmou o governador.

ANÁLISE

Porto Pecém

Colunista Victor Ximenes: hub de hidrogênio verde no Ceará supera velho sonho da refinaria

Na ocasião, foi assinado um memorando de entendimento com a empresa australiana que fará a implementação da usina de hidrogênio verde no Ceará. Também estiveram presentes durante a assinatura o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado (Sedet), Maia Júnior; o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Ricardo Cavalcante; e o reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Cândido Albuquerque.

“Temos o que há de melhor em energia”, afirma Ricardo Cavalcante

presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, também considera que se trata de um momento histórico para o Ceará. “Temos o que há de melhor no mundo em energia, com a complementaridade da energia solar e eólica. Isso nos faz imbatíveis no mundo em produção de energia. O Ceará, com toda essa capacidade, poderá se tornar um grande produtor mundial de hidrogênio verde”, destacou.

Maia Júnior, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, afirmou que o hidrogênio verde “é um elemento que se soma aos nossos potenciais naturais para criar riqueza. É um projeto de futuro do desenvolvimento do Ceará. Tudo isso foi construído com diálogo, com a participação de todos”.

Cândido Albuquerque, reitor da UFC, frisou que a iniciativa é inédita. “O momento para o Ceará significa que, ao contrário de esperar que outros países produzam para que nós importemos, estamos criando, inovando E empreendendo. Isso é essencial”, arrematou.

Conforme projeções de especialistas, o Ceará deve ser o maior produtor de hidrogênio verde do País e também o principal exportador para a Europa, transferindo o produto através do Porto do Pecém, com destino ao Porto de Roterdã, na Holanda.

Potencial do hidrogênio verde

A Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) projeta até 2025 que 6% do consumo final de energia global esteja associado ao hidrogênio.

O hidrogênio verde representa uma das soluções energéticas mais promissoras, acessíveis e sustentáveis para reduzir as emissões de gás carbônico.

E para alcançar a neutralidade climática proposta para 2050, a descarbonização de indústrias que dependem do uso de combustíveis fósseis será preponderante.

O que é o hidrogênio verde?

Hidrogênio verde é o hidrogênio obtido a partir de fontes renováveis, sem a emissão de carbono. Diferentemente dos combustíveis fósseis, o aproveitamento energético do hidrogênio raramente se dá por sua combustão, e sim por meio de uma transformação eletroquímica, realizada em células conhecidas como “células a combustível”.

O oxigênio presente na atmosfera se combina com o hidrogênio, produzindo energia elétrica e água. Assim, a geração de energia por meio de células a combustível em si não causa danos ao meio ambiente.

Fonte: Diário do Nordeste

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Nota de Pesar

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É com imenso pesar que o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) informa a morte do agrônomo e presidente da Federação da Agricultura do Ceará (Faec), Flávio Sabóya.
Antes de assumir a presidência da Faec, ele foi seu vice-presidente (na gestão Torres de Melo) e superintendente do Senar durante 11 anos. Assim, durante 21 anos, Sabóya dedicou-se à defesa dos interesses da agropecuária cearense. Neste momento de dor e tristeza, nós que fazemos parte do Senge-CE prestamos nossos sentimentos aos familiares, amigos e a todos que conviveram com o agrônomo, que tanto fez pelo Ceará. Recebam as nossas mais sinceras condolências e que Deus conforte a todos. Descanse em paz!

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Engenharia: fechamento da Ford no Brasil tem efeito profundo no mercado de trabalho

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) recebeu com indignação e perplexidade a informação, divulgada em janeiro, que a empresa automobilística Ford, que tem operação na cidade de Horizonte (CE), por meio da marca Troller, deverá até o fim do ano encerrar sua produção no Brasil. Além de Horizonte, a empresa tem montadoras em Camaçari (BA) e Taubaté (SP).

No Brasil serão 6 mil empregos diretos eliminados e mais dezenas de milhares na cadeia produtiva, sem contar o impacto em toda a economia e receitas públicas desses locais. A Troller conta, atualmente, com cerca de 470 empregados diretos, com salários entre R$ 1.100 e R$ 12 mil, considerando todos os níveis, dentre eles engenheiros de produção, eletricistas e mecânicos que ficarão sem emprego.

Um estudo da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostra que um carro no Brasil paga entre 48,2% e 54,8% de taxa, levando todos os impostos como ICMS, ISS, PIS e Cofins (e o efeito cascata embutido nele). Mas o fato de os custos fixos no país vizinho, a Argentina, serem mais baixos, como os gastos com a mão de obra, também pode ter pesado na decisão.

Segundo a presidente do Senge-CE, Teodora Ximenes, o fechamento da montadora no Ceará trará uma série de prejuízos ao país e à categoria dos engenheiros. “Para além das graves consequências aos trabalhadores, concessionários e fornecedores, a saída da Ford é péssima para o Brasil. As operações na América do Sul continuam e o mercado brasileiro receberá carros importados da Argentina e do Uruguai. Um vexame para o Brasil, que é o maior produtor de veículos da região”, enfatiza Teodora.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Maracanaú (Sindimetal), Nilton Pereira, representantes da Ford já teriam confirmado que a fábrica no Ceará deverá continuar operando até o fim de 2021. Mas, enquanto a unidade em Horizonte não fecha, os funcionários aguardam a finalização de negociações da Ford para a venda da fábrica. Nilton revelou que os diretores nacionais da montadora informaram ao sindicato que estão buscando compradores para a unidade fabril. “A situação geral não foi boa, e faltou uma negociação com os representantes do Brasil para não termos uma parada de vez como foi em algumas fábricas. Foi uma surpresa para todos nós”, salientou Pereira.

Com o movimento de retirada de um país, qualquer empresa leva muita bagagem. Emprego qualificado é uma delas. Economistas estimam que cada vaga cortada na indústria pode deixar outros cinco profissionais desempregados na cadeia produtiva. Um carro, com todos os sistemas, tecnologia e acessórios embarcados, é um espelho disso. É todo um cenário econômico institucional que faz com que o Brasil deixe de ser interessante, pelo menos a médio prazo, para o investimento estrangeiro.

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Saque do FGTS integral em 2021 liberado; veja quem pode

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Devido ao estado de calamidade pública decretado pelo governo em razão da pandemia do novo coronavírus, os trabalhadores têm conquistado na Justiça o direito de sacar todo o recurso do FGTS.

A modalidade de saque é diferente do saque emergencial ou do saque-aniversário, bem como do saque-rescisão. Portanto, para sacar o valor do FGTS não é necessário que a pessoa seja demitida por justa causa.

Isso porque a legislação estabelece que o trabalhador ou desempregado que mora em área em situação de emergência ou estado de calamidade pública poderá movimentar a conta do FGTS.

De acordo com o advogado trabalhista Peterson Vilela, do escritório L.O. Baptista Advogados, ao site “Metrópoles”, a pessoa deve apresentar o máximo de documentos que possam comprovar a necessidade de sacar o recurso.

O advogado explica que apenas entrar com uma ação não é suficiente, é preciso apresentar prova documental. Portanto, é necessário apresentar ao juiz documentos que consigam convencê-lo de que existe a precisão do dinheiro – como eventual pagamento de aluguel ou se a pessoa está com contas atrasadas.

Uma série de documentos foi feita pelo advogado para que possam ser utilizados durante a ação judicial. Veja a lista:

  • Contrato de locação e eventual carta de cobrança; 
  • Boleto de condomínio e carta de cobrança; 
  • Boleto de plano médico; 
  • Comprovantes de água, energia, gás e provedor de internet; 
  • Mensalidade escolar; 
  • Extrato bancário para demonstrar eventual saldo negativo; 
  • Holerite com redução de salário (se a pessoa passou por essa alteração em razão da pandemia); 
  • Notas de compras de alimentação e remédio. 

Novo FGTS de R$1.100 em 2021?

Uma nova rodada do saque emergencial do FGTS tem grande expectativa de ser liberada. A medida anunciada foi uma das iniciativas adotadas pelo governo em 2020 com o objetivo de amenizar os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19.

Ainda não uma data específica para liberação dos saques do Fund. Caso o programa emergencial de saque funcione nos mesmos moldes de 2020, o valor liberado em 2021 será de um salário mínimo, ou seja, R$ 1.100. O valor do salário mínimo foi reajustado em 5,26%. em 2021.

O valor liberado para saques em 2020 utilizava os recursos das contas ativas (emprego atual) e inativas (empregos anteriores) dos trabalhadores. Vale salientar que, mesmo que o cidadão possua mais que um salário mínimo em conta, o saque se limita ao valor  do mínimo. Acontece o mesmo com o trabalhador que possui menos que o mínimo em conta, ou seja, ele poderá sacar somente o que possuir até o teto de R$ 1.100.

O cenário ideal para analisar a possibilidade de liberação de saque do FGTS é o cenário atual, segundo um dos desenvolvedores da medida. O anúncio da nova rodada de saques pode acontecer ainda em janeiro.

De acordo com membros da equipe econômica do governo, há uma margem para que os recursos do FGTS sejam liberados sem que possa comprometer a sustentabilidade do Fundo de Garantia.

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Incorporadoras de médio e alto padrão apontam perspectivas para 2021

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Superando as adversidades impostas pelo atípico ano de 2020, o mercado imobiliário residencial registrou crescimento de 13,5% nas vendas e obteve o melhor resultado desde 2014. As informações são da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Neste contexto, é importante destacar o papel do segmento de médio e alto padrão, que retomou espaço em um mercado que vinha sendo amplamente dominado por imóveis econômicos nos anos anteriores. Isso não significa, porém, que os empreendimentos voltados para o programa Casa Verde e Amarela performaram mal.

“O resultado do setor imobiliário foi excelente no ano passado em todas as suas categorias. Enquanto a baixa renda seguiu muito bem, média e alta renda voltaram mais fortes. Tivemos um ano de 2020 com excesso de liquidez no Brasil e no mundo”, diz Luciano Amaral, diretor-geral da Benx.

“Em um ano tão ruim para todos, seja pelos efeitos negativos provocados pela crise de saúde, como também pela derivação desse cenário na economia, dois mercados acabaram surfando um momento muito positivo: o imobiliário e o comércio eletrônico”, complementa Diego Villar, CEO da Moura Dubeux.

Este movimento de retomada, com destaque para os empreendimentos de médio e alto padrão, pode ser explicado pela conjuntura econômica que se formou. De acordo com Fábio Tadeu Araújo, sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, o público mais impactado pela queda das taxas de juros foi o de alta renda.

“Para quem tem dinheiro guardado, este cenário impulsiona a retirada de aplicações no banco para a compra de imóveis. Manter o capital aplicado na renda fixa passou a ser pouco vantajoso”, diz o especialista, acrescentando que, dentre as famílias com renda mensal acima de R$ 20 mil, 20% adquirem imóveis com propósito de investimento.

Os 80% restantes, por sua vez, mesmo que também considerem a compra um investimento, adquirem o imóvel com intenção de morar. Para Araújo, isso está ligado ao fato de que famílias de alta renda se mantêm  por um bom tempo sem mudar de casa, permitindo-se fazer isso em meio à pandemia.

Adolpho Lindenberg Filho, diretor-presidente da incorporadora que carrega seu nome, ainda acrescenta o fato de as pessoas terem permanecido muito tempo em confinamento devido ao  home office: “Consequentemente, uma casa ou um apartamento maior e mais confortável se tornaram uma necessidade, valorizando gardens e coberturas. Quem pôde, comprou”.

A Trisul, representada pelo CEO Jorge Cury, também crê que os imóveis maiores ganharam força na pandemia e ressalta que os apartamentos de três suítes, por exemplo, foram vendidos muito mais rapidamente do que aqueles com metragens menores. “As pessoas buscaram esse tipo de conforto porque têm passado mais tempo em casa”, afirma.

Para o executivo, a busca por mais espaço ocorre mesmo nos bairros mais valorizados de São Paulo. Por conta dos elevados preços, contudo, outras pessoas acabam optando por imóveis de médio e alto padrão em bairros mais periféricos ou mesmo no interior e no litoral.

“A localização segue sendo, sem sombra de dúvidas, um dos principais vetores na decisão de compra. Acontece que, a partir do momento em que o trabalho remoto ganhou força, alguns outros locais passaram a ter uma demanda que antes era menor ou não existia”, assinala Diego Villar, da Moura Dubeux.

“As pessoas têm procurado por mais qualidade de vida. Em alguns casos, inclusive, a segunda residência virou a primeira, o que também está ligado com a questão de ter um espaço verde”, complementa Luciano Amaral, da Benx.

No contexto de alta do mercado imobiliário residencial, é importante ressaltar a digitalização do processo de venda feita pelas incorporadoras. Em meio a um cenário de isolamento social, a tecnologia foi essencial para alcançar bons resultados comerciais.

Perspectivas para 2021

Apesar de haver preocupações com os impactos da covid-19, como o aumento no preço dos insumos, os entrevistados pelo GRI Club acreditam que o mercado residencial de média e alta renda permanecerá em alta neste ano, até pela maior facilidade na absorção dos preços dos materiais de construção.

“O setor se atenta aos constantes aumentos do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) e do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). A Selic, hoje em 2%, também deve subir este ano, mas até 6% consideramos favorável para o mercado imobiliário. Mesmo com as dificuldades, creio em outro bom ano para o segmento de médio e alto padrão”, diz Adolpho Lindenberg, que planeja lançar três prédios residenciais de luxo em bairros nobres da capital paulista em 2021.

Jorge Cury, da Trisul, revela que a incorporadora planeja lançar 11 empreendimentos ao longo do ano, com R$ 2 bilhões em valor geral de vendas (VGV). Todavia, o executivo chama atenção para o aumento no preço dos terrenos em São Paulo: “Existem os valores pré e pós-pandemia, principalmente em um lugar com tão pouca oferta”.

“Não tenho dúvida que o mercado de médio e alto padrão vai seguir forte. Apesar disso, existem ameaças como o aumento do desemprego, a inoperância do governo e as incertezas sobre a vacinação. Acho que não vai acontecer, mas uma possível ineficácia das vacinas seria um grande problema”, diz Luciano Amaral, diretor-geral da Benx, que também planeja lançar até 11 empreendimentos no ano, com VGV de aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

Já Diego Villar, CEO da Moura Dubeux, optou por não anunciar o guidance da incorporadora, mas está otimista para 2021. “O que posso dizer é que não há nada que nos leve a tomar uma decisão diferente de acelerar os lançamentos, seguindo a expectativa de crescimento do último semestre de 2020”.

Fábio Tadeu Araújo, sócio-diretor da Brain, recorre ao efeito ‘manada’ para justificar a expectativa positiva para este ano: “Ter um familiar ou um amigo que adquiriu um imóvel te estimula a também comprar. Quanto às taxas de juros, mesmo que aumentem um pouco, devem permanecer em níveis baixos. Acreditamos que o cenário é propício para o segmento de médio e alto padrão bater recordes em 2021”.

Por Daniel Caravetti

Fonte: GRIHub
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Neuralink | Implantes cerebrais em humanos podem começar neste ano, diz Musk

08022021
Com os avanços da tecnologia e da Inteligência Artificial (IA), a humanidade se aproxima de uma simbiose com as máquinas. No entanto, ainda é preciso desenvolver formas de melhorar essas conexões entre organismos. Nesse caminho, a empresa de neurotecnologia Neuralink deve começar os testes de implantes cerebrais neste ano. Esta é a aposta do fundador da companhia, Elon Musk.Na segunda-feira (1), Elon Musk afirmou que a Neuralink estaria trabalhando em colaboração com a Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos. Vale lembrar que a FDA é uma agência federal do governo norte-americano responsável por regular e aprovar novos produtos farmacêuticos e dispositivos médicos, para impulsionar sua pesquisa. Em outras palavras, é a entidade que autorizaria os testes dos implantes cerebrais da companhia.

“A Neuralink está trabalhando, de forma intensa, para garantir a segurança do implante [cerebral] e está em estreita comunicação com a FDA. Se tudo correr bem, talvez possamos fazer testes iniciais em humanos no final deste ano”, escreveu Musk, em suas redes sociais.

O que a Neuralink poderá fazer?

Até o momento, não foi especificado quais tipos de testes a agência regulatória permitirá que a Neuralink realize em humanos. Recentemente, a empresa testou um implante em um macaco e, segundo os responsáveis, o animal já estaria usando o dispositivo para jogar uma espécie de videogame, com o “poder da mente” e um chip.

No ano passado, a companhia de Musk fez uma apresentação pública mostrando os seus implantes cerebrais em porcos e explicando o comportamento deles com o componente no cérebro. Desde o lançamento da Neuralink, o fundador afirma que, um dia, o implante será capaz de transmitir música diretamente para o cérebro das pessoas e conectar a mente humana a computadores poderosos, por exemplo. No entanto, até agora, os avanços são menos grandiosos.

Coincidência ou não, no final de janeiro, Musk anunciava novas vagas e procurava colaboradores para a Neuralink. Na ocasião, o fundador reafirmou que, no curto prazo, o implante resolverá lesões cerebrais. Nos próximos anos, será possível uma simbiose entre o homem e a máquina, com a IA. “O último será importante ao nível da espécie”, defende.

Mesmo que as autorizações da Neuralink caminhem conforme o esperado, um ponto é: será fácil atrair voluntários para este tipo de pesquisa que pode trazer consequências inimagináveis? Segundo os usuários das redes sociais, sim. Já existem alguns indivíduos se oferecendo para os estudos. É o caso de um homem que sofreu “um acidente de carro há 20 anos” e, desde então, vive com paralisia parcial dos membros.

Fonte: Canaltech

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