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24º Congresso Brasileiro de Engenheiros Civis apresenta técnicas modernas e inovadoras

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O Diretor de Comunicação do SENGE – CE, Áulio Antunes, participou de 9 a 11 de outubro do 24º Congresso Brasileiro de Engenheiros Civis, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Com o tema “Engenharia Civil em Movimento”, o evento abordou questões  como modais de transportes, restauro, ensaios laboratoriais, técnicas modernas e inovadoras voltados para a construção civil e normas de desempenho.
Considerado o maior congresso da área, os participantes contaram com minicursos, palestras e com a presença de renomados profissionais.
“Está sendo muito proveitoso. Além de novos conhecimentos, o networking está sendo fantástico. São novos contatos para compartilhar ideias novas na área de engenharia civil”, afirmou Áulio.
O diretor contou também que as palestras trouxeram temas significativos para a Engenharia brasileira. Entre elas, ele destacou: O Engenheiro Civil na Segurança Contra Incêndios, Tecnologia Nuclear e a sua Aplicação na Engenharia Civil, SPDA, BIM e sua Aplicação em Obras, A Importância da Mútua para o Engenheiro Civil, Envelopamento de Fachada: Uma solução para redução de Custos e Prazos.
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SENGE- CE marca presença no Inovaconstruir

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 O SENGE – CE participou nos dias 4 e 5 de outubro do Inovaconstruir Experience. O evento, realizado em Fortaleza e organizado pelo Sinduscon, veio para potencializar o desenvolvimento do setor da construção por meio da inovação.

  Os dois dias de encontro possibilitaram uma aproximação do mercado com as principais técnicas construtivas inovadoras em destaque no mundo, além de uma aproximação das startups, empresas e pesquisadores com construtores e investidores nacionais.

  “O Inovaconstruir é muito bom para a cidade de Fortaleza porque cria uma nova metodologia de trabalho com materiais e informações sobre alta tecnologia e isso beneficia, por exemplo, o mercado imobiliário”, afirmou Áulio Antunes, Diretor de Comunicação do SENGE – CE que participou do evento junto com Teodora Ximenes, Diretora de Administração e Finanças.

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Engenharia de Combate a Incêndio – Entenda a necessidade atual de profissionais com conhecimento pleno

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Com a evolução da sociedade e a expansão das pequenas e médias empresas pelo país, a necessidade de profissionais qualificados para legalizar as edificações junto ao Corpo de Bombeiros e/ou à Prefeitura no que tange à Segurança contra Incêndio é cada vez mais essencial.

 

Além disso, motivado pelo grande incêndio na Boate Kiss, ocorrido na noite de 27 de janeiro de 2013, foi publicada a lei Federal 13.425 em 2017, que estabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público à nível nacional, ampliando mais ainda as oportunidades e procura por profissionais de Engenharia e Arquitetura com expertise em Segurança contra Incêndio e Emergências.

 

Por isso, é primordial que exista um curso com abordagem técnico-científico sobre as legislações federais e estaduais em relação a segurança contra incêndio, como a Extensão em Projeto de Combate a Incêndio: Elaboração e Dimensionamento de Hidrantes e Mangotinhos.

 

Extensão em Projeto de Combate a Incêndio: Elaboração e Dimensionamento de Hidrantes e Mangotinhos

 

Trata-se de um Curso novo e pouco conhecido no Brasil, pois poucos profissionais detêm o conhecimento pleno sobre Engenharia de Combate a Incêndio. Todavia, é um curso muito buscado pelos profissionais de Engenharia, Arquitetura e áreas afins.

 

Não existe um padrão legislativo de dimensionamento para todos os estados do Brasil, uma vez que a norma regulamentadora de nº 23 do Ministério do Trabalho prevê que todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção de incêndios, em conformidade com a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis.

 

Contudo, desenvolvemos um Curso onde o aluno irá aprender a dimensionar um sistema de combate a incêndio contemplando extintores, hidrantes e mangotinhos. A abordagem é prática e o aluno precisará operar o AutoCAD e manusear planilhas.

 

Iremos abordar o sistema de combate a incêndio de forma prática e objetiva, suficiente para que o aluno possa elaborar qualquer projeto, contemplando redes de hidrantes e mangotinhos.

 

Será feito também o dimensionamento teórico, observando todos os cálculos necessários para compreender a física do processo e, assim, concluir qual o tipo de bomba necessária para aprovar um projeto junto ao Corpo de Bombeiros. Contudo, vamos elevar esse Curso a um nível mais alto e profissional, em que o aluno vai ter acesso a uma planilha de dimensionamento de hidrantes.

 

Após o cálculo teórico, realizaremos o cálculo utilizando uma Planilha no Excel em que os resultados já sairão automaticamente com a aplicação dos elementos de todo o sistema, ou seja, você vai aprender a operar uma planilha. Com isso, você vai obter os resultados de forma muito mais prática, necessários para você aprovar o projeto junto ao Corpo de Bombeiros.

 

Há uma dificuldade muito grande no âmbito da Engenharia e da Arquitetura em compreender a questão do dimensionamento de hidrantes e mangotinhos, já que pouco sobre isso é ensinado nas faculdades. Por este motivo, o Curso é muito importante para quem é do campo e deseja atuar no ramo.

 

Serão utilizadas uma diversidade de legislações de segurança contra incêndio, dentre elas a IT de nº 22 do Corpo de Bombeiros de São Paulo, como referência para dimensionar o sistema de hidrantes e mangotinhos. Utilizaremos ainda a NBR 13.714 e a NBR 12.693 para dimensionarmos extintores e observarmos a abordagem de alguns estudos de caso para consolidar melhor a teoria.

 

O Curso é denso, com muita informação relevante onde o aluno poderá obter um resultado muito rápido de seu investimento. Um projeto simples, que contemple somente o dimensionamento de extintores, placas luminárias e saídas de emergência, já possibilita ao profissional um retorno do que fora investido, ou seja, com o acréscimo do conhecimento que será adquirido através do Curso, de elaborar um projeto simples em que o profissional tende a não gastar mais que três horas, serão obtidos ótimos resultados.

 

Será dado todo o embasamento teórico para dimensionar o sistema e a novidade é que, além de ministrar a parte teórica, o aluno levará para casa uma planilha de dimensionamento de sistema de hidrantes e mangotinhos com toda a informação para operá-la. Além disso, repassaremos projetos aprovados junto ao Corpo de Bombeiros em AutoCAD, para que de forma profissional ele já possa elaborar o seu projeto com todas as ferramentas necessárias.

 

Serão 20 horas de muita teoria e prática, com as ferramentas necessárias para iniciar a carreira no ramo da Engenharia Contra Incêndio. Quanto maior o conhecimento adquirido, maior será seu lucro.

 

O Curso vai atender às expectativas da Lei 13.425 de 2017, que estabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público. Dentre suas previsões, destaco que as faculdades deverão incluir na grade curricular do curso de Engenharia e Arquitetura a disciplina de Segurança Contra Incêndio, sendo mais uma razão para você estar conosco.

 

Bem sabemos que o mercado de Engenharia Contra Incêndio é dominado por poucos profissionais a nível de Brasil. Porém, vamos compartilhar conhecimento e materiais suficientes para que você possa dominar o assunto. O curso está, mais uma vez, em consonância com a Lei 13.425, que também abrange a segurança contra incêndio em relação aos convênios que as Prefeituras deverão fazer om o Corpo de Bombeiros de seu estado, no sentido de fiscalizar e preparar sua equipe técnica.Quanto maior a abrangência da fiscalização, maior será a demanda por profissionais.

 

Mediante essa previsão na Lei, o mercado irá começar (e já começou) a sofrer um aquecimento. Além disso, as faculdades também são obrigadas a contratar professores para ministrar a disciplina nos cursos de Engenharia e Arquitetura, contudo, não há professores suficientemente capacitadospara atender a demanda da disciplina.

 

Um engenheiro/arquiteto precisa saber dimensionar um projeto de combate a incêndio e dominar conhecimentos sobre tudo que envolve luminárias, extintores, cargas, saída de emergência, escada, plano de emergência, etc. Essas e outras importantes informações também serão repassadas.

 

Como projetista, profissional da Engenharia Civil e da Engenharia de Segurança que sou, irei ministrar o curso a fim de que você obtenha o conhecimento e competitividade necessários no mercado. Com mais de 12 anos de experiência como Bombeiro Militar, poderemos ainda transmitir informações do que é necessário para aprovar um projeto, compartilhando um pouco de nossa experiência de combate a grandes incêndios.

 

Aguardarei você em nosso Curso para que possamos ampliar seus conhecimentos e possibilitar sua inserção neste mercado tão promissor!

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Reconhecimento Facial não é mais coisa de ficção científica na China

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A China está na vanguarda no uso da tecnologia do reconhecimento facial, presente tanto em restaurantes de fast food como em universidades, na luta contra o crime e, inclusive, no dispenser de papel higiênico em banheiros públicos.

Seus defensores alegam que esta tecnologia torna a vida mais fácil e segura, mas seus detratores veem nela mais uma forma do governo monitorar de perto os 1,4 bilhão de chineses.

Em Xangai e em outras grandes cidades, o reconhecimento facial é visto inclusive nas ruas, com o objetivo de deter os que infringem as normas de circulação. Assim, os pedestres que atravessam a rua por lugares onde não é permitido são sistematicamente fotografados e sua foto aparece em um telão instalado no cruzamento mais próximo. Se não querem ser vistos nesta “tela da vergonha”, têm que pagar uma multa de 20 yuanes (3 euros).

A população chinesa, governada pelo Partido Comunista, é uma das mais vigiadas do mundo, em um país com cerca de 176 milhões de câmeras de segurança operacionais. As pessoas perguntadas sobre isso em uma rua de Xangai não parecem especialmente incomodadas com a novidade.

“Posso aceitar. (…) É uma forma de fazer com que a lei seja respeitada”, diz uma funcionária de hospital de 42 anos, que se apresenta apenas com seu sobrenome, Wu. “Mas acho que algumas pessoas poderiam dizer que estão violando sua vida privada, e se preocupar com a forma como esta informação poderia ser armazenada”, acrescenta.

A polícia utiliza esta tecnologia para encontrar suspeitos. Foi empregada recentemente na pequena cidade de Qingdao, produtora da cerveja Tsingtao, onde câmeras situadas na entrada de um festival de cerveja permitiram deter 25 suspeitos. Todos os chineses com mais de 16 anos devem ter uma carteira de identidade com foto e endereço, o que significa que as autoridades dispõem de um enorme banco de dados.

 

Um policial de trânsito chinês explica a uma menina sobre a tela de reconhecimento facial instalada em um cruzamento na estrada em Xangai. AFP PHOTO / CHANDAN KHANNA

A China, consideram os especialistas, está muito à frente do Ocidente nesta questão, principalmente porque suas leis sobre a vida privada são muito menos estritas e porque seus cidadão estão acostumados a ser fotografados, a tirar suas impressões digitais e a dar todo tipo de informações pessoais para as autoridades.

– Sorria para pagar –

Mas esta tecnologia se imiscui também em todo tipo de transações. Isso vai do sistema “sorria para pagar” empregado na rede de restaurantes KFC até outros usos menos tradicionais. Nos banheiros do Templo do Céu, em Pequim, os dispensers de papel higiênico estão equipados para evitar roubos. Se alguém tenta utilizá-los várias vezes, a máquina o reconhece e para de lhe dar papel, lembrando educadamente que ele já se serviu.

Uma das universidades de Pequim instalou esta tecnologia na entrada dos dormitórios para se assegurar de que só seus alunos entrem neles, “o que nos permite verificar melhor onde os estudantes se encontram”, explicou um responsável do centro à agência Xinhua.

 

Policiais de trânsito chineses param um grupo de pessoas que andavam de bicicleta e ofendiam as regras de trânsito ao lado da tela de reconhecimento facial instalada em uma interseção rodoviária em Xangai. AFP PHOTO / CHANDAN KHANNA

Os bancos também começaram a equipar seus caixas automáticos com esta técnica, para substituir os cartões de crédito, e os profissionais do setor turístico também veem vantagens no reconhecimento facial: a China Southern Airlines começou a eliminar os cartões de embarque.

Em Xangai, um sistema oficial permite detectar pessoas perdidas nas ruas, principalmente pessoas idosas ou com deficiência cognitiva, e levá-las para suas famílias.

– ‘Número um em inteligência artificial’ –

Este novo avanço se enquadra em uma estratégia mais ampla de desenvolvimento da alta tecnologia. O governo chinês anunciou em julho que pretende tornar seu país o número um em inteligência artificial até 2030, com um mercado local de 150 bilhões de dólares.

Esta tendência, segundo Yue Lin, professor de Direito na Universidade de Xangai, é impulsionada principalmente pelas companhias chinesas de tecnologia, como Alibaba ou Baidu. Mas ainda é cedo para avaliar as consequências que esta técnica pode ter na vida privada, considera Yue. “A autoridade da polícia não mudou, mas, indiscutivelmente, ganhou mais poder”, opina.

“Isto não acontece só na China, ocorre a mesma coisa no mundo todo. Mas, talvez, para os chineses seja algo bom e para os americanos, algo terrível”.

FONTE: Agence France-Presse

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Curso: Pós-Graduação Lato Sensu em Projetos e Instalações Elétricas Industriais – 400h

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OBJETIVOS:

Capacitar o aluno para atuar no desenvolvimento de Projetos de Instalações Elétricos Industriais, atuar na gestão de obras de Instalações Elétricos Industriais, atuar dentro da área de engenharia de projetos industriais, em cargos técnicos e/ou gerenciais em indústrias, empresas de engenharia consultiva e da cadeia de fornecedores de bens e serviços, desenvolver as competências para elaboração de propostas técnicas e comerciais, desenvolver as competências em gestão de pessoas, liderança e formação de equipes de projetos.

JUSTIFICATIVA:

No Brasil, infelizmente, grande parte das pequenas e médias empresas industriais (e até mesmo algumas grandes) apresentam instalações elétricas inadequadas e inseguras. Isso se deve ao fato de que, geralmente, essas instalações são executadas (sem projeto) pelas equipes internas, normalmente compostas por pessoas sem formação específica e despreparadas para a complexidade do trabalho.

Isto ocorre principalmente devido ao fato de que existe pouca oferta de profissionais especialistas (realmente especialistas) no mercado, o que dá aos operadores da indústria a falsa noção de que este trabalho não é importante.

A elaboração de um projeto elétrico industrial é uma tarefa que exige do profissional responsável muito conhecimento de Engenharia Elétrica e também de outras áreas, como Arquitetura, Engenharia Mecânica, Engenharia de Construção Civil e Processos de Produção Industrial. Além disso, é importante que esse profissional esteja permanentemente atualizado sobre as técnicas e tecnologias.

De tal maneira que, na condição de engenheiro eletricista, especialista em Administração e conhecedor do mercado (principalmente as pequenas e médias empresas industriais e de construção e instalação industrial) não tenho nenhum receio de afirmar que este curso de especialização em PROJETOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS tem um grande potencial para se estabelecer como uma referência para os profissionais e para as empresas da área.

PÚBLICO ALVO:

Profissionais graduados com curso superior em Engenharia Elétrica são o público principal e preferencial.

PRÉ-REQUISITOS

A inscrição deverá ser feita mediante o preenchimento de formulário próprio, acompanhado de:

  • Diploma de Curso Superior
  • Histórico da Graduação
  • Carteira de Identidade e CPF
  • Certidão de Nascimento ou Casamento
  • Curriculum Vitae
  • 02 fotos 3×4
  • Pagamento da Taxa de Inscrição
  • Assinatura de Contrato Educacional

Os diplomas expedidos por instituições estrangeiras serão aceitos somente após a respectiva convalidação por universidade pública autorizada.

CLIQUE E SOLICITE O CONTEÚDO DETALHADO DESTE CURSO

 

Fonte: Inbec

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Veja quais são os ramos da Engenharia que estão em alta no Brasil

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RIO – Estimativas do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) apontam que o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano. O país forma cerca de 40 mil desses profissionais anualmente, enquanto Rússia, Índia e China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil, respectivamente. Quais as ramificações da Engenharia têm espaço no mercado de trabalho atualmente? Marcos Ferreira, coordenador dos cursos Engenharia Elétrica e de Computação da UniCarioca, responde a essa e outras perguntas:

Quais as especialidades de Engenharia em alta no mercado?

Marcos Ferreira – Há o grupo das Engenharias tradicionais, composto por Engenharia Elétrica, Civil, Mecânica, Química e contemporaneamente Computação. Essas Engenharias não perderão espaço no futuro, pois são básicas para as demais.

Quais os principais espaços para essa área nas empresas?

Marcos Ferreira – O foco das especializações estará em sistemas corretos no âmbito ambiental, envolvendo as áreas de saneamento, tratamento de resíduos, mobilidade urbana com otimização de transportes , aproveitamento e recurso da água, desenvolvimento de materiais de construção mais resistentes e sustentáveis, utilização de energias limpas. (Leia a entrevista completa aqui)

Ramos da Engenharia (2)

Para Marcos Ferreira, os profissionais de Engenharia precisarão ter conhecimentos sobre outras áreas de atuação. Isso fará com que as competências das diversas Engenharias se misturem. “O engenheiro de computação deverá desenvolver competências na área de robótica e energia, assim como o engenheiro civil necessitará agregar conhecimentos de arquitetura e meio ambiente. O engenheiro químico poderá desenvolver competências na área de energia e sustentabilidade e muitos outros conhecimentos para oferecer um conjunto de soluções ambientalmente sustentável”, explica ele.

Vocação em segundo plano

Segundo um levantamento feito com 5.400 estudantes pela Companhia de Estágios – consultoria e assessoria especializada em programas de estágio e trainee – mais de um terço dos universitários brasileiros escolheram seus cursos baseados nos benefícios oferecidos pelo mercado de trabalho; para eles, a vocação ficou em segundo plano frente às tendências profissionais. Quase 60% deles estão nos dois primeiros anos de curso.

Mais velhos no mercado

Os cientistas garantem que as atuais novas gerações viverão muito mais do que as anteriores, graças à novas descobertas e tecnologias auxiliares voltadas ao refino da medicina. “Essa condição impactará o movimento das novas gerações pelo meio empresarial. Ficará muito difícil os representantes dessas gerações terem uma única profissão ao longo de sua vida profissional, pois viverão mais.” Afirma Ruy Leal, superintendente da Ong Via de Acesso

Incentivo

“Toda ação humana, quer se torne positiva ou negativa, precisa depender de motivação”. Dalai Lama, líder religioso do budismo tibetano.

Fonte: O Dia

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Brasileiro elucida enigma para geração de energia por fusão nuclear

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Com as mais recentes esperanças depositadas na fusão nuclear sem radiação, a busca por domar o processo de geração de energia das estrelas continua dependendo não apenas da solução de problemas de engenharia, mas também de muito conhecimento fundamentado em ciência básica.

A geração controlada e regular de energia por meio da fusão nuclear, com a conversão de hidrogênio em hélio, reproduzindo na Terra, em pequena escala, o que ocorre no Sol e em outras estrelas, é uma das grandes promessas tecnológicas para as próximas décadas.

O maior protótipo de reator de fusão nuclear, o ITER – cujo nome significa “o caminho”, em latim -, por exemplo, um megaprojeto internacional de €20 bilhões, não conseguirá fornecer energia para a rede elétrica. Ele será o primeiro equipamento do tipo tokamak – termo formado pelo acrônimo da expressão em russo para “câmara toroidal com bobinas magnéticas” – em que a energia gerada será maior do que a energia necessária para colocá-lo em funcionamento, mas servirá tão somente para testar as múltiplas complexidades técnicas inerentes ao processo, servindo de modelo para máquinas mais poderosas e capazes de gerar eletricidade útil.

Fusão autossustentável

Para que tudo isso dê certo, porém, existe uma questão crucial: garantir que o processo de fusão nuclear se torne autossustentável, impedindo que a perda de energia por meio de radiação eletromagnética e do escape de partículas alfa – o núcleo atômico do hélio, formado por dois prótons e dois nêutrons – desaqueça o reator.

Resultados experimentais observados ao longo dos 20 últimos anos mostraram que a forma pela qual os íons rápidos (dentre os quais as partículas alfa) são ejetados do plasma varia muito entre diferentes tokamaks. Só que ninguém compreendia quais condições experimentais determinavam esse comportamento.

Esse problema acaba de ser elucidado por um pesquisador brasileiro, Vinícius Njaim Duarte, atualmente realizando trabalho de pós-doutoramento no Laboratório de Física do Plasma de Princeton, nos Estados Unidos.

A repercussão do trabalho de Vinícius foi tanta que, no maior tokamak dos Estados Unidos, o DIII-D, foram realizados experimentos dedicados a testar o modelo por ele proposto. E os resultados experimentais confirmaram as predições do modelo.

“Ondas eletromagnéticas excitadas por partículas rápidas em tokamaks podem apresentar variações bruscas de frequência que, em inglês, são chamadas de chirping [o chilrear dos pássaros]. Não se compreendia por que em algumas máquinas isso aparecia e em outras não. Usando modelagem numérica bastante complexa e dados experimentais, Vinícius mostrou que a produção ou não do chirping – e, portanto, o caráter da perda de partículas e energia – depende do nível de turbulência do plasma existente no interior do tokamak, no qual estão ocorrendo as reações de fusão nuclear. Se o plasma não for muito turbulento, o chirping acontece. Mas, se for muito turbulento, não,” explicou o professor Ricardo Magnus Galvão, que foi o orientador do doutoramento de Vinícius no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP).

Brasileiro elucida enigma para geração de energia por fusão nuclear

Os dados experimentais colhidos no reator DIII-D, nos EUA, confirmaram o trabalho teórico do pesquisador brasileiro. [Imagem: V. N. Duarte et al. – 10.1063/1.5007811]

Auto-organização

Na fusão nuclear – diferente da fissão nuclear, que ocorre nos atuais reatores atômicos – os núcleos atômicos de elementos mais leves, como deutério (um próton e um nêutron) e trítio (um próton e dois nêutrons), que são dois isótopos do hidrogênio, se fundem, formando núcleos de elementos mais pesados, neste caso hélio – dois prótons e dois nêutrons -, gerando energia.

“Para que a fusão possa ocorrer, é preciso superar a repulsão eletrostática entre os íons positivos. Isso só é possível se o gás ionizado [plasma] constituído pelos núcleos dos elementos leves for aquecido a temperaturas altíssimas, da ordem de dezenas a centenas de milhões de graus Celsius,” explicou Ricardo. “Nessa temperatura elevadíssima, a vibração dos íons faz com que um se choque com o outro, vencendo a repulsão eletrostática. Um poderoso campo magnético confina o fluxo do plasma, impedindo que ele entre em contato com as paredes do equipamento. E as partículas alfa [núcleos de hélio] formadas, altamente energizadas, colidem com outras partículas do plasma, mantendo-o aquecido, de forma que a reação de fusão se torne autossustentável.”

O problema é que a interação ressonante entre partículas alfa e ondas presentes no plasma pode fazer com que sejam excitadas oscilações eletromagnéticas ou mesmo que partículas alfa sejam ejetadas, levando à perda de energia, ao desaquecimento do plasma e à eventual interrupção do regime de fusão nuclear.

“O que Vinícius constatou foi que esse desfecho acontece de maneira auto-organizada, com produção do chirping, se o plasma não for muito turbulento. Mas, se for muito turbulento, não,” explicou Ricardo.

Os físicos experimentais já sabiam, empiricamente, como induzir maior ou menor turbulência, mas não sabiam que isso teria efeito na alteração da natureza espectral das ondas associadas às estruturas das partículas. A contribuição de Vinícius foi identificar o mecanismo-chave de controle e explicar o porquê. Em termos de aplicação tecnológica, trata-se de estabelecer um “optimum” de turbulência: suficiente para impedir a perda de partículas e energia de forma auto-organizada, mas não tanta que possa criar outros efeitos indesejáveis ao confinamento do plasma como um todo.

Fonte: Inovação Tecnológica

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Brasil também possui lei de incentivo a ciência e tecnologia

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Em sua nona edição, o Fórum Agenda Bahia discute este ano temas como inteligência artificial, big data, inovação tecnológica e soluções sustentáveis para o desenvolvimento social e econômico das cidades. E tudo isso dialoga com o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação – CTI (Lei 13.243/2016), em vigor desde fevereiro deste ano.

O primeiro evento do fórum em 2018 – o seminário Sustentabilidade do Agora – acontece no próximo dia 8, na sede da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), com palestras, oficinas e painéis sobre negócios sociais, dados abertos, economia circular e resiliência urbana, tudo isso conectado à inovação e às soluções tecnológicas adotadas no Brasil e no mundo e que podem inspirar os empreendedores baianos.

A expectativa é que o Marco Legal da CTI ajude a desburocratizar as atividades de pesquisa e inovação no país, pois as novas regras criam mecanismos que integram instituições científicas e tecnológicas para incentivar os investimentos em pesquisa no Brasil.

De acordo com o ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a nova lei simplifica a celebração de convênios para a promoção da pesquisa pública, facilita a internacionalização de instituições científicas e tecnológicas e aumenta a interação dessas entidades com as empresas.

O marco permite o aumento no aporte de recursos privados em pesquisa. E como efeito direto, deve incrementar a promoção de ecossistemas de inovação no Brasil, diversificando instrumentos financeiros de apoio à inovação e permitindo o compartilhamento de recursos entre os setores público e privado.

Autoriza também que instituições públicas cedam diretamente para empresas de tecnologia o uso de imóveis para a instalação de ambientes que promovam a inovação, como parques tecnológicos e aceleradoras, e flexibiliza as regras de transferência de tecnologias das ICTs (Instituições de Ciências e Tecnologia) para o setor privado.

Amplia ainda os mecanismos de subvenção à micro, pequenas e médias empresas, implantando um tipo de bônus tecnológico destinado a pagar serviços.

O Fórum Agenda Bahia 2018 é uma realização do CORREIO, com patrocínio da Revita e Oi, e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Salvador, Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), Fundação Rockefeller e Rede Bahia.

Fonte: Correio*21

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mbrapa e ABDI se unem para mapear e fortalecer o aproveitamento de biomassas do agronegócio brasileiro

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A importância do agronegócio na economia brasileira já é amplamente divulgada e documentada em números e estatísticas. Em 2017, este setor alcançou a sua contribuição recorde para o Produto Interno Bruto (PIB) do País, 23,5%, e foi responsável por 48% das exportações. Sistemas informatizados dos mais variados tipos gerenciam as atividades agropecuárias no Brasil, medindo insumos, produção, mercado, entre outros fatores envolvidos nesse cenário, que há décadas mantém o predicado de carro-chefe da economia nacional. Por outro lado, a produção de resíduos e efluentes resultantes dessas atividades não possui o mesmo nível de tecnologia e organização. Para tentar reverter essa situação, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) se uniram para desenvolver um sistema que vai mapear e organizar as informações das biomassas, resíduos e efluentes do agronegócio brasileiro com foco na bioeconomia

A iniciativa está sendo iniciada com um sistema-piloto na cidade de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, estado que responde por mais de 50% do agronegócio no Brasil. No dia 30 de agosto de 2018, o sistema será apresentado aos produtores e empresários da região em um workshop na parte da manhã, seguido por uma rodada de inovação tecnológica na parte da tarde (veja mais detalhes no final da matéria). O sistema será online e ficará à disposição do público nos portais da Embrapa e da Agência, com níveis diferenciados de acesso para casos de confidencialidade de informações. O projeto, fruto da parceria entre Embrapa e ABDI, faz parte das ações da Rede Nacional de Produtividade e Inovação (Renapi), iniciativa que apoia estados, municípios e aglomerações produtivas em ações voltadas ao desenvolvimento industrial e atua na articulação entre instâncias e atores da indústria nos territórios.

Os resíduos de biomassa – de origem doméstica, agropecuária ou industrial – podem causar sérios problemas ao meio ambiente e à saúde pública, se descartados de modo inadequado. Segundo o pesquisador da Embrapa Agroenergia e corresponsável pelo projeto, Bruno Laviola, o objetivo da nova ferramenta é transformar esses problemas em soluções, apontando tecnologias para transformação dos materiais residuais em novos produtos.

Sistema terá foco na bioeconomia

Ele explica que o objetivo do sistema é trabalhar as biomassas e resíduos agrícolas sob o olhar da bioeconomia. Ou seja, não se trata apenas de mapear e organizar as informações, mas sim de agregar valor aos resíduos e efluentes, com foco na gestão ambiental e geração de renda. Além disso, o sistema irá contribuir para o posicionamento da agroindústria em função da ocorrência e disponibilidade da matéria-prima.

A ferramenta vai oferecer ao usuário informações completas sobre as biomassas de vários produtos de agroindústrias, além de indicativos de utilização sustentável. “Ao clicar em um determinado produto, a pessoa terá acesso a dados sobre as matérias-primas relacionadas, incluindo tipo, localização, entre outros, e também a soluções tecnológicas que incentivem a sua utilização de forma produtiva”, explica.

Transformação de biomassa em energia

Uma das aplicações mais importantes, do ponto de vista econômico, é a transformação da biomassa em energia. O déficit de distribuição e da qualidade energética é um dos maiores problemas enfrentados hoje no Brasil. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro), aproximadamente 40% da produção agroindustrial são perdidas hoje no País em decorrência de instabilidade de energia, o que representa um prejuízo de 52 milhões de reais por ano.

O uso de biomassa residual é uma opção viável para a substituição dos derivados de petróleo no Brasil. Um exemplo emblemático é a utilização do bagaço da cana-de-açúcar na indústria sucroalcooleira para gerar vapor e suprir a energia e eletricidade necessárias ao funcionamento das usinas.

“Esse é apenas um dos exemplos de sucesso de utilização de materiais residuais da agropecuária”, pontua Laviola, lembrando que a Embrapa Agroenergia vem trabalhando em tecnologias para aproveitamento racional de biomassa desde a sua criação em 2006. “O objetivo é colocar esse conhecimento à disposição da sociedade, contribuindo para a geração de renda e emprego, além de incrementar a geração de energia renovável”, complementa o pesquisador. Antonio Tafuri, especialista da ABDI e também corresponsável pelo projeto, esclarece que a demanda por quantidade e qualidade de energia pelas cadeias agroindustriais foi verificada em Sorriso e região, considerando a oferta crescente de biomassa e uma sorte de resíduos e efluentes advindos daquelas atividades. “É importante observar que a metodologia que queremos desenvolver e validar junto aos produtores será replicável em todo território brasileiro”, afirma.

Os resíduos vegetais são abundantes no Brasil e sua utilização em novos materiais traz a possibilidade de alavancar a economia do País. O desenvolvimento de tecnologias para o tratamento e a utilização de resíduos visando à redução dos custos de produção e da poluição ambiental representa, ao mesmo tempo, um grande desafio e a perspectiva de desenvolvimento sustentável.

“Os resíduos são uma questão preocupante para os produtores e para o meio ambiente, quando descartados de modo inadequado. Nas visitas que fizemos à região, observamos o imenso potencial na agricultura e na pecuária, que pode não só reduzir custos de produção como também representar uma nova fonte de renda, por meio da comercialização da energia excedente”, esclarece Roberto Pedreira, da ordenação de Adensamento Produtivo da ABDI. “A ideia é trabalhar junto com a Embrapa Agroenergia neste banco de dados nacional em torno da biomassa, efluentes e resíduos e, principalmente, subsidiar políticas públicas aplicáveis em todo o país.”

Tecnologias integradas em prol da economia sustentável

Laviola lembra que a intenção é que o novo sistema “converse” com outros softwares já em uso na Embrapa para gestão agropecuária.

Ainda de acordo com o pesquisador, a expectativa é que a iniciativa abra portas para outras oportunidades de cooperação com o setor produtivo local. O fato de a Embrapa Agroenergia ser uma das empresas credenciadas da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) torna mais fácil e ágil a formação de parcerias com empresas para desenvolvimento de projetos de PD&I.

“O novo sistema se encaixa perfeitamente no âmbito da inovação aberta, no qual indústrias e organizações combinam ideias, processos e pesquisas para melhorar o desenvolvimento de seus produtos, prover melhores serviços para seus clientes e aumentar a eficiência e reforçar o valor agregado”, reforça Laviola, lembrando que o projeto piloto no Mato Grosso é o ponto de partida para expandir a sua atuação para outras regiões brasileiras.

Serviço:

O workshop “A biomassa na era da bioeconomia: perspectivas para o agronegócio do Mato Grosso” acontece no dia 30/08/2018 na cidade de Lucas do Rio Verde na parte da manhã.

À tarde, acontece a “Rodada de Inovação Tecnológica para o Mato Grosso: desenvolvendo soluções para agregar valor à biomassa, resíduos e efluentes”.

Mais informações: cnpae.chtt@embrapa.br / imprensa@abdi.com.br

Fonte: Notícias Agrícolas

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