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Tecnologia no Dia a Dia – 11 de outubro de 2017

Engenheiro Agrônomo

O Programa Tecnologia no Dia a Dia do último dia 11 de outubro discutiu sobre a profissão do engenheiro agrônomo. Participaram do programa o engenheiro agrônomo e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará, Flávio Saboya; o engenheiro agrônomo e coordenador do Sindicato Mova-se, Flávio Lima Verde; o engenheiro agrônomo da Secretaria do Desenvolvimento Agrário, José Maria Freire e o engenheiro agrônomo e diretor executivo do Senge-CE, Francisco Assis Bezerra Leite.

 

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Dia C da Ciência será realizado no dia 25 de outubro em todo o País

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No dia 25 de outubro, a quarta-feira da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, universidades e institutos tecnológicos de todo o País realizam o Dia C da Ciência, com atividades em escolas, museus, espaços públicos, espaços institucionais próprios e externos, para mostrar à comunidade o conhecimento produzido pelas ICTs e como esse conhecimento modifica a vida das pessoas. Ainda há tempo para outras instituições participarem da realização das atividades.

Por iniciativa do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino e do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP) o Dia C da Ciência é uma mobilização nacional que envolve as instituições de ensino superior e pesquisa, responsáveis pela produção de aproximadamente 90% do conhecimento científico no Brasil.

Segundo os organizadores do evento, o Dia C da Ciência tem como objetivo ampliar a divulgação científica no País, ainda muito limitada para o tamanho da população brasileira e mostrar à comunidade a importância das pesquisas e como elas influenciam o cotidiano de todo cidadão. “Esse processo de popularização da ciência busca incluir os cidadãos no debate sobre temas especializados e que podem impactar sua vida e seu trabalho. No País como um todo a divulgação científica por meio da mídia e de outros instrumentos ainda é pouco eficiente”, observam os organizadores da atividade.

A expectativa é realizar no País inteiro um enorme movimento de divulgação da ciência que é produzida nas instituições de ensino superior e pesquisa e, com esse movimento, além de ocupar os espaços da mídia nacional, conseguir projeção internacional. “Busca-se essencialmente sensibilizar e informar a sociedade sobre o conhecimento gerado pelas instituições de ensino superior e pesquisa do País”, justificam.

Cada instituição que aderir ao projeto tem total liberdade de definir as atividades que considerar prioritárias, bem como a forma de realização. A única padronização será o dia de desenvolvimento da atividade (25 de outubro) e o uso da mesma identidade visual. O kit divulgação está disponível neste link.

Para mais informações sobre como participar ou inscrever sua instituição, acesse o site do Dia C da Ciência aqui, o Facebook, ou ainda escreva para diacciencia@gmail.com.

Divulgação

 

Fonte: Federação Nacional dos Engenheiros

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Senge-CE realiza “Tecnologia em Conversa”

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O Senge-CE realiza, com o apoio da Prefeitura de Fortaleza e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), nesta sexta-feira (20), na sede do sindicato, às 18 horas, o “Tecnologia em Conversa”.

Nesta edição, o evento traz a palestra “Urbanismo e Meio Ambiente: Lei do Uso e Ocupação de Solo”, que será ministrada pela arquiteta Regina Costa e Silva.

Mais informações pelo telefone: (85) 3219-0099

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Brasileiros participam da primeira observação de fusão de estrelas de nêutrons

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Pela primeira vez, astrônomos do mundo todo observaram uma fusão de estrelas de nêutrons, fenômeno que também criou ondas gravitacionais. A detecção das ondas gravitacionais foi associada à luz emitida pela fusão das estrelas. O fenômeno ocorreu na constelação austral de Hidra, na galáxia NGC 4993, a 130 milhões de anos-luz da Terra. Anteriormente, os pesquisadores haviam observado a fusão de buracos negros, mas o acompanhamento da fusão de duas estrelas de nêutrons foi inédito. A fusão gerou um objeto celeste chamado kilonova.

O telescópio brasileiro T80-Sul, localizado em Cerro Tololo Inter-American Observatory, no Chile, participou da campanha de observação da fusão com mais 70 observatórios no mundo, que miraram no mesmo ponto de Hidra. Para a comunidade científica, as descobertas já geram impacto imediato. “Esse é um evento histórico, que traz uma riqueza enorme em várias áreas da astronomia e astrofísica”, comemora a professora e pesquisadora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), e coordenadora do Projeto T80-Sul, Claudia Mendes de Oliveira.

“Por exemplo, esse objeto que se formou [uma kilonova] tem um brilho decrescente devido ao chamado processo R, de formação de elementos químicos no universo que não sabíamos como eram formados. São elementos químicos pesados que fazem parte dos planetas, como da própria Terra, elementos que são formados somente nesse momento de fusão de estrelas de nêutrons, algo único que só pode ser estudado com este fenômeno”, explicou a pesquisadora. De acordo com ela, entre os elementos formados estão o ouro, a platina e o urânio.

O anúncio da descoberta foi feito nesta segunda-feira (16), durante uma coletiva de imprensa no IAG, que contou também com a transmissão da coletiva concedida por cientistas norte-americanos direto de Washington, nos Estados Unidos.

O fenômeno de fusão de estrelas foi acompanhado e investigado ao longo de todo o espectro eletromagnético, de rádio e raios gama, em uma campanha com a participação de milhares de cientistas e 70 observatórios, envolvendo telescópios espaciais e terrestres. “A riqueza da observação foi que esse evento foi visto em diferentes comprimentos de onda, em diferentes frequências, com uma riqueza de dados que ainda vai ser estudada e muitos resultados ainda virão”, avalia a professora.

O alerta do evento foi emitido no dia 17 de agosto deste ano pelo telescópio espacial de raio gama Fermi, da Nasa (National Aeronautics and Space Administration, nos Estados Unidos). No entanto, a identificação do objeto em luz visível só foi feita depois de 10 horas de ocorrido o evento pelo time do telescópio Swope, situado em Las Campanhas, no Chile. A partir de determinada a localização do objeto, o T80-Sul foi programado para observar essa parte do céu.

Telescópio brasileiro

O telescópio brasileiro acompanhou e caracterizou a evolução do brilho do objeto em diferentes regiões do espectro visível. O objeto foi observado ao longo de 80 minutos, após 35 horas da fusão de estrelas de nêutrons, no começo da noite de 18 de agosto. “O evento gerou ondas gravitacionais e gerou luz. Assim, pudemos tirar uma imagem do objeto igual às que tiramos com uma máquina fotográfica. Com o telescópio, tiramos uma imagem e isso foi a primeira vez que ocorre”, ressalta Claudia de Oliveira. “Ondas gravitacionais já haviam sido detectadas anteriormente, mas foi a primeira vez que se detectou luz ao mesmo tempo da onda gravitacional”, completa.

O objeto formado tem o nome de kilonova. “É um objeto que está diminuindo o seu brilho muito rapidamente, exatamente por causa do decaimento que vai dar origem a esses novos elementos químicos. Ele tende a sumir nas imagens porque foi diminuindo de brilho e fica abaixo do limite de detecção”, esclarece Cláudia. “Com a informação do objeto que se formou, saberemos a natureza dele, a formação dos elementos novos e todas as outras informações, porque vemos o objeto. Essa é a grande novidade deste evento”, celebra.

Para o diretor do IAG, da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Leite da Silva Dias, as descobertas científicas têm um nível de interação importante. “O desenvolvimento das tecnologias tem impacto em várias áreas do conhecimento, inclusive na ciência da saúde, um exemplo é o tomógrafo”, ressaltou.

Mapeamento do céu

Localizado nos Andes chilenos, o telescópio brasileiro T80-Sul começou a funcionar em 2016, realizando o Projeto S-Plus (Southern Photometri Local Universe Survey), de mapeamento do céu do Hemisfério Sul.

O diferencial do telescópio robótico é que ele observa uma grande parte do céu do Hemisfério Sul. Em uma única observação o telescópio cobre o equivalente à área de 10 luas cheias. “O telescópio tem um campo de visão muito grande, e para este tipo de ciência é muito importante para a detecção da contrapartida ótica das ondas gravitacionais”, informa Cláudia.

Segundo a pesquisadora, o céu inteiro são 40 mil graus quadrados. “O telescópio tem capacidade para observar um quinto do céu, ou seja, 8 mil graus quadrados. Além disso ele tem um conjunto de 12 filtros e os telescópios normalmente têm até cinco filtros, então nos dá informações que os outros telescópios não dão, apesar de que é uma informação dada no universo local, dos objetos que estão próximos, mas é uma informação bem diferenciada por ter 12 filtros, ou seja, tem maior resolução espectral”.

O investimento é de mais de US$ 3 milhões e é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Observatório Nacional, Universidade de São Paulo, Universidade Federal de Sergipe e Universidade Federal de Santa Catarina.

Ondas gravitacionais

As ondas gravitacionais são ondulações no espaço-tempo, onde ocorrem os eventos do universo, produzidas por eventos energéticos como colapsos de núcleos de estrelas por fusão de buracos negros, por exemplo. O evento foi previsto pela Teoria da Relatividade Geral, formulada pelo físico Albert Einstein há mais de 100 anos.

Há até dois anos, elas não tinham sido detectadas, mas em setembro de 2015 o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferência Laser (Ligo, a sigla em inglês) conseguiu a façanha, o que rendeu o Prêmio Nobel de Física de 2017 aos professores Rainer Weiss, Barry Barish e Kip Thorne.

Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil

Edição: Davi Oliveira
Fonte: Agência Brasil
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FNE condena medida que ampliará desemprego da categoria

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“Proposta descabida.” Assim o presidente em exercício da FNE, Carlos Bastos Abraham, se posiciona contra eventual pretensão do governo Temer de aprovar no Congresso Nacional projeto de lei que altera regulamentação da profissão para facilitar a entrada de engenheiros estrangeiros no País. A informação consta de reportagem intitulada “Engenheiros estrangeiros devem ter entrada mais rápida no Brasil”, publicada pela Folha de S. Paulo neste dia 16, segundo a qual o PL deve ser enviado pelo Executivo nas próximas semanas, com o objetivo de “destravar o mercado de construção civil” a profissionais vindos de fora do Brasil. A esses, ainda conforme a matéria, órgãos competentes terão de emitir o registro para atuação no País em, no máximo, três meses. Hoje, o processo costuma levar um ano.

Para Abraham, o governo “precisa urgentemente ser convencido a recuar de tal propósito”. Ele explicita: “O quadro relatado na reportagem dá conta de um processo em que as empresas estrangeiras ocupem o lugar das nacionais e tragam seus profissionais para atuar aqui. Enquanto isso, milhares de engenheiros brasileiros estão desempregados. A medida não faz qualquer sentido, seja do ponto de vista da necessidade mais imediata de gerar empregos ou de um projeto de desenvolvimento estratégico.”

Somente entre janeiro de 2015 e igual período de 2017, o emprego formal teve queda de 5,7%, com redução de 2,84 milhões de postos. Desses, 811,4 mil foram na construção em geral (civil e pesada). Levantamento do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada – Infraestrutura (Sinicont), tal consta de matéria publicada no jornal Engenheiroedição nº 179, da FNE. Ainda de acordo com a reportagem, em empregos, o setor regrediu a índices de dez anos atrás. Em investimentos, a perda foi de R$ 63 bilhões.

A alegação de que é preciso contratar estrangeiros para destravar o mercado, em especial diante do impedimento de grandes construtoras por conta da Operação Lava Jato, não convence. A FNE defende que sejam apuradas rigorosamente as denúncias de atos ilícitos, com a devida punição em caso de comprovação. Em caso de empresas, devem restituir os valores apropriados indevidamente, mas não encerrar suas atividades. “Para esse fim, firma um acordo de leniência com os órgãos governamentais competentes e se compromete de maneira clara a não fazer mais uso de práticas ilegais”, aponta Carlos Monte, coordenador técnico do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” – iniciativa da FNE que apresenta uma série de proposições ao desenvolvimento nacional sustentável com inclusão social –, na reportagem do Engenheiro. Assim, seria possível retomar as 5 mil obras paradas no País, o que tem sido propugnado pela federação por intermédio do movimento “Engenharia Unida”, como uma das saídas à crise por que passa o Brasil e retomada do desenvolvimento. A outra é prover incentivos às pequenas e médias empresas do setor, que têm total capacidade e know how para atender o mercado, diferentemente do que consta da reportagem da Folha de S. Paulo. Nessa direção, Abraham é categórico: “A FNE se posiciona fortemente contrária a tal proposta e atuará para impedir que se concretize.”


Soraya Misleh

 

Fonte: FNE – Federação Nacional dos Engenheiros

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Embrapa: 84,3% dos brasileiros vivem em menos de 1% do território nacional

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Com mais de 16 mil habitantes por quilômetro quadrado, o município de Nilópolis (RJ) é a cidade com a maior taxa de densidade demográfica urbana do país, conforme estudo sobre a identificação de áreas urbanas do Brasil divulgado hoje (10) pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com o levantamento, executado pela Embrapa Gestão Territorial, o município localizado na baixada fluminense, abriga seus 158.309 habitantes em uma faixa territorial urbana de aproximada de 10 quilômetros quadrados.

Segundo o estudo Identificação, Mapeamento e Quantificação das Áreas Urbanas do Brasil, 190,7 milhões de pessoas, ou 84,3% da população brasileira, vivem em menos de 1% do território nacional (0,63%). Entre as unidades federativas, o estado de Alagoas é o que tem a maior densidade demográfica urbana, com 4.880 pessoas por quilômetro quadrado. Já o Tocantins tem a menor, cujas áreas urbanas abrigam, em média, 1.538 habitantes por quilômetro quadrado.

De acordo com a Embrapa, o estudo levou três anos para ser concluído e exigiu a observação minuciosa de centenas de imagens de satélite. Todas as informações produzidas estão disponíveis para serem baixadas gratuitamente na internet, no site da Embrapa.

Para o geógrafo André Rodrigo Farias, analista da Embrapa e principal autor do trabalho, a pesquisa pode subsidiar políticas públicas, estudos demográficos, projetos de desenvolvimento urbano e investimentos em infraestrutura e logística. “Os municípios com maior densidade populacional nas cidades, por exemplo, costumam apresentar maiores desafios para a gestão pública e exigir mais demandas e serviços públicos”, disse Farias em comunicado divulgado pela Embrapa.

O trabalho exigiu a observação criteriosa das imagens de satélite de todos os municípios brasileiros. “O trabalho da equipe foi, inicialmente, o de comparar a área urbana delimitada no censo de 2010 com a observada nas imagens. Quando havia discrepância, o técnico realizava ajuste cartográfico delimitando manualmente a área urbana observada na imagem. Foi utilizada a escala 1:50.000 para cada um dos municípios o que garante elevada exatidão para o processo. A resolução maior proporcionada pelas tecnologias atuais também garantiu mais exatidão ao estudo, em comparação a trabalhos semelhantes feitos anteriormente”, diz nota da Embrapa.

Ao todo, somadas todas as áreas de todos os polígonos urbanos do Brasil, totalizou-se 54.077 quilômetros quadrados, o que correspondente a 0,63% de todo o território brasileiro.

Conceito

Para Farias, um dos maiores desafios da equipe foi conceituar área urbana e área rural, já que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utiliza a delimitação legal que cada município determina para estabelecer cada tipo de região.

“Nessa classificação, é muito comum áreas tipicamente urbanas com grande densidade de construções serem catalogadas como rurais e vice-versa. Nesse estudo, o objetivo era mapear as áreas urbanas da forma mais exata possível por meio de imagens de satélite de alta resolução, reconhecendo, para isso, concentrações visíveis de edificações, loteamentos e arruamentos”, explicou Farias.

De acordo com a Embrapa, devido à velocidade da dinâmica de ocupação do solo no país, o estudo precisará de atualização a cada dez anos.

Fonte: Agência Brasil

 

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Novo sistema de navegação de aviões no sul do País reduz rotas e diminui tempo de voos

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O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), vinculado à Força Área Brasileira, implementou nesta quinta (12) a Navegação Baseada em Performance (PBN – Performance Based Navigation) no Sul do Brasil.

A redistribuição e otimização de aerovias e procedimentos de navegação aérea garantirá rotas mais curtas, resultando em viagens mais rápidas e até economia na emissão de gás carbônico na atmosfera.

Uma aeronave da Força Aérea Brasileira que realizava um transporte de órgãos para transplante e que decolou de Dourados (MS) para Guarulhos (SP) foi o primeiro voo a ser beneficiado pelas mudanças. O tempo de viagem diminuiu em 15 minutos com as novas rotas.

As alterações, que encurtarão os caminhos, terão impacto sobre cerca de 300 mil voos por ano. Com a redução dos tempos de viagem, as aeronaves ainda diminuem o consumo de combustível e, consequentemente, os custos de voo. O Decea estima que cerca de 6,5 mil toneladas de CO2/ano deixará de ser emitido com as mudanças.

O PBN já vem sendo implementado nos terminais aéreos desde 2009 em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Força Aérea Brasileira

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CBCA realiza RoadShow 2017 em Fortaleza

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O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) realiza no dia 23 de outubro, em Fortaleza, o RoadShow 2017, com o tema: “Estruturas em Aço: Projeto, Especificação e Proteção contra a Corrosão”.

A iniciativa é um circuito nacional de palestras técnicas gratuitas realizadas em cidades do Brasil, com o objetivo de apresentar soluções tecnológicas de aço em obras. O RoadShow teve seu início em 2005 e já conta com 181 edições realizadas em diversas cidades brasileiras, sempre com grande presença de público. Nesse ano o evento já passou por Manaus, Maceió, Salvador e Aracaju, Brasília, Belém, São Luís e Teresina com a presença de quase 600 participantes no total, em sua maioria profissional da área da construção civil, e estudantes dos cursos de arquitetura e engenharia.

Sobre o CBCA

O CBCA, entidade gerida pelo Instituto Aço Brasil, foi fundado em 2002 e tem como objetivo ampliar a participação da construção em aço no mercado nacional, realizando ações para sua divulgação e apoiando o seu desenvolvimento tecnológico.

Serviço:
RoadShow 2017 CBCA – Estruturas em Aço: Projeto, Especificação e Proteção contra a Corrosão.
Fortaleza: 23/10 – 18h30 até 21h30 – Hotel Gran Marquise – Av. Beira Mar, nº 3980, Praia do Mucuripe, Fortaleza.

Mais informações e inscrição: http://www.cbca-acobrasil.org.br

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Levantamento do Cetem vai estimar a emissão de mercúrio nos garimpos do Brasil

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O Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) está fazendo um levantamento sobre as emissões de mercúrio nas atividades de mineração de ouro em pequena escala no Brasil. O trabalho faz parte do esforço do governo brasileiro para cumprir a Convenção de Minamata sobre Mercúrio, da qual o país é signatário, que pretende reduzir as emissões e eliminar o uso do mercúrio, para proteger a saúde humana e o meio ambiente dos efeitos nocivos dessa substância.

Segundo a pesquisadora Zuleica Castilhos, do Cetem, o levantamento, feito a pedido do Ministério do Ministério Meio Ambiente (MMA), vai ajudar a descrever o atual cenário dos garimpos de ouro. O trabalho já começou nos estados com maior produção: Pará, Mato Grosso, Rondônia e Amapá. Os garimpos da Bahia também serão analisados.

“A grande vantagem deste trabalho é que ele está sendo feito em campo. Acompanhamos os processos produtivos de áreas importantes na produção da pequena mineração de ouro. O que se faz é um balanço do que é utilizado e do que é perdido nos processos para todos os compartimentos ambientais – água, solo, sedimentos e atmosfera”, explicou.

Em parceria com órgãos públicos estaduais e municipais e cooperativas de garimpeiros, um grupo de pesquisadores já visitou garimpos do Mato Grosso, Pará e Amapá. “Agora, estamos organizando nossa expedição para o estado de Rondônia e vamos finalizar com a Bahia”, acrescentou Zuleica.

O levantamento do Cetem deve ser concluído em novembro, e o relatório final será entregue ao MMA. Para a pesquisadora, a perda de mercúrio para o meio ambiente, sobretudo para a atmosfera, pode ser reduzida com a adoção de novas tecnologias.

“O que a gente pode ver neste trabalho é que em algumas áreas, comparado ao final dos anos 1980 e início dos anos 1990, houve mudanças nos garimpos e, com isso, uma redução muito importante do percentual de mercúrio perdido para o meio ambiente. atualmente, há um interesse maior em recuperar o mercúrio perdido, inclusive porque o produto ficou muito caro. Então, existem passos no processo de produção para a efetiva recuperação do mercúrio.”

Convenção

A Convenção de Minamata sobre Mercúrio prevê a regulamentação internacional do setor informal de mineração artesanal e de ouro em pequena escala. O acordo considera o mercúrio um problema global. “O que caracteriza o mercúrio como um poluente global é a sua estabilidade química quando emitido para a atmosfera. Ele pode ser emitido aqui no Brasil e chegar ao outro lado do mundo e vice-versa. Uma vez liberado, pode permanecer na atmosfera por cerca de um ano até se depositar sobre os solos e as águas”, ressaltou a pesquisadora.

Segundo Zuleica, a convenção recebeu esse nome em homenagem a mulheres da cidade de Minamata, no Japão, contaminadas por mercúrio na década de 1950 em decorrência do consumo de peixe. “Quando mulheres grávidas são contaminadas por metilmercúrio, a substância pode passar pela placenta e atingir o sistema nervoso central do feto, que pode nascer com problemas neurológicos irreversíveis. E a primeira vez que isso foi registrado no mundo foi em Minamata, no Japão.”

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

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Térmica: geração em novembro

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Parado desde o dia 18 de setembro para manutenção programada, o terminal de regaseificação que fica no Porto do Pecém deverá retomar suas operações no dia 7 de novembro, “após realizadas todas as manutenções preventivas dos sistemas críticos do terminal, além de manutenções corretivas pontuais”, segundo informou, em nota, a Petrobras.

Em decorrência da parada, a Termo Fortaleza, usina termeletrica localizada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), está parada. Segundo informou o Ministério de Minas e Energia (MEE) após reunião mensal do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), a usina não está operando momentaneamente porque o terminal de regaseificação do Pecém, que fornece o GNL para a planta está em manutenção.

Substituição

Em junho, a estatal trocou o navio responsável pelo processo de regaseificação. O Golar Spirit foi substituído pelo navio Experience. Há uma orientação do Comitê do Setor Elétrico para que a Petrobras procure trabalhar no sentido de garantir o suprimento de combustível a um grupo de usinas térmicas que estão indisponíveis e que podem reforçar o sistema elétrico. O Terminal de Regaseificação do Pecém foi o primeiro terminal flexível de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) a entrar em operação no Brasil.

A unidade tem capacidade de transferir até 7 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural para o Gasoduto Guamaré-Pecém (Gasfor), atendendo principalmente as termelétricas Ceará e Fortaleza.

Em abril, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou a intenção de reunir investidores interessados em adquirir participação no terminal de regaseificação do Pecém.

A companhia iniciou, no ano passado, o processo competitivo para a venda do terminal cearense. A ideia era apresentar aos investidores o programa de parcerias e desinvestimentos da estatal no Estado.

Capacidade

7 milhões  de m³ de gás natural/ dia é a capacidade de transferência do terminal para o Gasoduto Guamaré-Pecém, que atende as termelétricas Ceará e Fortaleza.

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