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Qual será a solução para o arranha-céu que afunda em San Francisco?

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São 58 pavimentos com apartamentos de luxo construídos em 2005 e que vêm afundando cerca de 3,9 centrímetros a cada ano e ganhando uma inclinação quase igual. Já são de 43 centímetros para dentro do solo e 35 cm para o lado Noroeste.O último relatório da consultora Arup Ground mostra que a Millennium Tower de San Francisco continua a afundar, vem se desequilibrando de modo assustador, e crescente. Foram 5 centímetros de inclinação só nos últimos 7 meses, com 2,5 centímetros de afundamento. .

Para tentar segurar o edifício em pé, a incorporadora Millennium Partners contratou engenheiros da  LERA and DeSimone Consulting, que estão propondo a seguinte solução: colocar novas estacas que se apoiem na rocha que fica 60 metros abaixo do porão. As estacas atuais não vão além de 18 a 30 metros de profundidade porque, na época, foi feita uma análise de que não seria preciso avançar tanto sob o solo. Agora, a proposta é colocar de 50 a 100 novas estacas de fundação, a um custo estimado entre US$ 100 e 150 milhões.

De acordo com a mídia que cobre o caso,  um processo entre os proprietários e o moradores envolve também o Transbay Transit Center, que tem obras nos arredores do edifício e pode ser ser uma das causas do desequilíbrio da construção. Há também suspeitas de que os pareceres sobre os riscos envolvidos no tipo de fundação do edifício tenham sido ignorados por influência política, para não interromper o andamento e a inauguração da obra.

Redação FNE com Arch.Dailye SanFrancisco Chronicle.

Saiba mais sobre o caso, aqui.

Fonte: FNE – Federação Nacional dos Engenheiros

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Petrobras divulga edital de concurso com 954 vagas para nível médio e superior

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As inscrições poderão ser feitas de 15 de agosto a 4 de setembro através do site da Fundação Cesgranrio

Nesta segunda-feira, 14, a Petrobras divulgou o edital de um processo seletivo público para 954 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior em diversos estados. 159 oportunidades imediatas e 795 para cadastro são ofertadas pelo concurso. Os salários vão de R$ 3.681,83 a R$ 9.786,14. 5% das vagas são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para negros.

As inscrições poderão ser feitas a partir desta terça-feira,15 a 4 de setembro pelo site da Fundação Cesgranrio. O valor da inscrição é de R$ 47 para nível médio e R$ 67 para nível superior.

A realização das provas acontece no dia 1º de outubro. As oportunidades são para Alagoas, Sergipe, Amazonas, Alto do Rodrigues (RN), Mossoró (RN), Natal, São Mateus (ES), Rio de Janeiro e Sudeste – Anchieta (ES), Angra dos Reis (RJ), Bertioga (SP), Cubatão (SP), Duque de Caxias (RJ), Guarujá (SP), Itaboraí (RJ), Itanhaém (SP), Macaé (RJ), Rio de Janeiro, Santos (SP), Seropédica (RJ) ou Vitória.

Fonte: Jornal O Povo

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Tecnologia no Dia a Dia – 09 de agosto de 2017

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O programa Tecnologia no Dia a Dia do último dia 09 de agosto trouxe uma análise sobre a situação da Construção Civil diante da atual crise econômica do Brasil. Foram debatidos os impactos neste setor, que é um dos mais fortes da economia do país. Participaram do programa o engenheiro civil e presidente do Sindicato da Indústria e Construção Civil do Ceará (Sinduscon- CE), André Montenegro; o engenheiro civil, advogado e sócio da Costrutora Placic, José Carlos Gama e o o engenheiro civil e diretor de marketing do Senge-Ce, Aulio Antunes. (Programa reprisado).

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Conheça os cuidados com portáteis

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Apesar de todos os benefícios, como navegar na internet, checar o resultado do jogo de futebol, ver as notícias e realizar transações financeiras, é importante estar consciente de todas as ameaças enfrentadas no dia a dia e estar protegido com uma boa solução de segurança.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab para apoiar a Campanha Anti-Malware para Dispositivos Móveis da Europol em 2016, apesar de 56% das pessoas acharem que seus equipamentos eletrônicos e notebooks precisam de um software de segurança, apenas 42% pensam o mesmo sobre seus smartphones e tablets.

Além disso, um em cada cinco (21%) dos usuários não está ciente do que é malware para dispositivos móveis. Em alguns casos, a proteção de dados armazenados em dispositivos móveis se limita ao uso de senhas: 81% das pessoas têm senhas de acesso em computadores e 81% protegem seus smartphones da mesma maneira.

Estes resultados evidenciam uma situação preocupante e, apesar das senhas evitarem que o dispositivo físico seja utilizado por outras pessoas, elas não oferecem proteção contra malware, fraude ou ataques de phishing que possam comprometer o aparelho sem que os usuários percebam.

“Não há como negar que tanto celulares como tablets e laptops são uma parte relevante de nossas vidas. Não só permitem guardar informações, mas também podem acessar internet banking, e-mails, fotos, redes sociais, entre outros, sendo importantes meios de comunicação com os nossos entes queridos”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. “Está evidente que a metade dos dispositivos móveis do mundo não está protegida contra as ciberameaças”, completa o analista. Veja a matéria completa em: glo.Bo/2fpZPQ0.

Fonte: Diário do Nordeste

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Brasília planeja 1,2 mil quilômetros de ciclovias até 2022

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Governo apresentou Plano de Ciclomobilidade que vai revolucionar uso das bicicletas.

Ampliação de ciclovias, integração com outros transportes e mais bicicletas públicas estão entre as medidas do Plano de Ciclomobilidade de Brasília, o +Bike, lançado na última quarta-feira (9) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

A estratégia — que integra o programa Circula Brasília — está voltada a resolver a descontinuidade entre as ciclovias da cidade que não se comunicam. O objetivo é conectá-las e criar uma rede integrada para facilitar o deslocamento dos ciclistas.

Diversas medidas serão articuladas para esse fim, desde mais quilômetros de ciclovias, a instalação de bicicletários nos terminais de ônibus e um novo sistema de compartilhamento de bicicletas integradas ao BRT.

O investimento será de R$ 20 milhões, sem contar os valores aplicados em 72 quilômetros de projetos já em andamento, como a ciclovia da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a do Lago Oeste, a do Trevo de Triagem Norte e a da Ligação Torto-Colorado.

O governador ressaltou que o plano considera tanto as ciclovias que serão usadas como meio de deslocamento de pessoas que usam esse meio de transporte para se locomover pela cidade quanto as destinadas ao lazer. “O nosso objetivo é que, no futuro, todo o DF possa ser ligado por uma malha cicloviária”, disse.

Brasília conta com 420 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. A meta é ampliá-las em 50%, chegando ao fim de 2018 com mais 218 quilômetros. Até 2022, o plano prevê ampliar para 1,2 mil quilômetros o alcance das ciclovias de Brasília.

Ampliação de bicicletas públicas compartilhadas

Já como parte das ações, o governador inaugurou um dos cinco novos pontos, com 50 bicicletas compartilhadas, instalados na UnB (Universidade de Brasília). Todos eles já começaram a funcionar.

Para os outros pontos, serão priorizadas as regiões que contam com o transporte de metrô. Além disso, haverá remanejamento em alguns casos – realocando as estações onde há pouco uso das bicicletas públicas para áreas com maior demanda.

O modelo será mantido, com uma empresa privada, a concessionária do serviço, fazendo o gerenciamento.

Três mil paraciclos e dez bicicletários serão instalados no DF

Visando à integração do uso da bicicleta com outros modais, bicicletários serão instalados em dez terminais do sistema de transporte público coletivo. Cada um deles terá capacidade de 30 a 50 vagas. De uso gratuito, bastará que o usuário leve um cadeado para prender a bicicleta no local.

Ainda em agosto, a pasta lançará licitação para compra de três mil paraciclos. A instalação em diversos pontos do DF, principalmente naqueles que contam com transporte de metrô, está prevista para até o fim deste ano.

Três terminais de BRT receberão testes para uso de bicicletas integradas

Três terminais de BRT — os de Santa Maria, do Gama e do Park Way — passarão por testes para implementar o compartilhamento de 150 bicicletas integradas. A licitação para os testes ainda está em fase de finalização.

A ideia é que os usuários fiquem com as bicicletas por um longo período, de cerca de 12 horas. Por exemplo, alguém que saia do trabalho e chegue à estação de Santa Maria poderá retirar uma unidade e ir para casa. Apenas no dia seguinte, provavelmente quando precisar se deslocar novamente até a estação, é que o cidadão precisará devolver a bicicleta.

Aplicativo para usar bicicletas será atualizado

Também dentro das medidas do plano, o aplicativo (disponível para Android e iOS) para usar as bicicletas passará por uma atualização e será renomeado para +Bike.

Entre as novidades do aplicativo está a opção de cobrança de tarifa diária, de R$ 3, e de R$ 6 por mês, além da tarifa anual de R$ 10, o que pode ser uma opção para turistas ou para aqueles que querem usar a bicicleta por menos tempo.

As informações são da Agência Brasília.

Fonte: Site Ciclo Vivo

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Uso de aplicativo leva município de Cuiabá a prometer recuperar nascente de rio

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A denúncia enviada por um cidadão ao Ministério Público do Matro Grosso, usando o aplicativo “Água para o Futuro”, levou o  município de Cuiabá a assinar um Termo de Ajustamento Conduta (TAC)  e a se comprometer com a recuperação das nascentes de um afluente do Córrego Ribeirão do Lipa. De acordo com o promotor de Justiça Gerson Natalício Barbosa, ao receber as fotos e a localização da nascente, a equipe técnica foi ao local e constatou excesso de mata de galeria e degradação da nascente  e do corpo d´água em razão de aterramento e ocupações ilegais.

Com isso, o Ministério Público, por meio da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural de Cuiabá, e o Município de Cuiabá, assinaram o TAC para recuperar nascentes, corpos d´água e áreas de preservação permanente .

O município se comprometeu a adotar todas as providências necessárias, administrativas e/ou judiciais, para, no prazo máximo de 18 meses, identificar e qualificar todos os responsáveis pela degradação das nascentes, corpos d’água e áreas de preservação permanente, e buscar a reparação dos danos.

Desde o dia 26 de março denúncias como a do Ribeirão do Lipa estão sendo encaminhadas ao MPE por meio de um aplicativo para celular. Para ter acesso, o usuário deve pesquisar “ Projeto Água para o Futuro” e fazer download do APP para smartphone.

O projeto  é uma iniciativa do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, executado em conjunto com o Instituto Ação Verde e a Universidade Federal de Mato Grosso. O projeto busca, prioritariamente, garantir a segurança hídrica de Cuiabá e o abastecimento de água potável por meio da identificação, preservação e recuperação das nascentes. Equipes técnicas formadas por geólogos, hidrogeólogos, engenheiros florestais, engenheiros sanitaristas, biólogos, especialistas em sensoriamento remoto, entre outros profissionais, realizam trabalhos de campo, análises, pesquisas e atividades científicas diversas (identificação, caracterização, monitoramento etc.) vinculadas ao projeto, previstas no seu plano de ação.

Fonte: FNE – Federação Nacional dos Engenheiros
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Watch: uma nova plataforma para programas em vídeo no Facebook

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Hoje, o Facebook apresenta o Watch, uma nova plataforma para programas em vídeo na rede social.

O Watch vai estar disponível em dispositivos móveis, desktop e laptop, assim como nos aplicativos de TV do Facebook. Os programas trazem episódios – ao vivo ou gravados – e seguem um tema ou enredo. O Watch será personalizado para ajudar na descoberta de novos programas, organizados com base no que seus amigos e comunidades estão assistindo. A plataforma também traz uma Watchlist para que você nunca perca os últimos episódios.

“Inicialmente o Watch estará disponível a um grupo limitado de pessoas nos EUA e planejamos levar a experiência a mais pessoas em breve”, diz comunicado do Facebook.

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Bombeiros já realizaram 17 mil inspeções em 2017

CIDADE

Comparado com igual período do ano passado, houve aumento de 30% nas vistorias e projetos de segurança

O número de vistorias e projetos de segurança contra incêndio e pânico em imóveis de Fortaleza aumentou cerca de 30%, de janeiro a julho de 2017, comparado a igual período do ano do passado. Até ontem, foram realizados 17.540 registros e há expectativa de que esse número chegue a 30 mil expedições até o fim do ano. Nessas inspeções verifica-se, por exemplo, a existência de ventilação adequada, extintores de incêndio, iluminação de emergência, ventilação adequada, sprinklers e alarmes.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, esse aumento deve-se ao incremento no contingente da Corporação e a criação da Lei de Inspeção Predial nº 9.913, de 16 de julho de 2012, que exige essas documentações para a emissão do Certificado de Inspeção Predial (CIP), que comprova a adequação dos imóveis às normas técnicas de segurança.

A inspeção, que é obrigatória, e também exigida na Lei Estadual N° 13.556, de 2004, deve ser feita anualmente, para manter o certificado em dia. Entretanto, não são todas as construções que precisam ser avaliadas, sendo dispensadas as edificações residenciais que abrigam uma única família e as que tiverem área total construída de até 750 m² e até dois pavimentos.

Segundo o coronel do Corpo de Bombeiros, Luiz Eduardo Soares de Holanda, a instituição tem intensificado o atendimento dos pedidos de certificados. “Qualquer edificação, seja comercial, residencial ou pública, deve ter o certificado dos Bombeiros. É maneira mais segura de evitar os incêndios, que acontecem por diversas motivações, como vazamentos de gás e curto circuitos”, destaca o oficial.

Após a Prefeitura de Fortaleza anunciar mudanças da Lei de Inspeção Predial e o adiamento da fiscalização com multa, através de publicação no Diário Oficial do Município, a reportagem do Diário do Nordeste apurou que o certificado dos Bombeiros, antes exigido no início do cadastro do CIP, não será mais obrigatório no estágio inicial do processo. Um dos motivos seria a falta de contingente no Corpo de Bombeiros para atender a demanda reprimida.

Os Bombeiros rechaçam a informação e destacam que se prepararam para receber as novas solicitações de certificado. “Quando a Lei foi aprovada, nos preparamos para atender esse aumento de pedidos, que já era esperado. Nossa equipe é atualmente seis vezes maior do que em 2015. É uma inverdade dizer que o Corpo de Bombeiros não pode atender os pedidos de certificados em Fortaleza”, afirma o coronel Holanda.

Ele destaca ainda, que a Corporação é terminantemente contra a postergação da entrega do certificado dos Bombeiros nas solicitações do CIP. “Como pode o item mais importante, mesmo que continue exigido, ir para o final das exigências? Se comparamos os números de incêndios aos de desabamentos, a diferença é gritante. Isso não quer dizer que as demais exigências não são importantes, mas sim, que as normas para evitar incêndios são preponderantes para coibir maiores problemas. Em 2017, por exemplo, tivemos 24 desabamentos em imóveis, número bem abaixo aos de incêndios, com 235 ocorrências”, pontua.

A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), por meio de nota, informa que a nova legislação está sendo criada com o intuito de estabelecer uma inspeção predial mais eficiente e atual, com vistorias e análises das edificações por profissional habilitado, classificando o grau de risco com relação à segurança dos sistemas construtivos, tais como: estrutura, alvenarias, revestimentos, cobertura, instalações, equipamentos e demais elementos que as compõem. Assim que finalizada a matéria será encaminhada à Câmara Municipal para apreciação e votação. Questionada sobre as mudanças na nova Lei, a Pasta respondeu que não poderá antecipar as mudanças.

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Carro elétrico: estamos vendo o início do fim do carro a gasolina?

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A montadora sueca Volvo e o governo da França fazem planos para só colocar carros elétricos nas ruas. Mas estamos ainda longe de um trânsito 100% elétrico

A montadora de carros sueca Volvo fez um anúncio ousado no último mês. Segundo a empresa, até 2020 todos os veículos produzidos por ela serão elétricos ou híbridos – ela não produzirá mais carros a gasolina. Chamou a atenção, ainda, as palavras usadas pelo presidente, Håkan Samuelsson. “Este anúncio marca o fim do carro movido apenas pelo motor a combustão”, disse. Que o carro elétrico aponta como uma tecnologia promissora para os próximos anos, ninguém questiona. Mas será que estamos de fato vendo o início do fim do motor a combustão – indicando que não há espaço, no futuro, para os veículos movidos a gasolina, álcool ou diesel?

Os números ainda não nos permitem ter a mesma conclusão de Samuelsson. Mas as estatísticas mostram um futuro promissor para o veículo elétrico. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), 750 mil veículos elétricos foram vendidos no mundo em 2016. Com isso, a frota de elétricos nas ruas chega a 2 milhões de veículos. Os principais mercados desse tipo de veículo são China, Estados Unidos, Japão, Noruega e Holanda. O número pode parecer grande, mas ainda é pouco. A estimativa da frota de veículos no mundo passa de 1 bilhão.

Porém, a expectativa é que o número de carros elétricos cresça rapidamente nos próximos anos. Segundo o relatório Electric Vehicle Outlook 2017, da Bloomberg New Energy Finance, a perspectiva é que, em algum momento entre 2025 e 2030, o carro elétrico terá o mesmo preço ou ficará até mais barato que carros a gasolina e álcool para o consumidor final, sem a necessidade de subsídios governamentais. Esse ponto de virada fará com que as vendas de carros elétricos disparem. O estudo projeta que, em 2040, metade das vendas de carros zero-quilômetro será de elétricos e um terço da frota no mundo será movida a eletricidade.

As empresas do setor apostam nesse cenário. Para a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), que reúne companhias dos setores energético e automotivo, o carro elétrico não é mais uma tecnologia experimental. “É uma realidade”, diz Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE. Ele acredita que essa tecnologia representa o futuro da mobilidade urbana e, com o tempo, levará ao fim dos carros a gasolina. “O motor a combustão é um produto que está no início do fim de seu ciclo.”

Esse otimismo parece estar disseminado no setor. Além da Volvo, outro grande anúncio foi feito na França, onde o governo do presidente Emmanuel Macron decidiu que, até 2040, toda a frota do país será movida a eletricidade. Adieu, gasolina. Ao mesmo tempo, novos modelos de carros elétricos são testados e lançados. O mais recente deles é o Tesla 3, produzido pela empresa do bilionário Elon Musk.

Apesar do otimismo, ao menos no Brasil a situação ainda está na fase de projetos-pilotos. Há algumas iniciativas interessantes. Nesta quinta-feira (27), por exemplo, a empresa de energia CPFL e o Posto Graal inauguraram o segundo eletroposto em estradas do país. O posto faz parte do desenvolvimento de uma pesquisa que avalia o impacto dos veículos elétricos na rede de eletricidade e permite aos motoristas desbravadores abastecer (ou melhor, carregar) seus carros sem custo no trajeto entre São Paulo e Campinas.

Se o Brasil quiser se juntar aos países líderes nessa tecnologia, no entanto, ainda há muito a fazer. O primeiro passo é resolver a legislação. Não há regras no país, hoje, para regulamentar os carros elétricos. Mas essas regras estão em fase de elaboração pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As empresas do setor também cobram uma mudança tributária. Os impostos que incidem nos componentes do carro elétrico ainda são muito altos, coibindo a disseminação da tecnologia no país. Resolvendo essas questões, restará o desafio para instalar infraestrutura para o carro elétrico. O eletroposto inaugurado nesta quinta-feira é um passo inicial, ainda pequeno, é verdade, mas importante nesse sentido.

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FNE debate agricultura sustentável durante Soea

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Questões essenciais ao desenvolvimento sustentável, ao bem-estar da população e à economia nacional serão colocadas em pauta em evento organizado pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), na quinta-feira, 10 agosto, às 14 horas, em Belém. Entre os temas em debate, estão recursos hídricos e inovações técnicas na produção de alimentos e inovação, segurança alimentar e políticas públicas para o desenvolvimento sustentável na agricultura.

A discussão acontece na mesa-redonda proposta pela entidade e que integra a programação da 74ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (Soea), que será realizada na capital paraense, entre os dias 8 e 11. A atividade contará com palestras de Edson Eiji Matsura, professor titular da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estatual de Campinas (Feagri/Unicamp), e Rui Machado, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa), e será realizada no auditório do evento.

“A agricultura brasileira tem uma importância vital na garantia de segurança alimentar para a população e papel central na nossa economia. Trata-se, portanto, de uma área estratégica, na qual devemos avançar em produtividade e em sustentabilidade”, afirma o presidente da FNE, Murilo Pinheiro. Para o dirigente, a questão é fundamental ainda aos profissionais da engenharia que atuam no setor. “São eles os responsáveis pelo sucesso da nossa agricultura, pelas inovações, pelas safras cada vez maiores e também quem pode garantir que tudo isso seja feito de forma segura e preservando o meio ambiente. Assim, esse debate necessariamente deve incluir a valorização desses quadros, que têm muito a contribuir”, ressalta.

A Soea
A 74ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) acontece em Belém, entre 8 e 11 de agosto, com o tema “A responsabilidade da engenharia e da agronomia para o desenvolvimento do País”. O evento será sediado no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia e deve reunir 3 mil profissionais.

Serviço
Mesa-redonda FNE – Agricultura Sustentável

10 de agosto, das 14h às 16h

Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Auditório

Confira programação completa

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