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Ceará de Ponta a Ponta terá R$ 500 mi

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O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou, ontem, que a próxima etapa do programa Ceará de Ponta a Ponta será lançada em março deste ano e contará com o aporte de R$ 500 milhões. O valor será investido em implementação, restauração e duplicação de mais de 500 quilômetros de estradas em todo o Estado do Ceará.

De acordo com o governador, os detalhes da próxima etapa do programa foram debatidos durante reunião realizada na tarde desta quarta-feira no Palácio da Abolição. O evento contou com presença do secretário-chefe da Casa Civil, Nelson Martins, do secretário-adjunto da Casa Civil, Quintino Vieira, e do superintendente do DER, Sérgio Azevedo.

A primeira etapa do Ceará de Ponta a Ponta foi lançada em novembro de 2016, com a previsão de um aporte de R$ 1,9 bilhão na infraestrutura rodoviária do Estado. Essa etapa contemplou mais de dois mil quilômetros de rodovias. Já a segunda etapa do programa foi lançada em meados do ano passado, com um investimento de R$ 405,1 milhões para cerca de 300 quilômetros de rodovias estaduais, beneficiando 27 municípios e 3,7 milhões de habitantes.

Fonte: Diário do Nordeste.

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Aplicativo da AMC cadastra mais de seis mil usuários no primeiro mês

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O aplicativo AMC Móvel, gerenciado pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), já cadastrou mais de 6 mil usuários em seu primeiro mês de funcionamento. Até o momento foram realizados 6.635 downloads, sendo 5.254 pelo sistema operacional Android e 1.381 pelo iOS.

Através da plataforma os usuários podem registrar acidentes sem vítimas, consultar dados referentes aos investimentos no trânsito, além de recorrer de uma multa ou verificar se o seu veículo foi rebocado em operações cotidianas desenvolvidas pelo órgão. Fortaleza é a primeira Capital a utilizar um aplicativo que atende a todas essas demandas.

Um dos principais serviços disponíveis é o Boletim de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado de Fortaleza (BATEU). Após ter o seu veículo envolvido em um acidente sem vítima, o condutor deve baixar o aplicativo. Em seguida, cadastrar seus dados e preencher o passo a passo do procedimento, informando um breve relato da ocorrência e anexando as imagens necessárias retiradas no momento da colisão. Ao preencher as informações exigidas, a via deve ser desobstruída imediatamente.

Uma vez instalado o aplicativo, o usuário terá a opção de preencher as informações no modo offline, a fim de que sejam enviadas no momento em que o dispositivo conectar-se à internet. Quem desejar registrar o acidente posteriormente, deve fazer em um prazo de até 30 dias após a colisão pelo site centralamc.com.br.

“A grande importância do aplicativo é a transparência e a facilidade no acesso. Estaremos simplificando o processo e dando segurança sobre o registro da ocorrência. Sem dúvida, é um grande avanço para a cidade de Fortaleza, que atualiza o seu protocolo de atendimento a acidentes e vem sendo pioneira ao lançar uma ferramenta que engloba diversos serviços”, explica o superintendente da AMC, Arcelino Lima.

Como a mudança exige a compreensão dos motoristas, haverá um período de adaptação em que os próprios agentes darão suporte e incentivarão a adoção da plataforma, que já está em vigor.

Fonte: Diário do Nordeste.

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Ainda pouca, chuva anima cenário

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Mais de 100 cidades cearenses registraram precipitações durante o Carnaval. A chuva do início da estação levou aporte a 81 açudes, com um total de 16,4 milhões de m³ de água aos reservatórios. O solo está ficando úmido, facilitando o escoamento; o céu está mais encoberto de nuvens, evitando a evaporação; e o melhor da quadra chuvosa ainda está por vir. O cenário é mais positivo, mas não menos preocupante.

“Todo aporte é importante. Algumas bacias, porém, encontram-se em uma situação mais crítica, como no Centro do Estado e no Sertão do Crateús”, avalia o presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), João Lúcio Farias.

CHEIA, Bica do Ipu, na Serra da Ibiapaba, atrai banhistas
WELLINGTON MACEDO/ ESPECIAL PARA O POVO
CHEIA, Bica do Ipu, na Serra da Ibiapaba, atrai banhistas WELLINGTON MACEDO/ ESPECIAL PARA O POVO
O ideal, conforme ele, é que o Ceará consiga, até o final de abril (quando as chuvas tendem a diminuir), atingir pelo menos 30% da capacidade de seus reservatórios, que somam um volume total de 18 bilhões de m³. Atualmente essa marca é de 6,69%, representando apenas 640 milhões de m³.

A torcida é para que as precipitações cheguem com mais força às bacias do Jaguaribe, Banabuiú (mais ao Centro) e Salgado (ao Sul do Estado). “É importante que chova na região do Cariri para que a água escorra para o Castanhão e o Orós. A maior contribuição do Castanhão vem da Bacia do Salgado”, explica João Lúcio. Os dois reservatórios são os principais para o abastecimento de Fortaleza e Região Metropolitana.

É importante que chova no Cariri para que a água escorra para o Castanhão e o Orós”

JOÃO LÚCIO FARIAS Presidente da Cogerh

Esperança também para que as ações de gestão mais eficiente da água consigam ser efetivadas ainda neste semestre: além da perfuração de mais poços e da implantação de novas adutoras, o lançamento da planta para dessalinização da água (projetado para abril) e o aumento do reúso da água em regiões industriais. “A ideia inicial do reúso, em Maracanaú e no Pecém, é gerar uma vazão em torno de 700 litros por segundo. Hoje, a área industrial atendida é de 1.200 litros por segundo”, acrescenta.

No Baixo Jaguaribe, bacia que também é atendida pelo Castanhão — localizado no Médio Jaguaribe e que exibe 2,14% do seu volume total —, a expectativa é de que a cota (altura) suba pelo menos um metro até o início de março. “Segundo o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh), se isso não acontecer e a perspectiva de aumento não ocorra, a deliberação é de suspender o fornecimento para as atividades econômicas”, detalha o vice-presidente do Comitê de Bacia do Baixo Jaguaribe, Karlos Welby Neri Paiva.

De acordo com ele, as chuvas já registradas na região minimizam a demanda consumida para irrigação. “Como saturou o solo, devemos ter aporte nos reservatórios pequenos. Temos informações que a água começou a correr, mas não é nada expressivo ainda”.

CHEIA, Bica do Ipu, na Serra da Ibiapaba, atrai banhistas WELLINGTON MACEDO/ ESPECIAL PARA O POVO

Fonte: O Povo Online

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Como a chuva desta Quarta-Feira de Cinzas mexeu com a Cidade

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Durante a chuva que surpreendeu os fortalezenses, as ruas do Centro estavam numa calmaria só, voltando, aos poucos, a rotina retomada após o meio dia da Quarta-feira de Cinzas. Sacolas improvisadas eram usadas na falta de guarda-chuvas por transeuntes, com passos apressados para encontrar abrigo. Já na Praia de Iracema, mesmo com o céu nublado, atletas e banhistas aproveitavam a orla e o mar. Pela manhã, chuvas foram registradas em todo Ceará. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos(Funceme) só informará o volume pluviométrico desta tarde, 14, nesta quinta-feira, 15.

Sobre o assunto
Prognóstico para a quadra chuvosa de 2018 no Ceará é o melhor em 10 anos
Se os dias de Carnaval foram coloridos, por que a quarta-feira é de cinzas?

A segunda chuva do dia em Fortaleza, portanto, não alterou o cotidiano de nativos e turistas que ainda se despedem do Carnaval. O estudante Vinicius Duarte, 18 anos, aproveitou a folga para levar os irmãos de 3 e 7 anos para tomar banho de mar na Praia de Iracema e ficou surpreso com a chuva. “Como já tinha chovido de manhã, não pensei que fosse chover de novo”, riu. A chuva, no entanto, não foi impedimento para o passeio, que só terminou porque era “hora de voltar para casa”.

Tráfego

Com as ruas ainda em movimento de feriado, não teve o rebuliço que se esperava. Trânsito seguiu tranquilo, sem pontos de congestionamento no Centro e entorno na Praia de Iracema. Mas alguns alagamentos causaram transtornos a motoristas e pedestres que precisaram desviar das poças de lama, como nos cruzamentos das ruas Castro e Silva e Senador Pompeu, e Duque de Caxias com Solon Pinheiro, no Centro da Cidade.

No Ceará

Entre as 7 horas da terça-feira, 13, e às 7 horas desta quarta-feira, 14, a Funceme registrou chuva em 116 municípios cearenses. A maior chuva foi em Barroquinha, distante cerca de 401 km da Capital, com 96.6mm. Em Fortaleza, o acumulado do mês de fevereiro aponta 84 milímetros de chuva.

Houve ponto de alagamento no entorno da Praça Coração de Jesus (Foto: Mateus Dantas/ O POVO)

Fonte: O Povo Online

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Tecnologia no Dia a Dia – 31 de janeiro de 2018

31.01.18
Em comemoração ao dia do engenheiro ambiental, o Programa Tecnologia no dia a dia da última quarta-feira (31), abordou as questões que norteiam a profissão. Participaram da conversa a engenheira ambiental e sanitária da empresa Edro Engenharia Ltda, Mariana Ximenes; o engenheiro civil, mestre em saneamento, doutor em recursos naturais e diretor de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na empresa Sanebrás, Francisco Vieira Paiva e o engenheiro civil e diretor de comunicação e marketing do Senge-Ce, Áulio Antunes.
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Invenção recupera até 95% da capacidade de baterias de lítio usadas

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Uma das polêmicas mais recentes no mundo da tecnologia foi a descoberta que a Apple diminui a performance de iPhones conforme eles vão envelhecendo. Isso, no entanto, é uma medida para que o aparelho continue funcionando adequadamente mesmo com o desgaste da bateria, apesar de muita gente acusar a Maçã de agir assim para forçar as pessoas a comprarem modelos mais novos.

Seja como for, uma coisa é verdade, e ela dói: as baterias de lítio de nossos celulares sofrem desgaste conforme o uso e vão ficando cada vez piores com a passagem do tempo. No caso da Apple, o iOS automaticamente vai diminuindo o desempenho do aparelho de acordo com o estado da bateria e acabamos ficando com dispositivos quase inúteis que poderiam durar mais se não houvesse esse problema.

bateria iphoneBateria de lítio de um iPhone

 

Jovem novamente

Para evitar que isso continue acontecendo em smartphones, laptops e até carros elétricos, um pesquisador da Universidade de Tecnologia de Nanyang, em Singapura, teria inventado uma maneira de “rejuvenescer” as baterias de íon de lítio. O professor Rachid Yazami afirma que sua invenção é capaz de recuperar até 95% da capacidade de uma bateria de lítio em apenas 10 horas.

Caso o processo realmente funcione, ele pode mudar a história da tecnologia moderna de diversas maneiras. Imagine a quantidade de baterias que vai deixar de ser produzida por podermos reaproveitas as antigas. Isso vai trazer alterações drásticas para a indústria de células de energia e um impacto ambiental extremamente positivo.

O cientista diz que sua invenção pode ser usada tanto para eletrônicos de consumo, como iPhones e outros smartphones, quanto em veículos elétricos, onde ele acha que realmente vai haver o maior impacto. “As pessoas não trocam seus carros tão frequentemente quanto fazem com seus smartphones. Alguns trocam de celular a cada dois anos, mas você gostaria que um carro durasse mais de 10 anos”, disse Yazami.

Professor Rachid YazamiProfessor Rachid Yazami: o cientista pode mudar o mundo

Como funciona?

Basicamente, para recuperar a vida de baterias de lítio, o pesquisador acrescenta um terceiro eletrodo aos dois polos que já existem nelas. Esse eletrodo funciona recolhendo íos residuais de lítio de um dos polos, que é o que impede a bateria de armazenar uma capacidade maior de energia com o tempo.

Segundo Yazami, já existe o interesse de grandes empresas e sua invenção, entre elas Apple, Samsung e Panasonic.

Fonte: TECMUNDO

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O impacto da Quarta Revolução Industrial na Sociedade.

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Estamos surfando numa nova onda de mudanças radicais na produção industrial, resultado da convergência da robótica, da nanotecnologia, da biotecnologia, das tecnologias de informação e da inteligência artificial. Esta nova revolução industrial, a quarta, também conhecida como Industria 4.0, está provocando mudanças muito rápidas na indústria e no modo como os negócios ocorrem no mercado, na relação com os clientes e na demanda de seus produtos.

A humanidade viveu três revoluções industriais desde o século XVIII. A primeira introduziu a máquina a vapor, passou pela segunda caracterizada pelo uso da eletricidade e da produção em massa, em seguida a terceira, que teve como referência a tecnologia e a automação, chegando na atual, a quarta, da era digital.

A revolução que estamos vivenciando é mais rápida que as anteriores e provoca sensíveis mudanças na forma como produzimos, distribuímos e consumimos. A quarta revolução industrial em curso se caracteriza pela aceleração de todos os processos inovadores. De acordo com Klaus Schwab, em seu livro “A quarta revolução industrial”: “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”.

As revoluções industriais não afetam somente a tecnologia. Ao longo da história transformaram sistemas econômicos, políticos, sociais e ambientais. Com a indústria 4.0 não será diferente. Seus impactos ficarão cada vez mais visíveis e isto está ocorrendo numa velocidade sem precedentes. As tecnologias emergentes criam novas formas de mobilidade, de comercialização, de geração de valor e distribuição de oportunidades. O desafio mais importante que temos hoje é garantir que essas oportunidades sejam distribuídas de modo equitativo.

A história nos ensina que todas as revoluções têm ganhadores e perdedores. Há, portanto, urgente necessidade de garantir que mais pessoas, tanto quanto seja possível, participem desse futuro de tecnologias cada vez mais sofisticadas. Ao governo cabe aumentar seus investimentos em educação, fortalecendo o ensino de ciências e matemática com base em novos valores. A produção industrial dependerá, cada vez mais, da educação em áreas que possibilitem a formação de talentos capacitados a criarem e gerirem processos de alto desempenho com base em valores como respeito ao meio ambiente e à diversidade humana.

A participação é fundamental nesse processo. Os sistemas tecnológicos não são neutros, expressam e refletem a ética e as intenções de seus projetistas. Num contexto político, que vivemos, de baixa confiança e grande desigualdade é essencial encontrar formas de fazer com que, cada vez mais os cidadãos sejam capazes de construir juntos o futuro, em vez de se arriscarem-se num cenário dominado por tecnologias que os tornem mais vulneráveis, os exclua ou imponha custos inaceitáveis.

Estando em seu início, a quarta revolução industrial, há uma janela de oportunidades aberta para atuação dos governos em todos seus níveis de articulação – municipal, estadual e federal. Em diversas áreas existe a possibilidade de avanços desde a utilização da inteligência artificial na justiça criminal como o uso de drones para melhorar a produtividade agrícola. Não há setor da sociedade imune às mudanças que estão ocorrendo e as que estão por vir. O que temos que garantir é que a Industria 4.0 seja primeiramente e sobretudo centrada no ser humano, que aqueles que tomam as decisões, as lideranças tecnológicas e os cidadãos de modo geral devem colaborar juntos e projetarem sistemas baseados em valores humanos compartilhados. Temos uma grande oportunidade de providenciar que os sistemas emergentes da quarta revolução industrial possam potencializar o bem comum, preservando a dignidade humana e protegendo o meio ambiente para as futuras gerações.

Reinaldo Dias é professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, campus Campinas. Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais e Mestre em Ciência Política pela Unicamp. É especialista em Ciências Ambientais.

Fonte: Portal Abes

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Arquiteto e urbanista Odilo Almeida é eleito Conselheiro Internacional do CIALP.

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Por unanimidade dos participantes do 153o. Encontro do Conselho Superior – COSU- do Instituto de Arquitetos do Brasil- IAB, realizado em 20/01/2018, em Brasília-DF, o arquiteto Odilo Almeida foi eleito Conselheiro Internacional brasileiro no CIALP- Conselho Internacional de Arquitetos de Língua Portuguesa.
O CIALP é formado por representantes da Ordem dos Arquitectos de Angola, do Instituto de Arquitetos do Brasil, da Ordem dos Arquitectos de Cabo-Verde, da Secção de Goa do Instituto Indiano de Arquitectos (União Indiana), da União dos Arquitectos da Guiné-Bissau, da Associação dos Arquitectos de Macau (República Popular da China), da Associação Moçambicana de Arquitectos e da Ordem dos Arquitectos de Portugal. Como membro observador o CIALP conta com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil.
O CIALP tem como objetivo integrar as ações dos arquitetos dos países de língua portuguesa – sexta língua mais  falada num mundo com mais de 8.500 idiomas- , promover o intercâmbio cultural, tecnológico e normativo entre países dos 4 continentes onde o idioma é falado, bem como lutar no plano internacional pela valorização da arquitetura dos países membros.
“Em 2014, quando presidimos o XX Congresso Brasileiro de Arquitetos, realizado em Fortaleza-CE-Brasil,  tivemos a oportunidade de nos relacionar com os Conselheiros  Internacionais do CIALP, que estiveram presentes  no lançamento das Tabelas de Honorários de Serviços de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, publicação aprovada pelo CAU BR,  da qual fomos relator e coordenador entre 2009 e 2014.  
A partir de então, em 2016, fomos convidados para proferir palestras sobre honorários e escopos de projetos em Portugal, Cabo Verde e Angola. Agora como membro do Conselho Internacional , iremos propor a retomada dessa pauta de interesse dos arquitetos em todo o mundo, dentre os importantes temas em nível internacional que iremos tratar naquele Conselho”, afirmou o arquiteto Odilo Almeida.
Odilo Almeida tem 54 anos, é formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará- Brasil,  foi Presidente do IAB Ceará, Vice Presidente Nacional do IAB (Nordeste) e presidente do CAU Ceará. Atualmente é Conselheiro Nacional do IAB pelo Ceará, membro da Direção Nacional do IAB e da Direção do IAB Ceará.
O 153. Encontro do Conselho Superior – COSU é a instância máxima deliberativa do IAB que já se realiza há mais de 65 anos e conta com cerca de 130 membros representantes do IAB nos Estados . Representaram o Ceará no 153o. COSU os Conselheiros Campelo Costa e Odilo Almeida.
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Prognóstico para quadra chuvosa de 2018 no Ceará é o melhor em 10 anos.

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O prognóstico positivo de chuvas para o trimestre, que vai de fevereiro a abril próximos, alerta para possibilidade de precipitação irregular no Centro-Sul do Ceará. Ainda assim, os números são os melhores apresentados nos últimos 10 anos. A probabilidade de chuva acima da média é de 40%, 35% em torno do normal e 25% abaixo.
Para o governador Camilo Santana, os dados apresentados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) não refletem menos preocupação. “Mesmo chovendo acima da média, vai depender muito da intensidade e da forma que a chuva vier. O cenário vai depender das condições da chuva desses três meses”, afirmou na coletiva realizada nesta manhã, no Palácio da Abolição.
O secretário de Recursos Hídricos do Estado, Francisco Teixeira, diz que a recomendação é continuar com o trabalho de segurar a água que existe nos reservatórios. “O lema da água hoje é fazer mais com menos. Vamos rezar para Deus que a previsão se concretize”.

Camilo Santana lembrou de ações como os 400 km de adutoras construídas ao longo dos últimos três anos, além da perfuração de poços no Pecém e em Fortaleza e do reuso da água da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Gavião, localizada em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), junto ao manancial.

O contigenciamento, que reduziu em 18% o consumo de água em Fortaleza, também foi destacado. “Todas essas ações que o Estado fez nos garantiu uma economia de quase 300 milhões de m³ de água por ano”, afirmou.

“Ao invés de ir para o mar, essa água foi barrada em pontos dos rios Jaguaribe e Banabuiu, que jogaram essa água para Pacajus e Pacoti”, afirma o presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Neuri Freitas. “Neste ano, nossa ideia é ter um bombeamento da barragem do Cocó levando de volta essa água para a ETA Gavião”

Mesmo que a chuva seja maior na região Norte, o Sul do Estado não deverá ser de estiagem. É o que acredita João Lúcio Farias, presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). “Tudo vai depender disso: chuva, vazão e aporte aos reservatórios”, diz. “Se realmente tiver vazão, não é considerada seca”.
Além de Camilo Santana, Francisco Teixeira e Neuri Freitas, o evento contou com a participação de outros representantes de órgãos voltados aos trabalhos de Segurança Hídrica no Ceará, como a Cogerh, a Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra) e a Defesa Civil.
Uma atualização do prognóstico, abrangendo os meses de março, abril e maio, será divulgado em fevereiro próximo.
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Funceme prevê maior probabilidade de chuvas acima da média no Ceará em 2018

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A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou, na manhã desta segunda-feira, 22, o prognóstico para a quadra chuvosa de 2018. A maior probabilidade é que o Ceará tenha chuvas dentro da normalidade para o centro-sul do Estado e acima da média no norte.

A probabilidade prevista pela Funceme é de 40% de chuvas acima da média histórica, 35% na média e 25% abaixo. Os 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) têm hoje 6,8% da capacidade máxima.

“O cenário hoje está melhor que o do ano passado”, afirmou presidente da Funceme, Eduardo Sávio Martins. Segundo ele, as chuvas em dezembro do ano passado haviam sido 38% abaixo da média. Na coletiva, o governador do Estado, Camilo Santana, expressou otimismo com cenário previsto. “Era uma preocupação que o Estado tinha até a Funceme definir seu prognóstico. Vamos continuar cada vez mais firmes trabalhando”.

Fonte: Jornal O Povo.

 

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