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Sensor de monóxido de carbono pode evitar mortes por intoxicação

SENGE 0306

 Sensor legal

Um sensor desenvolvido no Brasil despertou o interesse de autoridades argentinas e agora está próximo de se tornar um item obrigatório de segurança naquele país.

“O sensor pode ajudar a evitar mortes por inalação de monóxido de carbono tanto nos países vizinhos como no Brasil, onde esse tipo de acidente é registrado principalmente na região Sul e, mais recentemente, no Nordeste, devido ao uso de aquecimento a gás,” explicou o professor Elson Longo, diretor do CDMF (Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais).

A intoxicação por monóxido de carbono (CO) é a causa mais provável das mortes de seis turistas brasileiros no Chile, na semana passada. Esse tipo de acidente é comum onde se utiliza aquecimento a gás. Na Argentina, por exemplo, são registradas 250 mortes e 2 mil casos de intoxicação pelo gás tóxico todos os anos.

Sensor de monóxido de carbono para aquecedores

O dispositivo consiste em um circuito integrado dotado de um sensor eletrônico de CO (monóxido de carbono) e outro de metano, desenvolvidos e patenteados pela equipe do CDMF, que também já desenvolveu sensores de ozônio, hidrogênio e radiação ionizante.

Os sensores são compostos por óxidos semicondutores, principalmente de cério, em escala nanométrica (da bilionésima parte do metro). Em contato com o CO e outros gases, esses óxidos apresentam uma mudança na resistência elétrica, que é processada e interpretada pelo circuito eletrônico como um sinal para interromper o fluxo de gás no equipamento em que o sistema está instalado, como um aquecedor de água.

“O monóxido de carbono é produzido pela combustão incompleta do gás natural pela falta de oxigênio no ambiente. Por isso, ao detectar a presença de CO acima do limite de segurança, o sensor corta o fluxo de gás natural para o queimador”, explicou Miguel Adolfo Ponce, um dos idealizadores do projeto.

De acordo com o pesquisador, a exposição a uma concentração de 0,02 partes por milhão (ppm) de CO não causa efeitos nocivos à saúde. Acima desse nível começa a causar sintomas perceptíveis, como sonolência e dor de cabeça. A exposição a 1.400 ppm de CO por uma hora é capaz de levar à morte.

Alguns fatores dificultam a detecção de CO no ambiente. O gás é incolor, insípido, inodoro e não irrita as mucosas. A única forma de percebê-lo é pela coloração da chama do queimador – se ela não estiver azulada, característica da combustão completa do gás natural pela quantidade correta de oxigênio, pode ser um indício de emissão de CO, afirmou Ponce.

Sensor legal

Um sensor desenvolvido no Brasil despertou o interesse de autoridades argentinas e agora está próximo de se tornar um item obrigatório de segurança naquele país.

“O sensor pode ajudar a evitar mortes por inalação de monóxido de carbono tanto nos países vizinhos como no Brasil, onde esse tipo de acidente é registrado principalmente na região Sul e, mais recentemente, no Nordeste, devido ao uso de aquecimento a gás,” explicou o professor Elson Longo, diretor do CDMF (Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais).

A intoxicação por monóxido de carbono (CO) é a causa mais provável das mortes de seis turistas brasileiros no Chile, na semana passada. Esse tipo de acidente é comum onde se utiliza aquecimento a gás. Na Argentina, por exemplo, são registradas 250 mortes e 2 mil casos de intoxicação pelo gás tóxico todos os anos.

Sensor de monóxido de carbono para aquecedores

O dispositivo consiste em um circuito integrado dotado de um sensor eletrônico de CO (monóxido de carbono) e outro de metano, desenvolvidos e patenteados pela equipe do CDMF, que também já desenvolveu sensores de ozônio, hidrogênio e radiação ionizante.

Os sensores são compostos por óxidos semicondutores, principalmente de cério, em escala nanométrica (da bilionésima parte do metro). Em contato com o CO e outros gases, esses óxidos apresentam uma mudança na resistência elétrica, que é processada e interpretada pelo circuito eletrônico como um sinal para interromper o fluxo de gás no equipamento em que o sistema está instalado, como um aquecedor de água.

“O monóxido de carbono é produzido pela combustão incompleta do gás natural pela falta de oxigênio no ambiente. Por isso, ao detectar a presença de CO acima do limite de segurança, o sensor corta o fluxo de gás natural para o queimador”, explicou Miguel Adolfo Ponce, um dos idealizadores do projeto.

De acordo com o pesquisador, a exposição a uma concentração de 0,02 partes por milhão (ppm) de CO não causa efeitos nocivos à saúde. Acima desse nível começa a causar sintomas perceptíveis, como sonolência e dor de cabeça. A exposição a 1.400 ppm de CO por uma hora é capaz de levar à morte.

Alguns fatores dificultam a detecção de CO no ambiente. O gás é incolor, insípido, inodoro e não irrita as mucosas. A única forma de percebê-lo é pela coloração da chama do queimador – se ela não estiver azulada, característica da combustão completa do gás natural pela quantidade correta de oxigênio, pode ser um indício de emissão de CO, afirmou Ponce.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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