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A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém, no município de São Gonçalo do Amarante (a 60,1 km de Fortaleza), foi autorizada a funcionar, ontem, pela Receita Federal.

 

“A importância de uma ZPE, além da criação de novos empregos e atração de novos empreendimentos, é sobretudo a diversificação econômica do estado do Ceará, da Região Nordeste, o que é de extrema importância para o Brasil”, afirma Gustavo Saboia Fontenele e Silva, secretário-executivo do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE). 

 

Fontenele e Silva ressalta que a importância global da área está no fato dela juntar o maior produtor de minério de ferro do mundo – Vale – a grandes consumidores mundiais dessa matéria-prima, o que coloca o estado no cenário mundial das exportações brasileiras.

 

Segundo o secretário, o mais importante agora é que a ZPE tenha mais de uma empresa porque “o oneroso é construir e manter uma estrutura de ZPE. Uma vez construída, ela pode ser utilizada por várias empresas”. Fontenele e Silva diz que, no caso do Ceará, não será um grande esforço para divulgar a zona aduaneira especial.

 

Para ele, o Brasil já é um grande foco de atração de investimentos estrangeiros e, por isso, empresas e países têm informações sobre o que acontece aqui, já sabem sobre a ZPE do Ceará. “É importante pensar um passo de cada vez. Nós, da CZPE, Ministério da Fazenda, Governo do Ceará, sabemos que ainda há muito trabalho. Fazer propaganda no exterior é importante, mas mais importante é trabalhar a operacionalidade do Pecém para receber novos investimentos”, conclui. (RF)

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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