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Mercado de resseguros de riscos de Engenharia cai no Brasil, mas mercado se mantém otimista no Ceará

SEGURO DE RISCO

Acompanhando a expectativa de retomada do crescimento da economia brasileira, o setor de seguros manteve, em 2018, a trajetória de expansão registrada nos últimos anos.

De acordo com a Confederação das Seguradoras (CNseg), a estimativa de arrecadação da indústria de seguros, para o fechamento de 2018, é de R$ 442,1 bilhões, o que representa crescimento nominal de 3,1% no ano. Para 2019, a previsão de aumento varia de 6,3% a 8,4%, segundo a entidade.

Os números da Confederação mostram que no Ceará, hoje, existem cerca de 1.370 corretores de seguros, o que mostra que o mercado ainda tem muito o que crescer e receber profissionais em áreas como seguro rural, de transportes e grandes obras.

Para a CNseg, os números comprovam que o segmento mantém o cenário positivo, movimentando a economia e gerando empregos.

Mas outros dados, de um relatório da JLT ID Report, mostram um contraste neste cenário positivo e otimista. Informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, mostraram que com a desaceleração de obras de infraestrutura no País nos últimos anos, a contratação de resseguros para riscos de engenharia pisou no freio no Brasil.

Apenas na primeira metade do ano passado, a queda foi de 35% em relação ao mesmo período de 2017, conforme o relatório da JTL ID Report, que analisa o mercado de seguros e resseguros no País.

(Com informações do jornal O Estado CE e do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo)

 

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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