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Engenheiro Eletricista é Empossado Presidente da Academia Cearense de Engenharia

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Mestre e Doutor em Engenharia Mecânica, especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Tecnologia Educacional para o Ensino Superior, Antônio Salvador da Rocha é o novo presidente da Academia Cearense de Engenharia (ACE).

A ACE tem como missão contribuir para que a sociedade em geral seja servida de maneira competente, com ética, sugerindo inovações aos engenheiros e entes envolvidos com a engenharia. Antes de ser presidente, Salvador da Rocha foi membro fundador da Academia Cearense de Engenharia e já atuou na instituição nas duas diretorias anteriores.

1 – Como se sente fazendo parte da Academia Cearense de Engenharia?

Evidente que me sinto excessivamente orgulhoso pela oportunidade de liderar os acadêmicos da Academia Cearense de Engenharia. Eles são baluartes da engenharia cearense e nacional. São pessoas que pautam suas vidas pela ética e são líderes em suas áreas de atuação. Alguns foram ou ainda são: empresários, reitores, pró-reitores, professores, ministros de Estado, secretários estaduais e municipais, dirigentes regionais e nacionais, dirigentes de entidades de classe, entre tantas outras funções relevantes. É uma honra estar ao lado dos confrades que compõem a Diretoria e o Conselho Fiscal deste sodalício.

 

2 –  Em sua opinião, qual é a importância da academia para a engenharia no Ceará?

A engenharia é fundamental para viabilizar o desenvolvimento sustentável de um estado ou de um país. Ela está presente em todas as atividades humanas.

A participação da engenharia é fundamental na agricultura sustentável, no planejamento e ordenamento de cidades, na gestão de recursos naturais, na minimização das desigualdades sociais, na implementação da infraestrutura, na área energética, principalmente para diversificar a matriz, com a utilização de energias limpas, no saneamento básico, nos transportes, na ciência e tecnologia e no desenvolvimento industrial.

Nesse contexto, a importância da Academia Cearense de Engenharia é ímpar, pois seus preceitos estatutários preconizam a defesa dos interesses sociais e humanos, a preservação dos princípios éticos, orientando seus esforços para a defesa da cidadania e da promoção do desenvolvimento sustentável do Ceará.

 

3 – Como pretende contribuir para a academia?

Trabalhando muito. É preciso enfatizar que nesses quatro anos de existência da ACE contabilizamos avanços inimagináveis. Os dois acadêmicos que me antecederam na presidência da ACE fizeram trabalhos magníficos. O confrade Antônio Albuquerque implantou brilhantemente a ACE e o atual presidente, Victor Frota, consolidou o funcionamento da academia.

O trabalho já realizado pelos gestores anteriores aumenta nossa responsabilidade em dar prosseguimento e avançarmos mais ainda. Dar continuidade em algumas atividades e avançar em outras áreas é um grande desafio. Isso não nos permite titubear diante dos desafios, mas ao mesmo tempo, isso nos dá força para realizar a proposta aprovada pelos colegas de diretoria.

Nossa proposta de gestão está ancorada em três pilares básicos: melhoria interna da ACE, fortalecimento da engenharia e da agronomia e maior interação com a sociedade.

Assim, propomos um plano de trabalho audacioso, sendo uma nova atividade para cada mês dos próximos dois anos, do qual destacamos: captar recursos financeiros externos (destacamos o apoio do Confea para a publicação da Revista da ACE e da Jornada de Tecnologia e Inovação); criar o Fundo Patrimonial da Engenharia Cearense (que dará sustentabilidade financeira à ACE em longo prazo-Lei 13.800, de 2019); criar a modalidade de Acadêmico Júnior; criar o programa de rádio e TV da ACE, na web ou por canais abertos, para divulgação de novas tecnologias e inovações de interesse dos engenheiros, gestores públicos e comunidade cearense (em parceria com a Rádio Universitária, TV Universitária, TV Assembleia e outros). Já convido os acadêmicos para prepararem seus podcasts e outras mídias; apoiar projetos de habitação de interesse social (em parceria com o Escritório de Tecnologia Social da UFC); promover a engenharia e a agronomia no meio dos estudantes da educação básica, para atrair novos talentos; desenvolver programas de conscientização sobre a importância da segurança predial (parceria com Senge-CE, Ibracon, Abece e Fundação Cetrede); contribuir para o estudo de temas que apoiem a formulação, a implantação e a avaliação de políticas públicas na área tecnológica; definir critérios e conceder o prêmio “Euclides da Cunha” para livros, monografias, teses, artigos originais, pesquisas, inovações e patentes.

 

4 – Já escreveu alguma obra na área da engenharia? Se sim, quais?

Sou professor e pesquisador e, nessa condição, tive oportunidade de fazer palestras em mais de sessenta congressos técnicos, nacionais e internacionais, nas áreas de engenharia e educação profissional, e publicar mais de cinquenta artigos técnico-científicos nas áreas de engenharia e educação, em congressos e seminários nacionais e internacionais.

 

5 – Já participou de que outras entidades da engenharia?

Participei de diversas entidades de classe da engenharia, em que ocupei cargos de direção ou como membro, tais como: Federação Brasileira das Entidades de Engenharia (Febrae), Unión Panamericana de Asociaciones de Ingenieros (UPADI), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-Mútua, – Associação Brasileira do Ensino de Engenharia (Abenge), Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM), Rede Metrológica do Ceará (RMCE), Clube de Engenharia do Ceará (CEC), Sindicato dos Engenheiros do Ceará (Senge-CE), Associação dos Professores do Ensino Superior do Ceará (Apesc) e Rotary Clube Alagadiço.

 

6 – Qual é a importância de os profissionais da engenharia se engajarem e participarem dessas entidades?

A contribuição social e a oportunidade de contribuir para a valorização dos profissionais e das atividades de engenharia são fundamentais para o crescimento pessoal e profissional. Destaco ainda a rede de relacionamento que se faz com profissionais das diversas modalidades da engenharia e da agronomia, que aumenta a satisfação em se sentir útil e dar uma contribuição efetiva.

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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