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Se você se interessa pela área de Engenharia, vale a pena conhecer mais a fundo a graduação em Engenharia Naval, oferecida por apenas seis universidades no país: UFPA, UFPE, UFRJ, UFSC, USP e UEA (AM).

Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um grupo de alunos fundou há três anos a Liga Naval, para divulgar o curso e a profissão e apoiar os futuros engenheiros navais com palestras, workshops, mentorias e informações sobre o mercado de trabalho.

O GE conversou com a presidente da Liga Naval, Eloísa Juan. Na entrevista abaixo, ela, recém-formados e professores do curso respondem a 12 questões sobre como é o curso e a profissão.

Para começar a nossa conversa, o que faz exatamente o engenheiro naval?

O engenheiro naval se responsabiliza pelo projeto, pela construção e pela manutenção de embarcações e seus equipamentos. Ele projeta a estrutura, os motores e todos os demais componentes de pequenos barcos e lanchas a grandes navios cargueiros e de passageiros e também de plataformas marítimas voltadas à exploração de petróleo.

Na construção, supervisiona os técnicos e os operários, verifica a qualidade da matéria-prima empregada e os métodos de trabalho.

Também pode gerenciar o transporte marítimo e fluvial e se encarregar do controle do tráfego de embarcações e dos serviços de comunicação.

Pode atuar, ainda, em inúmeras atividades que envolvem a exploração e produção sustentável de recursos do mar, como o petróleo.


Quais são os principais locais de trabalho do profissional?

Estaleiros, companhias de navegação e empresas que fazem administração de hidrovias são os tradicionais empregadores do graduado.

Fonte: Guia do Estudante

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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