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Engenharia Civil, uma profissão responsável por criar, inovar e interferir na sociedade

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O Engº Civil Ariosto Holanda, a Engª Civil e professora Nadja Glheuca e a estudante de engenharia Virnna Lee compartilham suas visões sobre a engenharia civil.

A engenharia civil é umas das especialidades mais antigas da Engenharia. Ao falarmos na profissão, lembramos de edifícios, pontes, pois são construções frequentes em nossa rotina, porém, para que tais obras se concretizem, é necessária a presença de um engenheiro civil que se responsabilize pela obra, uma vez que cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais usados na construção.

A profissão somente foi reconhecida a partir da Revolução Industrial, quando, em 1786, o inglês John Smeaton se autodenominou engenheiro civil para diferenciar-se dos engenheiros militares que, na época, eram os responsáveis por grandes construções voltadas, principalmente, para o combate de guerras. Anos depois, fundou a Sociedade dos Engenheiros Civis com o propósito de reunir profissionais para desenvolver grandes obras. Em 1814, o termo engenharia foi dicionarizado em língua portuguesa. Hoje, 25, comemoramos o Dia do Engenheiro Civil, profissão de muita importância para a sociedade. Para explorar um pouco mais sobre o ofício, conversamos com alguns engenheiros civis, a exemplo do Ariosto Holanda. Ele afirma que “é de responsabilidade de qualquer engenharia criar, inovar e interferir no meio”. Ariosto concluiu o curso na Universidade Federal do Ceará (UFC), em 1961. Lecionou na UFC por 35 anos e também prestou serviços à sociedade por meio do seu mandato como deputado federal.

Com vasta experiência na profissão, sempre aproveitou as oportunidades para investir em conhecimento. Durante seu mandato como deputado federal, buscou investimentos para o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) implantar o Centro Vocacional Tecnológico, que tem o objetivo de atualizar os profissionais para que exerçam suas funções com o máximo de conhecimento possível.

Ariosto Holanda também faz observações importantes, “A Engenharia, por exemplo, poderia propor, em qualquer área de sua atuação (civil, elétrica, mecânica, agronômica e outras), alternativa de geração de trabalho, uma vez que esse é um problema grave que estamos vivenciando”, diz. Salienta ainda que a falta de trabalho é um grave problema.

A engenheira civil e professora universitária, Nadja Glheuca, afirma que um dos grandes desafios na formação dos profissionais da Engenharia, hoje, é o avanço da tecnologia. “Hoje em dia temos que preparar os alunos para o futuro. A tecnologia é muito veloz e fica ultrapassada em poucos anos e até em poucos meses. Temos que ser capazes de preparar esses profissionais para encarar o futuro e ensiná-los a serem ecléticos em alguns momentos e sensíveis para que consigam perceber e acompanhar as mudanças. O engenheir de hoje precisa ter a abertura de perceber que o mundo atualmente é dinâmico e seu conhecimento tem que perpassar essas barreiras”

Segundo o portal Indústria Hoje, o mercado para a profissão está cada vez maior. Para se ter ideia, atualmente, as universidades brasileiras formam 40 mil engenheiros, porém, para atender à demanda do mercado, seriam necessários 90 mil novos profissionais.

A profissão de engenheiro civil tem várias ramificações importantes para Virnna Lee, estudante do curso na Fanor. Essa descoberta a fez ter um novo olhar sobre a profissão. “Quando entrei na faculdade, tinha uma visão muito fechada sobre Engenharia Civil, imaginava que eram somente construções de prédios e só, hoje, cursando o 7º semestre, tenho uma visão totalmente diferente. O amadurecimento profissional no decorrer da minha formação acadêmica é algo inexplicável, pois o leque de ramificações interessantes, como, por exemplo, a construção civil, faz com que eu possa afirmar hoje que fiz a melhor escolha de curso”, afirma.

No dia 25 também se comemora o Dia Nacional do Patrono da Construção Civil. A data corresponde ao dia da beatificação de Frei Antônio de Sant’Ana Galvão, o padroeiro da construção civil no país. A homenagem deu-se pelos longos anos em que Frei Galvão foi responsável pelas obras do Mosteiro da Luz, em São Paulo. A construção foi designada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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