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Em Teresina, engenheiros de 18 estados discutem alternativas para o saneamento

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Proposta é formatar um projeto que possibilite a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário e distribuição de água em todo o País.

O seminário Gestão em Saneamento aconteceu no última sexta (14) em Teresina para discutir os principais entraves do setor e iniciar a formatação de um projeto que possibilite a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário e distribuição de água em todo o País. Estão presentes ícones da engenharia nacional e presidentes dos Sindicatos dos Engenheiros de 18 estados. O presidente da Agespisa, Antonio Filho, foi um dos palestrantes e apresentou dados da instituição. Segundo ele, atualmente Teresina tem 689 mil pessoas sem atendimento da cobertura de esgotamento sanitário e outras 139.496 atendidas pelo serviço.

De acordo com o contrato de programa firmado em 2012 pela Agespisa e a Prefeitura de Teresina, a cobertura de esgotamento precisa saltar dos atuais 17% para 82% em 2021. Para isso, a Agespisa precisa quintuplicar o histórico ritmo de crescimento, que era de 0,3% por ano.

Segundo o engenheiro Antonio Florentino, esse baixo índice de cobertura é advindo da falência das Companhias Estaduais de Saneamento – como a Agespisa – que sofreram com a más gestões ao longo dos anos. Ele afirmou que os debates sobre titularidade, desoneração e regulação do saneamento servirão para os engenheiros apresentarem suas experiências e formatarem um projeto – que será ampliado em outros estados – para melhoria das gestões no saneamento.

“Vamos analisar o que é melhor para desenvolver o setor. Hoje está muito em voga a discussão sobre participação da iniciativa privada, queremos analisar a melhor forma que isso pode acontecer. Outro problema é como agilizar as obras e impedir – como acontece hoje – que tenhamos mais de R$ 100 milhões na Caixa Econômica para ampliar o esgotamento em Teresina e esse dinheiro não pode ser usado por problemas técnicos”, lamentou.

O palestrante Roberto Fernandes, representante da Arsete (Agência Reguladoras dos Serviços de Teresina), apresentou os dados do Plano Municipal de Águas e Esgotos. Nele, para universalizar os serviços de água na zona urbana é necessário mais de R$ 20 milhões até 2018 e na zona urbana R$ 3 milhões até 2021. Para totalizar o atendimento de esgoto é necessário R$ 127 milhões na zona urbana e mais de R$ 13 milhões na zona rural.

Fonte: Senge-PI

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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