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Dia Internacional das Mulheres na Engenharia: conheça histórias vitoriosas dentro do Senge/CE

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No dia 23 de junho é comemorado o Dia Internacional das Mulheres da Engenharia, a data surgiu na Women’s Engineering Society (WES), instituição do Reino Unido. Para homenagear todas as mulheres que dedicam suas carreiras à esta profissão, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará conversou com duas engenheiras bem sucedidas que compõem a nossa diretoria executiva: Teodora Ximenes, engenheira civil, presidente do Senge/CE e Juraci Neves, engenheira civil, diretora suplente.

Teodora Ximenes, engenheira civil, presidente do Senge/CE

“Quando vim de Sobral para Fortaleza, me encantei com a arquitetura de prédios verticalizados, vi aquelas estruturas e resolvi: eu vou cursar engenharia para entender a maravilha que é construir uma torre de vários pavimentos, foi aí que surgiu meu interesse na engenharia civil”, relembra Ximenes.

Já na universidade, ao se deparar com a turma predominantemente masculina, a presidente do Senge afirma que a situação foi como um combustível de motivação, expressando a polivalência da mulher:

“Quis fazer um curso não só voltado para os cálculos estruturais, mas também para aprender que a mulher pode ser tudo: profissionais, mães, avós, mulheres e ainda ter o carinho dos colegas de turma, que até hoje mantenho contato”, explica.

Para as gerações futuras, que pensam em seguir carreira na engenharia, o recado é de motivação e responsabilidade:

“Os números confirmam que ainda há pouca representatividade feminina na engenharia e enfatizo o quanto ainda precisamos lutar para pôr fim à desigualdade de gênero. Somos tão capazes quanto os homens”.

Paixão desde a infância

Juraci Neves, engenheira civil, diretora suplente do Senge/CE

Juraci Neves, diretora suplente do Senge/CE, afirma que a engenharia foi paixão desde os primeiros passos, ainda na infância se encantou pela lógica imbatível dos números:

“A engenharia sempre me atraiu até mesmo na infância, quando nem sabia que era uma profissão. As exatas exerciam um fascínio no meu mundo sonhador, era um paralelo entre o sonho e a realidade, gostava da lógica, de problemas matemáticos, de desafios e dos números”, explica.

A parceria com os colegas também foi uma realidade, ainda mais inserida em um meio tradicionalmente masculino, amizade que carrega até a fase adulta, sempre com boas lembranças:

“Mantemos até hoje encontros anuais da turma, é agradável, regado a muitas histórias do passado. Posso afirmar , que a engenharia era o curso para mim, nunca pensei em mudar”, reafirma.

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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