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Foto-CBHRMFPapel da engenharia no desenvolvimento do país foi discutido.

Teve início na quarta-feira, 17, o 6º Congresso Estadual de Profissionais da Engenharia e Agronomia de Sergipe. A solenidade de abertura reuniu líderes das entidades profissionais, autoridades políticas, profissionais e estudantes dos níveis superior, técnico e tecnológico, para discutir até sexta-feira, 19, formação, exercício profissional e legislação.

José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), aproveitou a oportunidade para relembrar os principais acontecimentos na história da criação dos conselhos e das entidades de classe no Brasil, e despertar nos jovens o interesse por fazer parte desse sistema, que precisa de mobilização para buscar a valorização profissional.

A revisão da legislação é ponto crucial, pois está ultrapassada e não corresponde mais aos anseios e necessidades dos profissionais. “O sistema envelheceu, tudo mudou desde 1966”, enfatizou José Tadeu. Propostas de mudanças serão apresentadas, discutidas e votadas, para seguirem ao Congresso Nacional de Profissionais, que acontecerá em setembro, em Gramado (RS).

As recentes mobilizações populares também foram assunto da discussão, já que a maioria das demandas da sociedade está diretamente ligada à Engenharia. Mobilidade urbana, energia, saneamento, construções de hospitais, de escolas, de estradas, todas essas obras e serviços só podem ser realizados por profissional registrado no conselho, de modo a garantir a devida segurança à sociedade.

A entrada de estrangeiros para atender à demanda cada vez mais crescente por engenheiros é uma das preocupações do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE), Jorge Silveira. “A Argentina não permite que os nossos profissionais atuem por lá. Por que devemos deixar que estrangeiros assumam os nossos postos de trabalho?” questionou.

Promovido pelo Crea-SE, o evento contou com apoio das entidades de classe e das instituições de ensino do Estado.  O eng. agrônomo Arício Resende Silva, coordenador do congresso, destacou que “a finalidade precípua é a discussão e a definição de políticas estratégicas, planos e programas que promovam a integração”.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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