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Serão R$ 328 milhões investidos no Nordeste. No Ceará, grande parte dos investimentos será em Tauá, Milagres, Sobral e Aracati.

Parques-eolicos-no-cearaA Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) prevê para este ano investimentos da ordem de R$ 328,3 milhões em sete estados do Nordeste em recapacitação e implantação de subestações, substituição de transformadores, adequação de terminais e implantação ou expansão de linhas de transmissões (LT). O Ceará deverá receber R$ 42 milhões desse montante, bem atrás do que a companhia irá investir na Bahia (R$ 132,1 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 46,9 milhões) e Pernambuco (R$ 44 milhões).

Os maiores volumes da Chesf no estado serão destinados às subestações de Tauá II (R$ 4.710.953,32) e Milagres (R$ 4.877.165,64) e a implantação de linhas de transmissão de 230 kV em Sobral III e a nova subestação de Acaraú II, que totalizam R$ 4.364.013,44. Entre 2010 e 2012, a Chesf investiu no Ceará R$ 216,1 milhões e para este ano estão previstos mais R$ 208,4 milhões. Segundo a Chesf, estes investimentos representaram a criação de 8.490 empregos diretos e indiretos durante o período de implantação dos reforços. Em 2012, a Chesf investiu R$ 1,2 bilhão e agregou ao seu sistema mais 241 km de linhas de transmissão. Para este ano, a companhia deverá alocar mais R$ 2 bilhões na instalação de mais 1.086 quilômetros de linhas de transmissão a seu sistema além de recapacitar 780 km de linhas existentes.

Atrasos em LT

Sobre as críticas ao atraso na implantação de linhas de transmissão das novas usinas eólicas, o diretor-presidente da Chesf, João Bosco de Almeida explicou que quando são feitos os leilões, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – que realiza os leilões – e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) – que planeja os leilões – não sabem aonde as usinas vão se instalar. “Só depois do leilão das usinas é feito o das linhas. Nesse caso, a Aneel botava o prazo que restava, ou seja, se faltavam 20 meses para a usina ser entregue era nesse período que se faria a construção da linha”, explica.

A Chesf aceitou esse modelo, segundo Almeida, porque são obras simples de engenharia e não deveria gerar problemas. Entretanto, quando chegou a hora de conhecer a localização exata das usinas eólicas, as próprias empresas geradoras pediram para mudar a posição dos aerogeradores. “Aí é que se perde tempo”, diz. Para solucionar, João Bosco de Almeida diz que em abril de 2012 reuniram todas as empresas geradoras do Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia e os órgãos ambientais e repactuaram as datas de entrega das linhas de transmissão. De lá para cá, estão mantidas as datas acordadas.

No caso do Ceará, as usinas eólicas de Acaraú, com potência de 186 MW, foram as que obtiveram melhores resultados de todas. Foi realizada uma obra provisória e os parques estão desde dezembro de 2012 liberados. A obra definitiva será entregue em outubro. Outra conexão, a de Ibiapina (150 MW) irá atrasar 10 meses, devendo ser entregue apenas em abril de 2014. (Rebecca Fontes)

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

O sistema de transmissão da Chesf é constituído, de 19 mil quilômetros de linhas de tensões de 500, 230, 138 e 60 kV, além de 109 subestações cobrindo uma área de aproximadamente a 1,2 milhão de km quadrados

SERVIÇO

Consumo de Energia

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Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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