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Profissionais do Senge podem ter desconto de até R$ 500 em curso de Patologia de Fachadas

FACHADAS
Engenheiros, filiados ao Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE), interessados em fazer o Curso de Patologia de Fachadas, tem até o dia 15 de janeiro para fazer a inscrição e obter um desconto de R$ 500.
O valor integral do curso é de R$ 700 e com o desconto, profissionais do Senge podem pagar apenas R$ 200.
As pré-inscrições com desconto acontecem na sede do Sindicato, na rua Alegre, 01, na Praia de Iracema.
Conforme o diretor de comunicação do Senge-CE, Aulio Antunes, após o dia 15 de janeiro, os inscritos não conseguirão resgatar o voucher que concede o abatimento no valor do curso.
As vagas são limitadas e o desconto só será garantido para os primeiro profissionais que efetuarem o pagamento da pré-inscrição. Os demais profissionais terão até o dia 17 de janeiro para se inscrever e efetivá-las no dia do curso.
 
Maiores informações pelo telefone: (85) 3219-0099
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Sonda pousa no lado oculto da lua pela primeira vez na história

SONA LUA 2

A sonda espacial chinesa Chang’e 4 pousou, nesta quinta-feira (3), no lado oculto da Lua — a parte do satélite que não é visível da Terra. Segundo a Administração Nacional Espacial da China, é a primeira vez na história que este pouso é realizado. As informações são das agências de notícias EFE, Associated Press, e da Rede Global de Televisão da China (CGTN, em inglês).

 

A nave, que tem um módulo e um ‘rover’ — veículo de exploração espacial — deve estudar a composição mineral, o terreno, relevo e a manta da superfície lunar, a camada abaixo da superfície. Também deve realizar observações astronômicas por meio de baixas frequências de rádio, a chamada radioastronomia.

 

“O lado oculto da Lua é um raro lugar calmo, que está livre da interferência de sinais de rádio vindos da Terra”, afirmou o porta-voz da missão, Yu Gobin, segundo a agência de notícias estatal Xinhua News. “Essa sonda pode preencher o vazio de observação de baixa frequência na radioastronomia, e irá fornecer informações importantes para estudar a origem das estrelas e da evolução da nébula [solar]”.

 

A alunagem [aterrissagem na superfície lunar], realizada às 0h26 (horário de Brasília), “abriu um novo capítulo na exploração humana da Lua”, afirmou a agência espacial chinesa. O local exato do pouso foi a cratera Von Karman, no polo sul lunar, que tem 186 quilômetros de diâmetro e 13 quilômetros de profundidade. Segundo a AP, cientistas chineses acreditam que pousar nessa cratera possibilitaria coletar novas informações sobre a manta da Lua.

 

O lado oculto da Lua é relativamente pouco explorado e tem uma composição diferente daquela do lado “próximo”, que pode ser visto da Terra, e onde outras naves já pousaram. Países como a antiga União Soviética, os Estados Unidos e até mesmo a própria China já haviam realizado missões desse tipo

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De acordo com a Nasa, a agência espacial americana, essa parte do satélite foi observada pela primeira vez em 1959, quando a nave soviética Luna 3 enviou as primeiras imagens. Em 1962, os Estados Unidos tentaram enviar uma missão não tripulada ao lado oculto da Lua, que não deu certo, segundo a EFE.

 

(Informações do G1)

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Proposta de mudança curricular nos cursos de Engenharia causa divergência entre entidades

SALA ENGENHARIA 2
Entidades e escolas de engenharia de todo o país participaram de uma audiência pública no final de novembro no Clube de Engenharia, no Centro do Rio de Janeiro, para discutir a proposta apresentada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), sobre mudanças nas diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em engenharia.
Diante do tempo exíguo para contribuições, as comunidades acadêmica, científica, tecnológica e de inovação publicaram uma carta aberta expressando preocupação com a “aprovação apressada e pouco discutida publicamente das novas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Engenharia”. O documento foi assinado por 18 entidades, entre elas, 12 universidades ou faculdades de engenharia, sindicatos e entidades de classe.
A carta ressalta os impactos “acadêmicos, jurídicos, sociais e econômicos” da proposta e a supressão de conteúdos gerais e profissionais aprovados em 2002 por resolução do CNE, atualmente em vigor. “Desta maneira, se poderá aprovar um curso de engenharia sem disciplinas de matemática, física, química, economia e ciências do ambiente, porque a resolução proposta dará base legal para a argumentação dos interessados em não oferecer essas disciplinas em cursos de engenharia”.
As entidades destacam que a proposta muda a exigência para a docência, incluindo a possibilidade de “mestres, especialistas e profissionais não acadêmicos de notória competência” se tornarem professores, o que é caracterizado como uma “ingerência na autonomia acadêmica e administrativa das universidades”.
Na audiência diversos representantes criticaram a proposta. Entre os principais pontos estavam a falta de diálogo com conselhos regionais e federal sobre a mudança na formação e a possibilidade de que um currículo aberto. Entre os argumentos favoráveis estava a diminuição da carga-horária. Segundo as entidades presentes ao evento, os cursos de engenharia no Brasil tem carga-horária superior ao de escolas mundialmente conhecidas como o Massachusetts Institute of Technology (MIT, uma das mais conceituadas escolas de engenharia do mundo), e os conteúdos costumam ser repetitivos. O Brasil registra ainda grande evasão nos cursos de engenharia provocada, principalmente, pela dificuldade com matérias como cálculo e física.
De acordo com o conselheiro da Academia Nacional de Engenharia (ANE) Paulo Alcântara Gomes, ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a evasão nos cursos de engenharia chega a 40% em alguns casos. Para ele, é preciso melhorar a integração entre prática profissional e conhecimento básico dentro das faculdades.
“Soubemos da proposta em abril e fizemos as sugestões, solicitamos as reuniões. Tem uma ausência do estímulo à cultura da educação continuada, do empreendedorismo e da inovação na área de engenharia. Mas não vai resolver introduzindo a inovação como uma disciplina, mas sim incluindo inovação em todas elas. As diretrizes construídas em 2001 e 2002 nos atendem perfeitamente”.
O presidente da Câmara de Ensino Superior do CNE, Antonio Freitas, relator da comissão que analisa a proposta, afirmou que a ideia é que cada escola tenha mais autonomia para formar seus profissionais de acordo com as necessidades do mercado de trabalho. “Nós estamos discutindo as novas diretrizes curriculares de engenharia de forma a que cada escola possa ter o seu próprio tipo de egresso, gerando maior empregabilidade e ao mesmo tempo fazendo com que as empresas brasileiras tornem-se internacionalmente competitivas”, afirmou.
“Hoje os engenheiros são muito parecidos, assim sendo, os engenheiros das escolas como UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro], ITA [Instituto Tecnológico de Aeronáutica], IME [Instituto Militar de Engenharia] têm bons empregos. Os outros têm dificuldades. A ideia é que cada escola possa desenhar o seu próprio programa e se destacar na sua área, gerando empregabilidade e maior competitividade pelas empresas nacionais”, completou.
De acordo com ele, as novas diretrizes também pretendem aumentar a inovação e criação de produtos no Brasil. Para Freitas, os cursos não estão acostumados com a liberdade para montar o próprio programa, tendo que seguir um currículo mínimo, o que seria inconsistente.
“É importante que cada escola possa ter o seu próprio programa aonde você tem diretrizes: seria bom que você ensinasse cálculo, química, física. Agora, a quantidade de cálculo que você vai ensinar, depende do tipo de engenharia que você está formando. Por exemplo, um engenheiro de produção talvez precise de uma quantidade diferente de cálculo do que um engenheiro eletricista. Ou seja, as diretrizes não só da engenharia, mas de toda as áreas, oferece essa liberdade para que o corpo docente da escola monte o seu próprio programa”.
(Do portal Engenharia E)
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Astef realiza Curso de Coordenação de Projetos com Plataforma BIM em parceria com o Senge-CE

2018 poster instagram

A Associação Técnico-Científica Eng.° Paulo de Frontin (Astef) em parceria com o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE), promoverá entre os dias 24 de setembro e 30 de novembro o curso de Coordenação de Projetos com Plataforma BIM. Ministrado pelo prof. André Felipe e pela prof. Juliana Queiroz, o workshop tem por objetivo capacitar estudantes e profissionais das áreas de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC) no gerenciamento de informações, compatibilização e gestão de projetos com o uso de softwares BIM.

Com duração de 30 dias o curso terá carga horária de 90h, com aulas teóricas realizadas no Senge-CE e práticas realizadas no Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Design da UFC. Através da parceria os associados do Senge-CE e os estudantes que fazem parte do Núcleo Jovem, terão descontos especiais.

Para mais informações acesse o link:

http://www.astef.ufc.br/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=58 

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Funceme prevê maior probabilidade de chuvas acima da média no Ceará em 2018

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A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou, na manhã desta segunda-feira, 22, o prognóstico para a quadra chuvosa de 2018. A maior probabilidade é que o Ceará tenha chuvas dentro da normalidade para o centro-sul do Estado e acima da média no norte.

A probabilidade prevista pela Funceme é de 40% de chuvas acima da média histórica, 35% na média e 25% abaixo. Os 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) têm hoje 6,8% da capacidade máxima.

“O cenário hoje está melhor que o do ano passado”, afirmou presidente da Funceme, Eduardo Sávio Martins. Segundo ele, as chuvas em dezembro do ano passado haviam sido 38% abaixo da média. Na coletiva, o governador do Estado, Camilo Santana, expressou otimismo com cenário previsto. “Era uma preocupação que o Estado tinha até a Funceme definir seu prognóstico. Vamos continuar cada vez mais firmes trabalhando”.

Fonte: Jornal O Povo.

 

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Recursos Hídricos do Ceará

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|RESERVAS EM BAIXO| Em pré-estação chuvosa e aguardando prognóstico da Fuceme para as chuvas dos meses de fevereiro a maio, que será divulgado na segunda-feira, o Ceará está atualmente com apenas 6,83% do volume de água que os reservatórios comportam. O Castanhão, principal reserva de água do Estado e o maior açude do País, tem agora 2,41% da sua capacidade

Fonte: Jornal O Povo.

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A agonia de um “mar” do sertão.

FCOFONTENELE

Se fosse num mergulho, com cilindro e tudo, teríamos descido 20 ou 25 metros de profundidade em um dos trechos do lado direito da parede do açude. Mas os anos de pouca chuva no Semiárido, batendo à porta no sexto ano consecutivo, nos fez descer nas fundaras do Castanhão sem precisar de barco a motor nem equipamentos para respirar debaixo d´água.

Onde havia um ‘mar’, nascido principalmente das surpreendentes chuvas de  2004 e 2009, há extensos vales que se pode percorrer a pé. Tem de ter fôlego pra subir e descer. É a margem se distanciando do que eram 6,7 bilhões de metros cúbicos (m³) e, hoje, se desmilingue na floresta afogada emergida nos dois e poucos por cento do que resta de espelho d´água.

Uma imagem mal-assombrada e, ao mesmo tempo, uma fotografia imperdível do Sertão evaporando. No fim do viço e quase cego nos olhos encandeados com o sol vertical acima do chapéu. O reservatório gigantesco conta os dias. Ou inverno abundante ou as águas de Francisco. O açude Castanhão é a vida de José Wanderley dos Santos, 44, conhecido na beira d´água por Veudo. Um matuto, sem o preconceito da palavra, estoico na convivência com ele mesmo e com o açude – senhor de tudo que o rapaz tem hoje. “Mas está por um trisco”, rumina enquanto o drone rouba atenção. Veudo, como pede para ser escrito, tem resiliência invejável e ri. Até chegar ao espelho d´água e se fixar com uma fazenda de tilápia, na imensidão do Castanhão, viveu quase um romance de Ariano. Começou trocando uma moto por duas novilhas e foi se virando, fazendo dinheiro no Semiárido. Quase nada é ficção.

Lá em 2005, quando desceu com a família e a mãe, no assentamento do Desterro, na Jaguaribara planejada, corrido da barragem que ia inundar tudo, havia apenas promessas dos governos. “A gente chegou a passar fome”, reacende Veudo. Nada foi fácil no enredo, também, Graciliano.

Porém imaginar que aquele “mar” iria minguar? Nunca. Em 44 anos, Veudo atravessou secas penitentes. “Mas como agora?”, se interroga. É que a vivência do encarrilhado de seis anos apaga qualquer memória.

As recentes estão frescas. E são de uma semana para outra. Todos dias, quando chega para cuidar dos peixes que restam em 65 gaiolões (já foram 2.500 cativeiros), a água tem se afastado mais e mais do galpão de apoio em terra firme – onde o beiço do açude chegava. Mais ou menos 5 km de distância de lá, indo de carro e, depois, em duas embarcações até o lugar dos viveiros, hoje. “Do começo da seca pra cá, já perdi as contas de quantas vezes tive de mudar os tanques para não ter mais prejuízos”, diz sem tom de derrota. É assim o movimento: o açude vai evaporando e quem ainda insiste em lidar com as tilápias tem de achar águas da fundura de pelo menos 10 metros. Veudo e os dois funcionários que restam, já foram quatro, seguem puxando as cordas dos tanques em direção ao miolo do reservatório gigante. Mesmo no volume da “quase morte”, nos 2,42%, o Castanhão inundaria seis vezes o Gavião – açude que também dar de beber à Região Metropolitana de Fortaleza.

É o que tem de ser feito, decreta Veudo. Ficar se movimentando no Castanhão agonizante. Só duma lapada, numa semana, ele gastou R$ 750 comprando combustível para alimentar os barcos e ser nômade dentro das águas do açude. “Quando estava bom, cheguei a ganhar em uma despesca R$ 150 mil aqui dentro”, recorda.

Veudo ainda tem 12 mil peixes para despescar quando fevereiro ou março chegar. Ele, talvez, seja o maior produtor ainda ali. Além de alguns poucos com três mil tilápias. Quem tem dinheiro migrou para Sobradinho, Bahia. Provavelmente, será a derradeira safra de cativeiro no Castanhão, se não vier um “dilúvio de inverno” neste ano. “Quem não tem muito dinheiro, ficou pelejando como eu. Se chover, volta todo mundo. A quentura das águas daqui é melhor pra tilápia”, ensina.

 

Fonte: Jornal O Povo.

 

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Ponto final. Brasil supera atraso de 15 anos no uso de energia solar

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O Brasil conquista hoje a marca de 1 gigawatt (GW) de potência instalada em usinas de fonte solar fotovoltaica, conectados à matriz elétrica nacional. E apesar do atraso de 15 anos no segmento, “os avanços já estão sendo reconhecidos”, diz o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), encarregada do levantamento, as usinas de fonte solar tem energia suficiente para abastecer 500 residências e atender o consumo de 2 milhões de brasileiros. E hoje, dos 195 países do mundo, o Brasil está entre os 30 que possuem mais de 1GW de fonte solar.

Em 2017, Rodrigo Sauaia declarou que essa marca é resultante do crescimento dos mercados de geração centralizada e geração distribuída solar fotovoltaica.

“Na geração centralizada, contamos com a inauguração de grandes usinas solares fotovoltaicas contratadas pelo governo federal em leilões de energia elétrica realizados em 2014 e 2015. As usinas em funcionamento estão localizadas principalmente nos estados da Bahia, Piauí, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Pernambuco e representam uma potência total de 0,935 GW”, informou Rodrigo Sauaia.

E na geração distribuída, foi registrado um aumento do uso de sistemas fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural, em todas as regiões do país. Nessa caso a potência total é de 0,164 GW que somado ao seguimento de geração centralizada, atinge 1,1 GW operacionais no país .

 

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Facebook vai inaugurar escola de programação no Brasil

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Centro deve ser inaugurado ainda em 2017 e pretende receber mais de 7.400 jovens brasileiros

O Facebook anunciou nesta segunda-feira (28) o Hack São Paulo, espaço destinado a empreendedorismo e formação de jovens profissionais.

Localizado em prédio na Avenida Paulista, o espaço incubará 20 start-ups por ano e será usado para dar cursos de informática para jovens.

Ele deve ser inaugurado ainda em 2017 e pretende receber mais de 7.400 jovens brasileiros por ano nas áreas de programação, planejamento de carreira e gestão de empresas.

O lançamento reforça a tendência da criação de espaços de empreendedorismo em São Paulo. Neste mês, o Bradesco anunciou que terá um espaço para empreendedorismo na capital paulista e o Cubo, do Itaú, que terá uma ampliação de tamanho. O Google também mantém o Campus na Cidade.

Também em agosto, a Oi anunciou o lançamento do Oito, no Rio de Janeiro.

Parceiros

Os cursos e workshops serão ministrados por parceiros com reconhecida atuação nessas áreas:

– Mastertech;
– MadCode;
– Reprograma;
– JuniorAchievement;
– Centro de Empreendedorismo e Negócios da FGV (FGVcenn).

Já os programas de aceleração serão feitos em parceria com a Artemisia, organização sem fins lucrativos especializada no fomento de negócios sociais.

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Internet via satélite é solução cara

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Presente em Fortaleza e mais 137 municípios, o serviço via satélite da HughesNet promete ter conexão via satélite com qualidade de sinal bem superior ao de TVs do gênero para evitar problemas como os que ocorrem toda vez que chove e você fica sem televisão. Porém, o preço mínimo do serviço assusta: R$ 219,90/mês mais taxa de adesão de R$ 99 por 10 mega de velocidade de download, 1 mega para upload, franquia principal de 15 giga e franquia extra de 20 giga. Segundo a HughesNet, não há bloqueio de internet, mas redução da velocidade quando se esgota a franquia.

Com relação a suporte técnico, o presidente da empresa no Brasil, Rafael Guimarães garante que o atendimento 24 horas, 7 dias na semana tem resposta muito boa. “Temos a média de 20 segundos para o cliente chegar até um atendente humano e resolver seu problema”, afirmou Rafael Guimarães.

O presidente também assegura que nas cidades onde a HughesNet atende há toda uma equipe de terceirizados para dar suporte ao cliente quando não há como resolver remotamente.

De acordo com Guimarães, 82% da base de assinantes da HughesNet estão em cidades com até 50 mil domicílios. De todos os domicílios da cobertura HughesNet, 30% está no Nordeste e 4% estão no Ceará. A empresa garante que cobre 86% dos domicílios do Ceará e a base de assinantes ativa corresponde a 2% dos domicílios do Estado.

Fonte: Diário do Nordeste

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