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Máquina transforma umidade do ar em água

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Máquina que consegue transformar a umidade do ar em água potável vai ser usada em um projeto desenvolvido no Instituto Federal do Ceará (IFCE) em Quixadá, no Sertão Central. A ideia é que o equipamento forneça água para o cultivo de tomates modificados geneticamente na unidade. Hoje, um grupo de professores e estudantes do instituto e gestores do Sertão Central vão se reunir em seminário que discutirá a implantação do projeto.

O equipamento levado à Quixadá é de tecnologia brasileira, executada a partir de 2008. A máquina, do tamanho de uma geladeira, retira a umidade do ar e esteriliza a água por meio de um sistema de alta pressão. Em seguida, o líquido recebe uma série de minerais, como cálcio, magnésio e potássio, para tornar-se potável.

“Essa tecnologia, que começou no Brasil, já foi importada para outros países, como os Emirados Árabes. Ela é usada em cidades que sofrem com a falta d’água, e seria interessante essa implantação no Nordeste do Brasil também”, reforça o engenheiro Pedro Ricardo Paulino, que desenvolveu a máquina.

Equipamento

Comercialmente, a máquina que está no IFCE custa em torno de R$ 46 mil e pode produzir até 150 litros de água por dia. O equipamento será mantido com energia solar.

O projeto de uso da máquina está sendo coordenado pelo deputado federal Odorico Monteiro (Pros). Ele acredita que, a partir da experiência em Quixadá, outras unidades recebam a tecnologia. “Vamos iniciar como um projeto de pesquisa de desenvolvimento em inovação. Começaremos com essa experiência em Quixadá e queremos expandir”, diz o parlamentar.

Serviço

Seminário do Programa de Desenvolvimento e Inovação para a Agricultura Sustentável

Quando: sexta-feira (24/03), às 14 horas

Onde: Auditório do IFCE – Quixadá (avenida José de Freitas Queiroz, 5000)

Fonte: O Povo

Foto: Instituto de Engenharia

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Engenheiros criam concreto flexível

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Engenheiros da Universidade Tecnológica Nanyang, de Cingapura, criaram um concreto flexível que é duas vezes mais forte e durável que os convencionais.

A tecnologia pode ser usada principalmente na construção de rodovias. Segundo os criadores, o material exige menos manutenção e aumenta a velocidade de instalação do concreto.

Batizado de ConFlexPave, o material ganhou nova característica pela adição de polímeros à mistura do concreto. De acordo com Yang En-Hua, pesquisador que liderou o estudo, a ideia surgiu de pesquisas sobre como os componentes do concreto interagiam em uma escala microscópica.

“Conhecendo o material em detalhes, pudemos deliberadamente selecionar e construir os componentes que entrariam nessa mistura, de maneira a permitir usos mais flexíveis”, disse Yang.

O objetivo dos pesquisadores é, em alguns anos, testar o material em áreas públicas.

Fonte: Engenharia É

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Série de livros traz perfis de empresários do setor da construção e imobiliário no Ceará

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Série de oito volumes lançada pelas Edições BPM traz perfis de empresários do setor da construção e imobiliário no Ceará e está disponível na versão e-book

A história recente da construção civil e do setor imobiliário no Ceará, contada a partir da trajetória de empresários, donos de grandes construtoras no Estado, deu origem a uma série de livros lançada pelas Edições BPM, empresa dedicada à escrita de biografias, perfis e memórias de vida e de empresas.

A série “Perfis Grandes Nomes do Setor da Construção e Imobiliário Cearense” traz, em oito volumes, perfis de empresários do segmento de edificações no Ceará, escritos pelo jornalista Emmanuel Montenegro, durante os anos de 2012 e 2014, para uma revista voltada para o segmento.

Os textos trazem a trajetória de vida e empresarial de Antônio Câmara (Cameron Construtora), Assis Machado (Construtora Mota Machado), Graça Dias (Dias de Sousa Construções), Hélio Galliza (Construtora Manhattan), José Simões (J. Simões Engen
haria), Otacílio Valente (Construtora Colmeia), Roberto Sérgio (Sert Engenharia de Instalações) e Ricardo Bezerra (Lopes Immobilis).

De acordo com Montenegro, o objetivo da série é oferecer aos leitores uma obra de consulta sobre a construção civil cearense, por meio das histórias de sucesso de empresários do setor, que ergueram suas companhias, em sua maioria, com seus próprios esforços e recursos familiares. “Foi um grande aprendizado entrevistar todos esses empresários que se destacam no segmento da construção e imobiliário no Ceará. Acredito que o livro será de grande valia para os leitores, especialmente para os estudantes de engenharia, que irão conhecer as trajetórias de cada perfilado e de suas empresas, encontrando ensinamentos úteis, de natureza tanto empresarial quanto familiar e afetiva”, diz o jornalista, que busca conseguir patrocínio para publicação da série em versão impressa.

Os oito volumes da série ‘Perfis Grandes Nomes do Setor da Construção e Imobiliário Cearense’ estão disponíveis para leitura no endereço: http://issuu.com/edicoesbpm

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Senai-CE oferta 400 vagas em cursos profissionalizantes em Setembro e Outubro

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(Foto: Divulgação)

O SENAI/CE está ofertando 400 vagas em cursos profissionalizantes presenciais e a distância, distribuídas em 25 turmas, em Setembro e Outubro.  As qualificações são pagas. Os interessados (pessoas físicas e jurídicas) já podem reservar suas vagas nos cursos pelo telefone (85) 4009.6300 ou pelo endereço eletrônico http://www.senai-ce.org.br no link “Cursos para Você”. Os valores de um curso no SENAI/CE variam de acordo com a área escolhida e a carga horária.  Os preços variam de  R$ 100,00 a R$ 90,00 reais. O SENAI/CE concede 10% de desconto para quem se inscrever nas turmas manhã ou tarde.

 
As qualificações são nas áreas de Alimentos e Bebidas; Automação Industrial; Construção Civil; Eletroeletrônica; Energia; Logística; Meio Ambiente; Metalmecânica; Refrigeração e Climatização; Segurança do Trabalho; Tecnologia da Informação; Telecomunicações; Têxtil e Vestuário; Transporte. Os cursos acontecem em oito unidades do SENAI no Ceará, localizadas em Fortaleza, Horizonte, Maracanaú, Sobral e Juazeiro do Norte, nos turnos manhã, tarde e noite. 
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OPovo: Lei da inspeção predial é regulamentada e multa pode chegar a R$ 5 mil

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Varanda de prédio no Meireles desabou em março e deixou vítimas
Varanda de prédio no Meireles desabou em março e deixou vítimas
O prefeito Roberto Cláudio (Pros) assinou na tarde desta terça-feira, 23, o decreto que regulamenta a lei da inspeção predial, que envolve vistoria técnica, manutenção preventiva e periódica das edificações e equipamentos públicos e privados no município.
O decreto considera infrações como: não possuir Certificado de Inspeção Predial (CIP); não afixar o CIP em local visível aos usuários e agentes públicos; apresentar CIP fora do prazo de validade. Estão previstas multas que variam de R$ 1 mil a R$ 5 mil
A inspeção predial da edificação compreende a vistoria e análise das edificações por profissional habilitado (engenheiro, arquiteto ou empresa legalmente habilitados), classificando o grau de risco com relação à segurança dos sistemas construtivos.
Nos primeiros 180 dias, a fiscalização acontecerá em caráter educativo. Serão envolvidos cerca de 70 fiscais das sete Secretarias Regionais. Na segunda etapa de fiscalização serão observados todos os pontos estabelecidos no decreto, como infrações e penalidades. Conforme a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), estão previstas multas que variam de R$ 1 mil a R$ 5 mil.
“A partir de hoje vamos começar uma fiscalização preventiva com os 70 fiscais. Vamos, obviamente, priorizar os prédios e edificações mais antigas da cidade e já com algum risco de desabamento identificado”, informou o prefeito.
O presidente do o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), Victor Frota, destacou que a entidade vai promover um esclarecimento aos profissionais e população sobre a responsabilidade do profissional que elabora o laudo. “Não é simplesmente para uma formalidade. É um laudo que venha a trazer um diagnóstico da saúde da edificação”, reforçou.”A gente vai tentar fazer uma capacitação específica com os profissionais para a inspeção predial, porque ela vai requerer uma equipe multidisciplinar, que vai desde a estrutura, instalações, elevadores. Nós pretendemos começar a cadastrar os profissionais que queiram trabalhar com inspeção predial”, explicou a presidente do Sindicato dos Engenheiros do Ceará (Senge-CE), Thereza Neumann.

Sobre a demora de três anos para regulamentar a lei, RC afirmou que foi preciso reabrir o debate com as entidades e órgãos profissionais. “Somos a segunda capital do Brasil a ter uma legislação dessa natureza”, enfatizou.

Acidente
A varanda do condomínio residencial localizado no cruzamento das ruas Ana Bilhar e Joaquim Nabuco, no bairro Meireles, passava por reforma em março deste ano, quando desabou e atingiu três pessoas que trabalhavam na obra. O prédio foi evacuado e interditado e deixou as sete famílias que morava no local sem a chance de voltar para casa.
Segundo o laudo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE) o desabamento foi provocado pela falta de manutenção preventiva e alto grau de oxidação das ferragens das vigas de sustentação.

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Aldo Rebelo cria fórum de ciência, tecnologia e inovação com governadores do Nordeste

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O ministro reuniu-se com os governadores, em Brasília, para construção de uma agenda comum para o desenvolvimento da região. Ele destacou essa como parte insubstituível de um projeto de desenvolvimento do Brasil.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, reuniu-se com os governadores do Nordeste, nesta quarta-feira (20), em Brasília, para construção de uma agenda comum para o desenvolvimento da região. O secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará, Inácio Arruda, representou o governador Camilo Santana na reunião.
“Temos que levar um projeto de desenvolvimento científico tecnológico e de inovação para o Nordeste como parte insubstituível de um projeto de desenvolvimento do Brasil”, disse o ministro, acrescentando a importância da construção de um roteiro que apoie um projeto de CT&I para o Nordeste integrado a um projeto de desenvolvimento da região. Aldo Rebelo ressaltou que o Ministério já possui diversas ações e programas na área com os governos dos Estados do Nordeste.

“A nossa política de nacionalização da ciência e da pesquisa já criou vínculos indissolúveis com o Nordeste, não só através do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] com financiamentos de bolsas de pesquisa, mas com a ampliação da rede ensino superior do Nordeste”, disse.

Nesta primeira reunião, estiveram presentes os governadores de Alagoas, Renan Filho (PMDB); Bahia, Rui Costa (PT); Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); e Piauí, Wellington Dias (PT). O vice-governador do Rio Grande do Norte, Fábio Dantas (PCdoB), o secretário da Ciência e Tecnologia e Educação Superior do Ceará, Inácio Arruda, a secretária executiva da Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba e presidenta do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), Francilene Procópio Garcia, e o secretário do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) de Sergipe, Francisco Dantas, também participaram da reunião, representando os governadores dos seus estados.

Continuidade

Aldo reforçou que os projetos e ações a serem desenvolvidas pelo fórum precisam ter “um sentido de continuidade e permanência” e que isso só é possível com a implementação de um projeto de desenvolvimento que “ajude a enfrentar as desigualdades na região”, identificando as potencialidades e gargalos de cada Estado. “A ideia é discutir a região e depois desdobrar para cada Estado olhando as especificidades”, afirmou.

Nesse sentido, o governador do Maranhão, Flávio Dino, salientou que para superar as desigualdades regionais é preciso que a agenda “gire em torno de definição política de interesse de uma nação e não dos governadores”.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, disse ser preciso garantir recursos para a região. “Os projetos de desenvolvimento têm de estar ligados aos programas de ciência, tecnologia e inovação.” Segundo ele, um programa regional deve estar desmembrado por Estado.

O governador do Piauí, Wellington Dias, defendeu que se priorize aquilo que os Estados têm em comum. “Temos dificuldade muito grande de atuar como região”, disse. Segundo o piauiense, se for trabalhado um foco comum aos nove Estados, o investimento em uma determinada pesquisa pode aproveitar melhor os recursos. O resultado, por sua vez, terá impacto regional. “É ter uma ‘pauta Nordeste’. Uma, duas, três áreas que vamos focar até 2018”, resumiu.

Dias também apontou a necessidade de democratizar os recursos e aperfeiçoar o sistema de concessão de patentes. O governador ressaltou, ainda, a necessidade de diálogo. “O Nordeste quer dizer o que é a prioridade de quem está lá no dia a dia”, disse. Ele acrescentou que, dos pontos de vista econômico e social, algumas ações têm efeitos muito maiores para a região, o País “e às vezes até para o mundo”.

O ministro acolheu as sugestões apresentadas por Dias, reforçando que, especialmente no que diz respeito à inovação, é indispensável a mobilização do setor privado. Ele encomendou à Finep, ao CNPq e às secretarias do MCTI um levantamento sobre as ações em curso voltadas ao Nordeste e a Estados da região especificamente.

Educação

Para o governador do Alagoas, Renan Filho, investir em CT&I é fundamental para avançar com o projeto da educação nos estados da região Nordeste. “Ciência e tecnologia e inovação precisa estar presente para que haja mudança educacional”, destacou.

Já o secretário da Ciência e Tecnologia do Ceará, Inácio Arruda, disse que hoje, para permitir que o projeto nacional dê passos mais largos, é preciso haver uma forte inclusão do Nordeste. “Todos os recursos investidos estão dando impactos de retorno extraordinários”, ressaltou, citando o Porto Digital, na área de tecnologias da informação e da comunicação, em Recife.

Inácio destacou também o potencial econômico da biodiversidade da Caatinga. “A pesquisa para melhorar o sabor e a durabilidade do caju encontrou um produto que deverá ser utilizado diretamente pela indústria farmacêutica, na recuperação de tecidos humanos e óssea”, exemplificou, acrescentando que o esforço das pesquisas para o melhoramento de frutas e sucos, que é o papel da Embrapa Agroindústria Tropical (unidade com sede no Ceará), tem desenvolvido inúmeros produtos para o setor de cosméticos.

A secretária executiva da Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba, Francilene Procópio Garcia, sugeriu que o fórum dos governadores do Nordeste promova discussões em rede com pesquisadores da região. “Se a gente neste fórum pudesse discutir ações em rede aproveitando os pesquisadores que vão do Maranhão ao Estado da Bahia para que a gente montasse ações mais efetivas, a região ganharia muito mais e cada Estado individualmente”, disse.
“É fundamental que a gente olhe para este fórum, primeiro como um ambiente de diálogo de pactuação, e que a gente possa discutir ações que não só tenham impactos específicos para um Estado, mas, regionalmente falando, impacto maximizado”, afirmou Francilene Garcia.

Participantes

Acompanharam o ministro na reunião: a secretária executiva do MCTI, Emília Ribeiro; o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Hernan Chaimovich; e os secretários de Política de Informática, Virgilio Almeida, de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento, Jailson de Andrade, de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Armando Milioni, e de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social, Eron Bezerra.

Com informações do MCTI

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Fundo Primatec entra em operação em abril

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O Primatec – Fundo de Investimento em Participações (FIP) que apoiará empresas de parques tecnológicos e incubadoras em todo o Brasil – começará a operar ainda este mês. O anúncio foi feito na terça-feira, 7/4, pelo diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep, Rodrigo Fonseca, durante o Congresso ABVCAP 2015: “Essa semana vamos assinar a constituição do fundo, que tem patrimônio alvo de R$ 100 milhões”.

Com capital comprometido de R$ 40 milhões, a Finep acredita que a notícia deve atrair potenciais investidores presentes no evento. Segundo Fonseca, a entrada em operação do FIP também vai impulsionar a captação dos R$ 60 milhões restantes.

O fundo tem como objetivo investir em empresas incubadas ou graduadas em incubadoras e parques tecnológicos, preferencialmente nos setores de TIC, sustentabilidade e economia criativa. “O Primatec foi selecionado no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos, iniciativa que integrou os instrumentos de subvenção, crédito e investimento”, explicou o diretor da Finep. Além da financiadora, participam do FIP a Antera (gestora) e a Anprotec.

Mais investimentos
Na abertura do Congresso, o presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Fernando Borges, definiu o atual momento político e econômico do País como “desafiador” e disse que a previsão é que haja aumento do volume de investimentos realizados pelas empresas do setor em 2015: “A perspectiva é que surjam oportunidades principalmente nas áreas de infraestrutura, varejo e saúde”, destacou, lembrando que o País “passou por crise semelhante entre 2000 e 2002 e desde então a indústria conseguiu um crescimento significativo”. Pelo lado das captações, entretanto, Borges afirmou que o volume a ser levantado este ano deve ser menor do que o obtido em 2014.

Ainda de acordo com o presidente da Associação, os investimentos realizados por fundos de private equity e venture capital totalizaram R$ 13,6 bilhões no ano passado, valor 18% menor que o registrado em 2013. Já o volume disponível para investimentos dos fundos no fim de 2014 totalizou R$ 37 bilhões, resultado 35% superior ao apurado no mesmo período do ano anterior.

O gerente de Investimento em Participações da Finep, Augusto Costa, também participou do evento. Ele foi um dos palestrantes do painel “Venture Capital: a ebulição na base do ecossistema”.

Fonte: Finep

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Brasil no topo das pesquisas de trens de levitação magnética

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Um projeto baseado no uso da tecnologia de levitação supercondutora (SML), desenvolvido desde o ano 2000 pelo Laboratório de Aplicações em Supercondutores da Coppe/UFRJ, inseriu o Brasil entre os países mais avançados na pesquisa para fabricação de trens de levitação magnética com circulação urbana, que trafegam com velocidade baixa, 70km/h. O fruto desse projeto é o MagLev-Cobra, primeiro trem de levitação fabricado no Brasil, que está em fase de testes na Ilha do Fundão desde 2012. Para 2015, o grande desafio, segundo o coordenador do projeto, o engenheiro Richard M. Stephan, professor titular da Coppe Engenharia Elétrica, é obter a certificação do MagLev-Cobra, a fim de torná-lo comercialmente viável.

Ainda em fase de protótipo, porém em estágio avançado de testes, com a inauguração em outubro de 2014 de um trecho para circulação de passageiros com 200 metros em plataforma elevada no campus da UFRJ, o MagLev-Cobra foi projetado com seis vagões, cada um com capacidade média de cinco passageiros por metro quadrado. Ele levita sobre trilhos de imãs terras raras, e Stephan explica que o nome é uma alusão ao movimento serpenteado dos vagões.

O MagLev-Cobra tem um motor movido a energia elétrica, com uma média de consumo 10% menor do que o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Para manter a levitação, cada vagão tem seis criostatos, abastecidos por nitrogênio líquido. Cada criostato tem capacidade máxima para três litros de nitrogênio.

“Podemos dizer que estamos avançados nesta pesquisa, uma vez que aplicações com SML só se tornaram possível a partir da década de 80, com o desenvolvimento dos ímãs de terras raras, em 1983, e com a sintetização dos supercondutores de elevada temperatura crítica, em 1987”, diz Stephan.

Semelhante ao projeto da Coppe, que usa a tecnologia SML para o desenvolvimento de trem de levitação, há outros dois no mundo. Também em fase de testes, porém com percursos menores. Na China, na cidade de Chengdu, os testes são feitos em um trecho de sete metros. Na Alemanha, em Dresden, os testes ocorrem em uma área com percurso total de 30 metros.

Vantagem sobre o VLT

Stephan explica que, com relação ao VLT, o MagLev-Cobra apresenta vantagens, porque tem baixo impacto ecológico. Na prática, isso significa baixo consumo de energia, baixo ruído audível e reduzido impacto de construção civil. “O Maglev não perturba a vida da cidade. Não há riscos de atropelamentos, porque a plataforma é elevada, cerca de três a quatro metros de altura, em média. A cidade pode viver sem intervenções abaixo da plataforma”.

O coordenador do projeto, diz ainda que é uma forma de conferir mais qualidade à mobilidade urbana, embora não seja classificado como transporte de massa. “Ele não substitui o metrô, cuja capacidade é de 12 pessoas por metrô quadrado, mas pode ajudar na capilaridade, já que o custo de implantação é menor. Ainda é cedo para termos um custo exato, mas estimo que, para cada um quilômetro de estação do Maglev, o custo total chegue a R$ 30 milhões. No metrô, o custo médio por quilômetro está na faixa de R$ 100 milhões”, detalha.

No perímetro urbano, uma das aplicações mais viáveis para o trem de levitação seria atuar como integrador de polos geradores de viagem, como aeroportos, terminais rodoviários e locais de trânsito intenso de pessoas, como o Shopping Nova América.

“É perfeitamente viável, por exemplo, construir um trecho de trem de levitação entre o Aeroporto Santos Dumont e a Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro. Outra possível aplicação seria interligar a futura estação do metrô na Barra a bairros próximos, como Jacarepaguá. Em um projeto com MagLev, o ideal é ter estações a cada um quilômetro”, detalha Stephan.

Um dos maiores impactos no custo é o trilho de ímãs terras raras. Stephan diz que comprou os ímãs da China para fazer o projeto do Maglev-Cobra, mas que o Brasil tem condições de desenvolver essa indústria. “Se o MagLev for uma opção de transporte, haverá demanda, e podemos impulsionar essa indústria no país, assim como o mercado de supercondutores e de vagões leves”, afirma.

O coordenador do projeto comenta que os trens de levitação de alta velocidade, que alcançam 450km/h, também são realidade em alguns países, como Japão, China e Alemanha. Mas, na visão do professor da Coppe, são projetos de pouca viabilidade econômica, porque o custo para compor o trilho de ímã de terras raras é muito alto. Na Coppe, os custos de manutenção desse trilho ainda estão sendo estudados.

Em apresentação para os integrantes do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas), em 31 de março, Stephan explicou os detalhes do uso da tecnologia para fabricação de trens de levitação, que podem ser desenvolvidos também por métodos de EDL (levitação eletrodinâmica) e EML (levitação eletromagnética). Esses trens estão em funcionamento nos EUA, China, Japão e Coréia do Sul.

Suzana Liskauskas/ Jornal da Ciência

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Curso de certificação em PMP e CAPM

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A Business School Brasil, em parceria com O Senge-CE, está oferecendo, de 28 de março a 9 de maio, o Curso Preparatório em Gerência de Projetos com Certificação PMP e CAPM. As aulas aerão ministradas aos sábados no Shopping Avenida – Av. Dom. Luis, nº 300, terceiro andar – L3, na Faculdade Stella Maris.

Dirigida a quem já tem experiência, a certificação PMP (Project Management Professional) é a mais procurada pelos profissionais e também a mais respeitada no mundo todo. Entretanto, para poder prestar o exame de certificação PMP os candidatos devem atender a critérios de elegibilidade. Um destes critérios é o tempo de experiência em Gerenciamento de Projetos. O profissional certificado PMP é responsável por todos os aspectos de um projeto.

Já a certificação CAPM (Certified Associate in Project Management) é ideal para estudantes que estão entrando no mercado de trabalho e para profissionais que gostariam de migrar para a área de projetos. Um profissional CAPM contribui para um projeto como especialista no assunto de que trata o projeto.

Investimento: Matrícula R$ 333,97 + 3 parcelas no mesmo valor com desconto de 10% a prazo e 15% á vista, até o dia 26/03.

PROFISSIONAIS ASSOCIADOS AO SENGE-CE TÊM 20% DE DESCONTO À VISTA OU À PRAZO = R$ 267,20 + TRÊS PARCELAS IGUAIS OU R$ 1.068,70 DE UMA VEZ.

Calendário e horário das aulas: 

AULA DATA HORÁRIO CONTEÚDO
1a. 28/03/2015Sábado 8h30 – 12h Apresentação inicialProf. Dr. JOSÉ BEZERRA
2a. 13h – 17h Gerenciamento da IntegraçãoProf. Esp. Luis Adjafre
3a. 11/04/2015Sábado 8h30 – 12h Gerenciamento do EscopoProf. Dr. JOSÉ BEZERRA
4a. 13h – 17h Gerenciamento da QualidadeProf. Dr. JOSÉ BEZERRA
5a. 18/04/2015Sábado 8h30 – 12h Gerenciamento do TempoProf. Esp. PAULO ROBERTO
6 a. 13h – 17h Gerenciamento dos CustosProf. Esp. PAULO ROBERTO
7 a. 25/04/2015Sábado 8h30 – 12h Gerenciamento dos RiscosProf. Esp. Luis Adjafre
8 a. 13h – 17h Gerenciamento das AquisiçõesProf. Esp. Luis Adjafre
9 a. 09/05/2015Sábado 8h30 – 12h Gerenciamento dos Recursos HumanosProf. Dr. JOSÉ BEZERRA
10 a. 13h – 17h Gerenciamento das Comunicações;Ética e Responsabilidade Profissional;Instruções para o exame – SimuladoProf. Dr. JOSÉ BEZERRA

 

Serão 10 módulos ao longo de 5 sábados com o seguinte conteúdo:

1ª. Aula – Apresentação inicial

  • PMI e a Certificação PMP® e CAPM®
  • Quais as vantagens em se tornar um PMP® ou CAPM®
  • A elegibilidade
  • Plano de Estudos
  • Exame inicial
  • Fundamentos de Gerenciamento de Projetos
  • O que é um projeto?
  • ciclo de vida do projeto.
  • O que é gerenciamento de projetos?
  • Os benefícios do gerenciamento de projetos.
  • O contexto do gerenciamento de projetos.
  • O gerente de projetos.
  • As partes interessadas.
  • Influências organizacionais no projeto.
  • Fatores ambientais aplicados ao gerenciamento de projetos.

 2ª. Aula – Grupos de processos de gerenciamento de projetos

  • Areas de conhecimento em gerenciamento de projetos
  • Mapeamento dos processos de gerenciamento de projetos
  • Gerenciamento da integração do projeto
  • Desenvolver o termo de abertura do projeto
  • Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto
  • Orientar e gerenciar a execução do projeto;
  • Monitorar e controlar o trabalho do projeto
  • Realizar o controle integrado de mudanças
  • Encerrar o projeto ou a fase

3ª. Aula – Gerenciamento do escopo do projeto

  • Coletar os requisitos
  • Definir o escopo
  • Criar a EAP
  • Verificar o escopo
  • Controlar o escopo

4ª. Aula – Gerenciamento do tempo do projeto 

  • Estimar os recursos das atividades;
  • Estimar as durações das atividades;
  • Desenvolver o cronograma;
  • Controlar o cronograma;
  • Exercícios sobre diagrama de rede.

5ª. Aula – Gerenciamento dos custos do projeto

  • Estimar os custos das atividades;
  • Determinar o orçamento;
  • Controlar os custos;
  • Exercícios sobre análise do valor agregado;
  • Gerenciamento da qualidade do projeto;
  • Realizar o controle da qualidade.
  • Planejar a qualidade;
  • Realizar a garantia da qualidade;

6ª. Aula – Gerenciamento dos recursos humanos do projeto

  • Desenvolver o plano de recursos humanos;
  • Mobilizar a equipe do projeto;
  • Desenvolver a equipe do projeto;
  • Gerenciar a equipe do projeto;
  • Gerenciamento das comunicações do projeto;
  • Identificar as partes interessadas;
  • Planejar as comunicações;
  • Distribuir informações;
  • Gerenciar as expectativas das partes interessadas;
  • Reportar o desempenho.

7ª. Aula – Gerenciamento de riscos do projeto

  • Planejar o gerenciamento de riscos
  • Identificar os riscos
  • Realizar a análise qualitativa de riscos
  • Realizar a análise quantitativa de riscos
  • Planejar respostas aos riscos
  • Monitorar e controlar os riscos

8ª. Aula – Gerenciamento das aquisições do projeto

  • Planejar as aquisições
  • Conduzir as aquisições
  • Administrar as aquisições
  • Encerrar as aquisições

9ª. Aula – Gerenciamento das Comunicações 

  • O papel da comunicação;
  • Elementos básicos de uma comunicação efetiva;
  • Habilidades necessárias para uma boa comunicação;
  • Elementos de um plano de Gerenciamento das Comunicações;
  • Ferramentas e técnicas usadas para distribuição de informação.

10ª. Aula – Ética e Responsabilidade Profissional / Instruções para o exame

  • Estudo das questões relativas a ética e responsabilidade profissional do PMI.
  • Exercícios
  • Simulado com 200 questões
  • Avaliação final.

 

 

 

 

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