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Resíduos da agroindústria são transformados em plástico 100% biodegradáveis

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (SP) desenvolveram um tipo de plástico 100% biodegradável e economicamente competitivo em relação ao plástico comum.

Com o objetivo de achar um produto sustentável, que substituísse o polímero sintético, os pesquisadores fizeram diversos testes em resíduos agroindustriais que resultaram num produto com qualidades técnicas e econômicas promissoras, além de amigáveis ao meio ambiente.


A novidade veio direto dos laboratórios do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. A química Bianca Chieregato Maniglia e sua equipe desenvolveram filmes plásticos biodegradáveis a partir de matrizes de amido presentes em resíduos agroindustriais de cúrcuma, babaçu e urucum.

É importante frisar de onde veio essa inovação: descartes da agroindústria, altamente poluidora. A reciclagem desses resíduos e sua consequente transformação em produtos biodegradáveis, produzidos com fontes renováveis que não se esgotam (como o petróleo), é um grande avanço nas soluções que combatem o descarte desenfreado de lixo plástico.

Fonte: Engenharia é.

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Produção de alimentos está ameaçada? Veja nesse alerta da ONU

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Com a população da terra crescendo também se aumenta o consumo de alimentos. Essa tendência só irá aumentar em um futuro próximo, mas os recursos do planeta são limitados – e o solo não é uma exceção.

Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) mostra a conexão entre o uso da terra e seus efeitos sobre a mudança climática.

O documento destaca como, em uma espécie de círculo vicioso, solos e florestas doentes agravam as mudanças climáticas, que, por sua vez, causam impactos negativos na saúde das florestas e do solo.

As conclusões do IPCC são resultado de dois anos de trabalho de 103 peritos de 52 países, que participaram voluntariamente do estudo. Antes do seu lançamento, o relatório foi discutido com os governos no início de agosto em Genebra, na Suíça, e aprovado por consenso por todos os países que participam do IPCC.

O relatório aponta que, se o aquecimento global ultrapassar o limite de 2º Celsius estabelecido pelo Acordo de Paris, provavelmente as terras férteis se transformarão em desertos.

É um quadro sombrio, mas os autores do IPCC enfatizam que as recomendações do relatório poderiam ajudar os governos a prevenir os piores danos, reduzindo a pressão sobre a terra e tornando os sistemas alimentares mais sustentáveis, enquanto atendem às necessidades de uma população crescente.

Fonte: Engenharia é.

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Ferrugem e água salgada geram eletricidade limpa e constante

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Eletricidade da ferrugem

Há muitas maneiras de gerar eletricidade – baterias, painéis solares, turbinas eólicas e hidrelétricas, apenas para citar algumas.

Mas com este novo competidor poucos contavam: a ferrugem.

Pesquisadores das universidades de Tecnologia da Califórnia e Noroeste, ambas nos EUA, descobriram que filmes finos de ferrugem – óxido de ferro – podem gerar eletricidade quando se despeja água salgada sobre sua superfície.

Esses filmes representam uma maneira inteiramente nova de gerar eletricidade e, embora o fenômeno tenha sido demonstrado em uma escala muito pequena por enquanto, abrem a perspectiva do desenvolvimento de novas formas de produção de energia sustentável.

Geração de eletricidade sem reação química

Interações entre compostos metálicos e água salgada geralmente geram eletricidade, mas isso é resultado de uma reação química, na qual um ou mais compostos são convertidos em novos compostos – são essas reações que tipicamente acontecem dentro das baterias.

Em contraste, o fenômeno agora descoberto por Mavis Boamah e seus colegas não envolve reações químicas. Em vez disso, é a energia cinética da água salgada que é convertida em eletricidade.

O mecanismo por trás da geração de eletricidade é complexo, envolvendo adsorção e dessorção de íons, mas essencialmente funciona assim: os íons presentes na água salgada atraem elétrons no ferro que está sob a camada superficial de ferrugem. À medida que a água salgada flui, os íons também fluem, e, através dessa força atrativa, eles arrastam os elétrons no ferro junto com eles, gerando uma corrente elétrica.

Efeito eletrocinético

O fenômeno, chamado efeito eletrocinético, já havia sido observado em filmes finos de grafeno – folhas de átomos de carbono dispostos em uma rede hexagonal – e é extraordinariamente eficiente, cerca de 30% de eficiência na conversão da energia cinética em eletricidade – como comparação, os melhores painéis solares têm cerca de 20% de eficiência.

No entanto, é difícil fabricar filmes de grafeno, e mais ainda em tamanhos práticos para uso em larga escala. Já os filmes de óxido de ferro são relativamente fáceis de produzir e escalonáveis para tamanhos maiores.

Para esta demonstração inicial, a equipe produziu camadas de ferrugem de 10 nanômetros de espessura sobre uma barra de ferro usando a técnica de deposição de vapor químico.

Quando a água salgada, de concentrações variadas, foi derramada sobre a placa enferrujada, a eletricidade atingiu várias dezenas de milivolts e vários microamperes por centímetro quadrado.

“Para uma perspectiva, placas com uma área de 10 metros quadrados gerariam cada uma alguns quilowatts por hora – o suficiente para uma casa padrão nos EUA. É claro que aplicações menos exigentes, incluindo dispositivos de baixa potência em locais remotos, são mais promissoras no curto prazo,” disse o professor Thomas Miller.

Oceano e corpo humano

A exploração do efeito eletrocinético também poderá ser útil em cenários específicos onde soluções salinas estão em movimento – no oceano e no corpo humano são dois bons exemplos.

“Por exemplo, energia das marés, ou coisas flutuando no oceano, como boias, poderiam ser usadas para conversão de energia elétrica passiva,” diz Miller. “Você tem água salgada fluindo em suas veias em pulsos periódicos. Isso poderia ser usado para gerar eletricidade para alimentar implantes.”

Fonte: Inovação Tecnológica.

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Gota de água do mar revela que placas tectônicas começaram há 3,3 bilhões de anos

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As placas tectônicas, o processo essencial e único da Terra que alimenta tudo, do vulcanismo às condições atmosféricas, foi pensada há cerca de 2,7 bilhões de anos, mas agora uma gota de água marinha antiga revela que o processo começou mais de meio bilhão de anos mais cedo do que pensávamos anteriormente.

A Terra é o único lugar em nosso sistema solar conhecido por ter placas tectônicas, e esta função essencial do nosso planeta é responsável por tudo, desde a atividade vulcânica à formação de montanhas até as condições em nossa atmosfera. Por mais que saibamos sobre esse nosso sistema único, quando tudo começou, ainda está em debate e novas evidências fornecidas por uma gota de água do mar revela que esse processo começou muito antes do que percebíamos inicialmente.

Em um novo artigo publicado na revista Nature, uma equipe internacional de pesquisadores analisou profundamente o passado para identificar os restos microscópicos de uma gota de água do mar encapsulada em rocha que se formou na superfície da Terra, atravessou o manto da Terra e ressurgiu em a superfície através do processo tectônico.

“A placa tectônica recicla constantemente a matéria do planeta e sem ela o planeta se pareceria com Marte”, disse o professor Allan Wilson, da Faculdade de Geociências da Universidade da Witwatersrand, membro da equipe de pesquisa que identificou o depósito de água do mar. “Nossa pesquisa mostra que a placa tectônica começou a 3,3 bilhões de anos atrás agora coincide com o período que a vida começou na Terra. Ela nos diz de onde o planeta veio e como evoluiu.”

A equipe examinou uma amostra de komatiite que é um resquício do magma mais quente que já existiu e que foi produzido nos primeiros bilhões de anos da existência da Terra, conhecida como a era arqueana. Embora essa forma de rocha seja normalmente desgastada quando exposta na superfície, uma pequena porção dessa rocha estava contida em outro mineral, chamado olivina, que preservava o antigo komatiita.

“Examinamos um pedaço de fundido com 10 micrômetros (0,01mm) de diâmetro e analisamos seus indicadores químicos como o conteúdo de H2O, cloro e razão deutério/hidrogênio e descobrimos que o processo de reciclagem da Terra começou cerca de 600 milhões de anos antes do que se pensava”, Disse Wilson. “Descobrimos que a água do mar foi transportada profundamente no manto e depois ressurgiu através de plumas vulcânicas do limite do manto central.” Completou.

Fonte: Engenharia é.

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ABES-CE realiza curso sobre tecnologia ambiental em parceria com o Senge-CE

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A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE) realiza nos dias 03 e 04, e 10 e 11 de junho, um curso sobre tecnologia ambiental. Ministrado pela engenheira ambiental e sanitarista, Juliana Almeida Ribeiro, tem como objetivo permitir a compreensão da importância da qualidade dos recursos e insumos naturais, percebendo os aspectos ambientais e impactos gerados por atividades antrópicas.

Com uma carga horária de 24 horas, o curso tem com público-alvo os profissionais ligados direta e indiretamente à área ambiental (engenheiros, arquitetos, biólogos, ambientalistas, geólogos, fiscais, gestores), estudantes universitários e demais interessados.

Para a inscrição, os interessados devem acessar o site www.abes-ce.or.br. Os profissionais de qualquer categoria associada a ABES pagam um valor de R$ 500,00 e os não associados R$ 600,00. Estudantes de graduação e de curso técnico de qualquer categoria associados a ABES pagam R$250,00 e não associados R$300,00. Os participantes que realizarem a inscrição até o dia 17 de maio ganharão 10% de desconto.

Mais informações pelos telefones (85) 30252350/999044876/987865017/(21)22773908 ou pelo email: abesceara@gmail.com.

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ABES-CE realiza curso de Planejamento e Gestão Ambiental em parceria com o Senge-CE

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A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE), em parceria com o Senge-CE, realiza nos dias 29, 30 e 31 de maio, o curso “Planejamento e Gestão Ambiental”. Ministrado por Fátima Morosine, tem como objetivo a capacitação de profissionais que trabalham na área do meio ambiente.

Para a inscrição, os interessados devem acessar o site www.abes-ce.or.br. Os profissionais de qualquer categoria associada a ABES pagam um valor de R$ 500,00 e os não associados R$ 600,00. Estudantes de graduação e de curso técnico de qualquer categoria associados a ABES pagam R$250,00 e não associado R$300,00. Profissionais associados ao Senge-CE pagam o valor de R$ 550,00 e estudantes associados ao Senge-CE R$ 250,00. Os participantes que realizarem suas inscrições até o dia 17 de maio, ganharão 10% de desconto.

Mais informações pelos telefones (85)30252350/999044876/987865017/(21)22773908 ou pelo email: abesceara@gmail.com.

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Start up cria tijolo ecológico através de plásticos retirados dos oceanos

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O plástico, por estar presente em diversos produtos que usamos em nosso dia a dia, pode ser considerado um dos grandes vilões quando falamos em descarte incorreto de materiais. Ao invés de ser encaminhado à reciclagem, grande parte do material é enviado a aterros sanitários, indo parar também nos oceanos, causando danos severos ao meio ambiente.

Com o decorrer dos anos, os pedaços de plástico se fragmentam nos oceanos e, ao serem confundidos com alimentos, prejudicam a vida de todos os tipos de animais, desde seres microscópicos até grandes peixes e aves. Para se ter ideia da gravidade do problema, segundo informações divulgadas no Fórum Econômico Mundial de Davos, em janeiro deste ano, em 2050, é possível que os oceanos tenham mais resíduos de plásticos do que peixes.

Sabendo disto e pensando em uma forma de fazer a diferença, a start up ByFusion criou um tijolo ecológico desenvolvido a partir de todos os tipos de plásticos retirados dos oceanos. Uma máquina modular comprime os plásticos em blocos duráveis que, a princípio, foram configurados no formato de um bloco de cimento comum. Porém, segundo os fabricantes, o tijolo ecológico, que foi batizado de Replast, pode ser customizado em diferentes formas e densidades.

O Replast não precisa de colas ou adesivos, possui elevado isolamento térmico e acústico e, segundo a ByFusion, sua fabricação emite 95% menos gases de efeito estufa (GHG) em comparação com um bloco de concreto. A máquina que produz os tijolos pode ser transportada em contêineres para qualquer lugar do planeta, o que facilita sua distribuição.

O tijolo ecológico vem sendo usado na construção de muros e barreiras de estradas, mas a empresa já está trabalhando para que o Replast possa ser usado na construção de casas e edifícios. Confira abaixo um vídeo que mostra o funcionamento da máquina e a construção de um muro com o tijolo ecológico.

Fonte: Condomínios verdes

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Link do site da start up: www.byfusion.com

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Especialistas alertam para insuficiência do acordo de Paris pra frear aquecimento global

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Caso não sejam adotadas medidas mais drásticas para a redução da emissão de gases do efeito estufa, o teto considerado seguro para o aquecimento global já poderá ser alcançado em 2050, de acordo com especialistas. O Acordo de Paris aponta 2ºC acima dos níveis pré-industriais como meta até o final do século, o que já pode ser alcançado em 2050.
O diagnóstico é apontado no relatório “The Truth About Climate Change”, divulgado no último dia 29. Coordenou a análise o ex-presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU), Robert Watson, com participação entre os autores do professor emérito da Universidade de São Paulo (USP), José Goldemberg.
Segundo os especialistas apontam no relatório, há ainda “muitos mal-entendidos” acerca do tema, bem como “desinformação disseminada de forma deliberada”, o que estaria levando um grande número de pessoas a entender as mudanças climáticas como algo “abstrato, distante e até mesmo controverso”.
No longo prazo, manter o aquecimento global abaixo de 2 ºC – o mais perto possível de 1,5 ºC – até o final do século, é o objetivo. As estimativas do IPCC indicam que, caso passe a temperatura desse teto, cresceriam rapidamente os riscos associados a eventos climáticos extremos e à elevação do nível dos oceanos.
Comprometimento brasileiro
O presidente do Brasil, Michel Temer, entregou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, documento no qual o Brasil ratifica o Acordo de Paris, no último dia 21.
O governo comprometeu o País, de forma incondicional, a reduzir as emissões de gases-estufa em 37% até 2025, na comparação com os níveis registrados em 2005; e em 43% até 2030.
Fonte: Revista Exame
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Potencial eólico do Brasil pode ser seis vezes maior que o estimado

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Uma revisão do potencial eólico onshore (“em terra”) do Brasil, realizada em resposta ao aumento da altura das torres de geração energética, aponta que o país pode ter uma capacidade seis vezes maior de produzir energia a partir dos ventos do que o estimado no último grande levantamento nacional, o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, lançado em 2001.

A conclusão é de um estudo do subprojeto Energias Renováveis do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-Clima), apoiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e foi apresentada durante a Conferência Internacional do instituto, realizada em São Paulo entre os dias 28 e 30 de setembro.

“O Atlas do Potencial Eólico Brasileiro foi feito com a estimativa do uso de torres de 50 metros de altura. Hoje, temos torres acima de 100 metros, que ampliam o potencial tecnicamente viável de exploração de 143 gigawatt para 880 gigawatt”, disse o coordenador da pesquisa, Ênio Bueno Pereira, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Além disso, consideramos uma expansão das áreas que se tornam economicamente viáveis para a instalação das torres.”

Embora no Brasil a produção de energia eólica ainda seja restrita, Pereira aponta que o país é o quarto no mundo em termos de expansão da capacidade eólica instalada, perdendo apenas para China, Estados Unidos e Alemanha.

“É um movimento importante, em um momento em que se busca a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, menor dependência de combustíveis fósseis e garantia de segurança energética”, disse.

No campo da energia eólica, o subprojeto Energias Renováveis também estuda o potencial offshore (“em mar”), buscando avaliar a zona costeira brasileira, particularmente na região Nordeste; a viabilidade de exploração em áreas de reservatórios hidrelétricos; a previsão da capacidade de geração, visando aprimorar as estimativas calculadas em dias e horas de antecedência; e a densidade de potência estimada até o final do século.

Sobre esse último tema, modelos revelam tendência de aumento dos ventos em determinadas porções do norte da região Nordeste. “Embora pareça uma notícia interessante, ventos intensos e rajadas nem sempre são bons para o sistema de geração de energia eólica, que pode sofrer danos estruturais”, disse Pereira.

Outro aspecto ressaltado pelo pesquisador foi o potencial de geração de energia elétrica a partir da irradiação solar. “O pior nível de irradiação no Brasil – na região litorânea de Santa Catarina e do Paraná – é comparável aos melhores níveis de irradiação que se tem na Alemanha, o país que mais explora a energia fotovoltaica [na qual células solares convertem luz diretamente em eletricidade] no mundo.”

A Rede Sonda, financiada parcialmente pelo INCT-Clima, coleta dados de irradiação no território nacional. Uma edição atualizada do Atlas Brasileiro de Energia Solar, com informações obtidas pela Rede nos últimos 15 anos, deve ser lançada ainda neste ano.

“São necessários mais estudos sobre a variabilidade solar, mas já sabemos que, se fossem usadas áreas como aquelas que são alagadas por hidrelétricas ou as que estão em estado avançado de desertificação, teríamos uma grande geração de energia fotovoltaica no Brasil”, disse Pereira.

Segundo o pesquisador, em temos de potencial teórico, fontes eólicas e solares seriam capazes de suprir toda a demanda energética nacional. Contudo, ainda é necessário ultrapassar obstáculos financeiros e de conhecimento.

“O problema do custo vem sendo superado pela evolução tecnológica, tanto que esses dois tipos renováveis já são competitivos com a energia termelétrica. Já a barreira do conhecimento é aquela que ainda impede investidores de ter mais interesse na geração eólica e solar. É o que o nosso projeto tenta enfrentar, investigando e disseminando dados científicos sobre os verdadeiros potenciais dessas energias”, disse.

Na manhã do dia 29 de setembro, a Conferência Internacional do INCT-Clima também teve apresentações de Luiz Pinguelli Rosa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que tratou sobre os atuais desafios da política energética no Brasil e no mundo, e de Christovam Barcellos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que falou sobre a relação mudanças climáticas e impactos na saúde humana.

Fonte: Agência Fapesp

Foto: Wikimedia

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