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Setor de materiais de construção civil registra queda no número de vendas pelo 24º ano consecutivo

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Há 24 anos seguidos o setor de vendas de material de construção civil registra queda nas vendas. (Foto: divulgação)

Segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Materiais de Construção (Abramac), as vendas de materiais de construção no país tiveram queda de 20,5% em janeiro, em relação ao mesmo período de 2015. Porém, em comparação ao mês de dezembro do ano passado, a alta foi de 5,0%.

De acordo com a entidade, o resultado de janeiro deste ano foi o 24º resultado negativo consecutivo nas vendas de materiais para construção, considerando o mesmo mês do ano anterior. A expectativa da Abramat é que, em 2016, o faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção tenha retração de 4,5%, comparando com o ano anterior.

Para a associação, as condições adversas, presentes desde o segundo semestre de 2015, foram agravadas pelas fortes chuvas do mês de janeiro, prejudicando a construção civil. Espera-se que o mercado reaja apenas a partir de abril ou maio, beneficiado por medidas de crédito para o setor de materiais de construção; a retomada do programa Minha Casa Minha Vida, que entra na terceira fase; futuras obras de infraestrutura, que estão previstas para serem implementadas; a diminuição de importações e o aumento das exportações, com o auxílio do câmbio.

Como consequência da queda das vendas de materiais de construção, a indústria do setor apresentou redução de 8,9% no nível de emprego, em comparação com o mês de janeiro de 2015.

 

Fonte: revista Época Negócios

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Senado abre votação para aprovação de carreira de Estado para Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos

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FNEA Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e seus sindicatos  estão empenhados na aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 13/2013 que cria a carreira de Estado para engenheiros, arquitetos e agrônomos em todos os níveis de governo (federal, estadual e municipal). A matéria está, nesse momento, parada no Senado, aguardando votação de requerimento que desmembra a apreciação do PLC, que foi vinculada, por força de outro requerimento aprovado em 2 de junho último, ao Projeto de Lei de Senado 122/2014 que dispõe sobre o exercício profissional dos economistas.

Com esse “apensamento”, expressão legislativa, o projeto dos engenheiros, que já tinha sido aprovado em duas comissões permanentes e aguardava apenas ser votado pelo Plenário da Casa e, sendo aprovado, ir à sanção presidencial, voltou à estaca zero. Por isso, é tão importante que o requerimento do “desapensamento” seja votado e aprovado pelos senadores.

Os profissionais, que serão beneficiados pelo PLC 13/2013, podem e devem ajudar nessa luta e de forma bem direta, votando na enquete para pressionar por sua aprovação nesse link https://goo.gl/FJ2aDc.  Para evitar fraude, é necessário um cadastro simples antes da votação, acessando https://goo.gl/IS2eRc.

 

Fonte: FNE

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FNE Lança manifesto contra desmonte do setor elétrico após privatizações na Eletrobrás

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Na última segunda-feira (15), o Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso, publicou uma nota no site da federação em que manifesta, com o apoio dos demais sindicatos filiados, posição contrária à privatização das empresas distribuidoras de energia do Grupo Eletrobrás.

Confira a nota na íntegra e veja no site da FNE

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A FNE – Federação Nacional dos Engenheiros e seus sindicatos sempre pautaram sua atuação na defesa da soberania nacional, na defesa do desenvolvimento e, principalmente, na defesa dos trabalhadores.

Foi motivada por este espírito que em 2006, um período de plena estagnação econômica, que a FNE, apoiada pelos sindicatos de sua base, iniciou o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento que nasceu como uma contribuição da categoria a um plano nacional de desenvolvimento sustentável com inclusão social, fruto de debates realizados com milhares de profissionais em todo o País.

No processo de debate do Cresce Brasil, com propósito de buscar crescimento com democracia, distribuição de renda, respeito à natureza e a reorganização urbana, a FNE reuniu especialistas nas áreas consideradas cruciais ao desenvolvimento, com destaque para energia, e realizou vários Seminários por toda federação com foco na recuperação do setor elétrico e da maior empresa de energia do país, a Eletrobrás, considerada pelos engenheiros como fundamental para o desenvolvimento nacional.

As discussões destes seminários foram levadas ao nosso IX CONSE (Congresso Nacional dos Engenheiros) realizado na cidade de Campo Grande (MS) e ao final de calorosos debates ficou consignado na Carta de Campo Grande a posição contrária da FNE à privatização das empresas do Grupo Eletrobrás e a clara defesa da necessidade de mantê-las públicas a serviço do desenvolvimento da Sociedade.

A FNE e seus sindicatos filiados, nesta fase difícil por que passa nossa economia, têm a convicção da importância, necessidade e conveniência de que as empresas de energia continuem públicas, e, por esta razão, repudiam a iniciativa do Governo Federal, por intermédio do Ministério de Minas e Energia, de retomada do processo de privatização do setor, materializado pela inclusão no Plano Nacional de Desestatização de várias empresas distribuidoras de energia, inclusive da Celg Distribuição, uma das mais estratégicas e com maior potencial lucrativo.

Trata-se de um processo lesivo ao interesse nacional, cuja consequência será mais desemprego, mais terceirização e precarização de relações de trabalho, mais aumento de tarifa, além de redução da qualidade dos serviços prestados, com prejuízo ao desenvolvimento regional. Por isso, os engenheiros do Brasil, representados pela FNE, repudiam a privatização das distribuidoras de Energia do Sistema Eletrobrás e exigem a retirada do Programa Nacional de Desestatização todas as empresas nele incluídas, como a Celg, evitando a entrega desse patrimônio da União e do povo de Goiás à iniciativa privada, cujo objetivo único é o lucro.

Eng. Murilo Celso de Campos Pinheiro
Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros

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Novo terminal do Aeroporto Internacional de Goiânia adota sistema inédito de reúso de água

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foto aeroporto goianiaO novo terminal de passageiros do aeroporto internacional de Goiânia, que tem inauguração prevista para o primeiro semestre de 2016, será o primeiro do Brasil a utilizar conceitos e parâmetros seguros no tratamento de reúso direto de águas, com um projeto inovador que possibilitará o reúso de águas cinzas oriundas das torres de resfriamento, pias, chuveiros, bebedouros e águas pluviais.

Segundo André Ricardo Telles, diretor executivo da Ecosan do Brasil, empresa líder em equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, contratada para o desenvolvimento e operação do sistema, a iniciativa representa um novo conceito em projetos. “Em linha com a escassez de recursos hídricos, o sistema reduzirá significativamente o custo e o consumo de água potável nas operações. A adoção destes processos representa a preocupação com os recursos hídricos e ambientais”, afirma Telles, ressaltando que o prazo para a implantação das máquinas e equipamentos no terminal foi extremamente rápido.

O sistema de tratamento de reúso receberá, diariamente, os descartes das torres de resfriamento, que serão continuamente tratadas quimicamente, para fins de ajuste e equilíbrio do pH, controle de corrosão e incrustação, além do controle do crescimento de algas. A Infraero terá como responsabilidade o monitoramento dos parâmetros, enquanto a Ecosan do Brasil se responsabilizará pelo processo de tratamento, fornecimento das máquinas e equipamentos, integração dos sistemas, treinamento e início das operações e atividade.

Segundo Telles, o sistema é baseado em quatro estágios. O primeiro estágio consiste na separação de água e óleo, através de blocos coalescentes. Já o segundo estágio leva em consideração um sistema completo de tratamento biológico de águas, que estão contaminadas com matéria orgânica e seguirão para processos de equalização, recalque, aeração, sedimentação e polimento. O terceiro estágio consiste no tratamento físico-químico e prevê a remoção de demais contaminantes e filtração mecânica. Finalizando a solução, um sistema de desinfecção por ultravioleta. Neste contexto, segundo o diretor executivo da Ecosan, foram considerados aspectos importantes para segurança dos passageiros, já que todo o desenvolvimento do projeto elétrico e automação foi elaborado dentro de requisitos obrigatórios para uma área classificada (ambiente explosivo), com painéis, motores, acionamentos e equipamentos a prova de faísca e explosão.


Fonte: Brasil Engenharia

 

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Tarifa de energia elétrica deve subir 12% para consumidores da região Nordeste

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Empresa que fez a projeção diz que aumento deve-se a vários fatores (Foto: Agência Brasil)

Os reajustes nas tarifas de energia elétrica para 2016 deverão resultar em um aumento médio de 12,3% na tarifa de energia elétrica para os consumidores residenciais da região Nordeste, segundo aponta estudo desenvolvido pela consultoria TR Soluções, de Minas Gerais. Já nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste o movimento indicado é o inverso, com uma redução média de 0,2% em 2016. O motivo de os nordestinos pagarem mais caro pela energia, segundo o sócio da consultoria, Paulo Steele, deve-se “a diversos fatores”.

De acordo com ele, a redução de torno de 30% das Contas de Desenvolvimento Energético (CDE) – constitucionalmente cobrado apenas para os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste – foi uma das razões significativas para a baixa no restante do País. “Ano passado, esse encargo chegou a subir 1000% e os consumidores nordestinos não perceberam. Da mesma foram, quando ele reduz, isso passa despercebido para eles”, justifica o consultor.

Outro fator decisivo na elevação dos preços, segundo Steele, foi a opção do governo no regime de cotas. Em 2015, a União resolveu repassar a energia gerada por concessões prestes a se vencer a um custo menor e foram beneficiadas as distribuidoras “mais expostas”, que precisaram, no ano passado, pagar mais caro para abastecer os clientes. Neste caso, mais uma vez, os beneficiados foram as empresas de Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Steele ainda reforça que o Nordeste ainda sofre com os efeitos de uma severa seca nas hidrelétricas, o que sinaliza o acionamento das térmicas.

Segundo Paulo Steele, os cálculos já levam em consideração o desligamento de termelétricas a partir de março, em um movimento que o governo vê como início do viés de baixa nas tarifas de energia. Steele explicou, no entanto, que “apenas uma parte muito pequena” dos custos com o acionamento das térmicas, que são mais caras que as hidrelétricas, é suportado pelas tarifas.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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Governo defende mudanças no processo de autorização para funcionamento de barragens

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Ministra Isabel Teixeira recebeu autoridades e representantes das empresas envolvidas no desastre ambiental em Mariana (MG) e defendeu mais rigor em liberação de funcionamento de barragens (Foto: Agência Brasil)

Após o acidente em Mariana (MG), maior tragédia ambiental do país, a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) defendeu ontem mudanças no processo de autorização de funcionamento de barragens no país. A ministra ponderou, entretanto, que essa decisão deve ser tomada após conclusão do que motivou o episódio.

“Todo acidente que acontece no mundo inteiro tem a fase de recuperação e depois os órgãos técnicos vão verificar todos os procedimentos de segurança associados àquele caso”, disse. E continuou: “Verifica-se normalmente, e você muda os procedimentos, torna mais exigentes para esse tipo. (…) Obviamente deverão ter mudanças no processo de autorização de funcionamento de barragens como essa”, informou.

Na tarde de ontem, a presidente Dilma Rousseff se reuniu por cerca de duas horas com representantes do governo federal, Espírito Santo, Minas Gerais e das empresas Vale e BHP, donas da Samarco, empresa responsável pela barragem.

Acordo

Segundo o ministro Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), a intenção foi avaliar a “evolução” de um acordo entre as partes, que deve ser anunciado até a próxima semana.

Ele destacou que Vale e BHP são “garantidoras” dos aportes financeiros para medidas ambientais e sociais previstas diante do impacto do acidente. A estimativa é de que serão necessários dez anos para a recuperação da bacia do rio doce.

“O horizonte de 10 anos é para restabelecer condições mínimas da bacia na área diretamente e indiretamente afetada”, explicou a ministra do meio ambiente.

“É um trabalho complexo. Vivemos a maior tragédia ambiental que o Brasil já vivenciou, e como tal o esforço pra uma solução envolve ações também complexas. Não tem soluções rápidas, fáceis. É um acordo para valer, não é apenas para assinar um papel”, disse Adams.

 

Fonte: O Povo (Folhapress)

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Pecém é a siderúrgica mais moderna do País em reaproveitamento de materiais

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CSP trabalha com vários projetos de proteção e preservação do meio ambiente. (Foto: divulgação)

Em termos de reaproveitamento de materiais, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) será a mais moderna usina do País. A empresa destinou R$ 1 bilhão para aquisição de equipamentos e processos voltados à preservação do meio ambiente, com tecnologia de ponta. Um dos resultados desse investimento é a redução das emissões atmosféricas do empreendimento: segundo a CSP, elas serão 50% menores que o permitido pela legislação brasileira.

Mais que contribuir para o meio ambiente, as medidas tomadas também proporcionam uma maior eficiência da gestão dos recursos, evitando desperdícios. Desde o reúso de rejeitos do processo de produção do aço à aspersão sobre as pilhas de minérios para evitar que o vento espalhe as partículas, a alta tecnologia utilizada no empreendimento o coloca em destaque no cenário brasileiro.

A CSP realizou um programa de proteção à biodiversidade, com ações de resgate da fauna e flora da área de obras da companhia, a criação de um banco de sementes da vegetação nativa e uma xiloteca, que está disponível na Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e no Parque Botânico do Ceará. Também foram produzidas e plantadas mais de 348 mil mudas de espécies nativas com sementes resgatadas na área de supressão vegetal da CSP. Este programa resultou na emissão pela Semace do 1ª Certificado de Regularidade de compensação ambiental no estado do Ceará.

Outra ação realizada foi o Programa de Monitoramento Arqueológico, com prospecção, identificação e resgate do patrimônio histórico cultural em sua área. Foram catalogados 26 resquícios arqueológicos que estão preservados na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2014, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) emitiu parecer informando que a CSP atendeu a todos os requisitos técnicos deste programa.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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Governo assina contratos de concessão de 29 usinas hidroelétricas

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Tucurui 2O Governo Federal e empresas de geração de energia assinaram, no último dia 5 de janeiro, os contratos de concessão de 29 usinas hidroelétricas, que haviam sido leiloadas em novembro do ano passado. No total, as empresas vencedoras do certame vão desembolsar R$ 17 bilhões em bônus de outorga, dinheiro que vai para o caixa do Tesouro Nacional. As unidades têm capacidade de geração total de 6 mil megawatts, e as concessões serão válidas pelos próximos 30 anos.

Representantes das empresas vencedoras (Celg GT; Copel GT; Enel Green Power Mourão e Enel Green Power Paranapanema; Celesc Geração e Cemig GT) participaram da cerimônia. O grupo China Three Gorges, que venceu o leilão de duas usinas (Ilha Solteira e Jupiá), também esteve no evento dedicado a celebração dos contratos.

O leilão de novembro trouxe como novidade a permissão que as hidrelétricas licitadas destinem 70% de sua garantia física ao mercado regulado, podendo o restante ser livremente negociado pelos vencedores a partir de 2017. No ano de 2016, 100% da energia gerada ainda será destinada ao mercado regulado.

Durante a cerimônia de assinatura, o ministro interino de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, disse que o governo tem trabalhado em priorizar a segurança energética do País. “Apesar de estarmos vivendo uma das piores séries hidrológicas da história, estamos superando desafios, com riscos de déficit próximos de zero”, afirmou.

O ministro ainda confirmou que o governo espera realizar, em março deste ano, um leilão A-5 (empreendimentos que entrarão em operação a partir do quinto ano depois da assinatura do contrato), levando em consideração as especificidades de cada fonte e com preços adequados, garantindo atratividade para investidores e a segurança energética do Brasil.

 

Com informações do Governo Federal

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Construção Civil reduz vagas de trabalho no Ceará em 2015

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Sinduscon avalia que início de 2016 pode ser ainda pior para o Ceará, com mais redução de vagas de trabalho já que muitas das obras em andamento, devem terminar. (Imagem: divulgação)

Entre 2014 e 2015, a construção civil fechou aproximadamente sete mil postos de trabalho no Ceará, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon-CE), André Montenegro. Segundo ele, o setor fechou 2014 com 90 mil funcionários, enquanto em 2015, o número caiu para cerca de 83 mil, correspondendo a uma retração de 7,7%.

“Nós não demitimos mais porque as empresas venderam muito em 2013 e 2014. Então em 2015 estávamos construindo. Mas essa redução de sete mil vagas está relacionada ao Minha Casa, Minha Vida, que diminuiu o ritmo das obras devido aos atrasos no repasse dos recursos”, explica Montenegro.

O fechamento de vagas no Ceará contribuiu para desempenho do setor no mercado nacional ao mesmo tempo em que o Estado segue a tendência verificada no País.

Conforme levantamento divulgado pelo Sinduscon-SP, a construção civil fechou em todo o País 514 mil postos de trabalho no ano passado. Segundo a pesquisa, realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a partir de dados do Ministério do Trabalho, o setor encerrou novembro de 2015 com 2,9 milhões de trabalhadores formais no Brasil, o mesmo patamar de agosto de 2010.

A Região Norte foi a que teve a maior queda percentual no número de postos de trabalho (-5,13%) com a perda de 9,19 mil vagas. Enquanto isso, a Região Sudeste foi a que teve a maior retração em números absolutos, com o fechamento de 29,64 mil postos (-1,95%).

No comparativo entre as cinco regiões do País, o Nordeste obteve a menor redução de vagas em termos percentuais (-1,45%). Porém, em números absolutos, os nordestinos amargaram a terceira maior redução com o fechamento de 9,1 mil postos, atrás do Sudeste (menos 29,64 mil postos ou -1,95%) e do Norte (- 9,19 mil ou -5,13%).

Já as regiões Sul e o Centro-Oeste eliminaram, respectivamente, 7,5 mil e 5,8 mil vagas de emprego no mesmo período, com recuos de 1,63% e 2,57%, nessa mesma ordem.

As perspectivas do setor no Ceará são ainda piores, segundo André Montenegro. “A partir do segundo semestre os empregos devem cair muito mais porque essas obras (em andamento) vão terminar. Eu não sei como está o andamento delas, mas com certeza o número de empregos deve cair no mínimo 20% em relação ao contingente de 83 mil funcionários contabilizados pelo setor no fim do ano passado”, projeta.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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