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Relatório do Senado aponta que 723 barragens apresentam alto risco

BARRAGEM

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal aprovou, em dezembro de 2018, o relatório sobre a situação das barragens no Brasil, documento que possui recomendações para o poder público evitar novos rompimentos de barragens, como o ocorrido no município de Mariana (MG), em 2015.

A medida foi tomada, aproximadamente, um mês e meio antes do rompimento da barragem da Vale, na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que ocorreu no último dia 25, ocasionando a dispersão de um grande volume de rejeitos em comunidades da região, e na Bacia do Rio São Francisco. Chegou a 134 o número confirmado de mortos; 199 pessoas continuam desaparecidas.

O relatório foi a conclusão da CDR sobre a implantação da Política Pública Nacional de Segurança de Barragens, criada pela Lei 12.334, de 2010. De acordo com o relator do texto, senador Elmano Férrer (Pode-PI), desde o desastre ambiental de Mariana, houve pouco avanço na segurança e fiscalização das barragens no Brasil. Os motivos são a falta de recursos para a manutenção, as obras de recuperação e a fiscalização dos equipamentos de segurança.

O relatório aponta que 723 das 24 mil barragens cadastradas, apresentam alto risco de acidentes. Do total cadastrado, apenas 3% foram vistoriadas pelos órgãos fiscalizadores em 2017. Além disso, 45 barragens apresentam algum fator que impacte a segurança de suas estruturas, na maioria delas, baixo nível de conservação.

Férrer afirma que, em 2018, somente R$ 34 milhões foram aplicados em ações de operação, manutenção e recuperação de barragens, sendo R$ 26 milhões oriundos de recursos federais (23% do previsto) e R$ 8 milhões dos cofres estaduais (73% do previsto). Segundo o relato, a CDR realizou duas audiências públicas com entidades e especialistas sobre o tema, e todos concordaram que é necessária uma fonte de recursos para manutenção das barragens.

A Comissão realizou uma série de recomendações, entre elas a de que a Agência Nacional de Águas (ANA), e outros órgãos fiscalizadores intensifiquem o cronograma de inspeções. Além disso, a CDR exige que o cadastramento de barragens seja acelerado, já que, segundo o relatório, existem mais de 70 mil barragens no país e não apenas as 24 mil cadastradas.

Por fim, a CDR solicitou, ao Congresso Nacional, a inclusão na Lei Orçamentária de 2019 (PLN 27/2018) e no Plano Plurianual (PPA) 2020-2023 de mais verba para ações de fiscalização e manutenção de barragens.

(Do Ibenc)

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Alemanha registra recorde de energia renovável em 2018

ENERGIA RENOVÁVEL

À primeira vista, os números parecem positivos: em 2018, pela primeira vez, a parcela de energia proveniente do vento, sol, biomassa e água ultrapassou os 40% na rede elétrica alemã. Segundo o Instituto Fraunhofer para Sistemas de Energia Solar (ISE), no ano anterior a participação das fontes renováveis na matriz energética do país ainda circulava em torno de 38%, e dez anos antes ela não chegava nem a 16%.

O recorde foi possível graças a um ano rico em sol, um pequeno incremento na produção eólica e uma demanda reduzida por eletricidade. Desse modo, a produção de energia a partir de fontes fósseis caiu 7% em relação a 2017, reduzindo também as emissões de dióxido de carbono (CO2).

A fonte fóssil que mais retrocedeu foi o gás natural (-18,5%), seguido pelo carvão mineral (-7%). No entanto, a eletricidade gerada a partir do linhito, especialmente nociva ao clima, só diminuiu 2%, em comparação com 2017.

Devido a um pequeno acréscimo de energia renovável, um inverno ameno e uma ligeira redução da produção da indústria com alto consumo elétrico, em 2018 as emissões de CO2 foram mais de 50 milhões de toneladas menores. No entanto, elas se mantiveram 32% abaixo dos níveis de 1990, enquanto a meta prometida pelo governo alemão é uma diminuição em 40% até 2020.

“À primeira vista, o recuo das emissões pode parecer tornar mais palpável a meta de proteção climática para 2020, porém basta o próximo inverno medianamente frio e pequenas mudanças conjunturais para anular novamente a tendência positiva”, alerta Patrick Graichen, do think tank Agora Energiewende. “Por isso são necessárias medidas sustentáveis de proteção climática, em especial no linhito e nos setores de transportes e de imóveis. Senão será impossível alcançar as metas climáticas para 2020 e 2030.”

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) considera que ainda é possível limitar o aquecimento global a 1,5 °C, objetivo fixado no Acordo de Paris sobre o clima.

(Da agência de notícias alemã Deutsche Welle)

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Conheça as chapas que concorrem à presidência do Senge-CE

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O Sindicato os Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) torna público para todos os seus associados e profissionais da categoria, as informações acerca das duas chapas que pleiteiam a presidência da entidade para o triênio 2019-2021.

A eleição acontece nos dias 26 e 27 de fevereiro, na sede do Senge, na Rua Alegre, nº 1 – Praia de Iracema.

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Inovação em impressão 3D leva processos de engenharia a um nível mais elevado

GE MAQUINA 3D

Máquinas de dois metros de altura para a impressão 3D rápida de ferramentas e gabaritos leves, muito resistentes e inovadores utilizados nos processos de revisão e manutenção de peças e motores de aeronaves. O que para muitos pode parecer enredo de filme de ficção científica é realidade no dia a dia da GE Celma, a unidade da GE Aviation no Brasil.

Embora as impressoras 3D sejam parte da rotina do local desde 2015, a grande inovação do processo brasileiro desde julho de 2018 é o material das impressões 3D: nylon reforçado com fibras de carbono. Ele substitui o termoplástico ABS empregado anteriormente. Rodolpho Pereira, engenheiro de reparos e líder de manufatura aditiva da GE na América Latina, lembra como foi essa trajetória.

“Quando as primeiras máquinas vieram da GE EUA para Petrópolis [cidade do RJ onde fica a GE Celma], eram uma novidade no Brasil. Elas imprimiam em ABS e fomos testando como o material se comportava em altas temperaturas, como eram suas resistências mecânica e química. Percebemos que havia limitações e que, para alguns processos, ele poderia ser melhor.”

O retorno do investimento já é percebido de forma abrangente na rotina de trabalho. Quando o assunto é tempo, a diferença é impressionante. Um processo que antes levava seis meses entre projeto e construção de uma ferramenta ou de um gabarito hoje pode ser reduzido para 48 horas. A confecção simples de um desses itens pode ser realizada em três minutos; anteriormente, gastava até quatro horas. Também há uma economia significativa no material utilizado para a revisão e a manutenção das peças e dos motores.

Tudo isso se traduz em dinheiro, naturalmente. Como resultado, surgem muitas sugestões de uso e empregabilidade que são testadas e não prejudicam o tempo de trabalho geral, como garante o engenheiro: “A gente faz e, se der certo, ótimo; se não, fica o aprendizado. Tudo na engenharia depende de testes e, se for para errar, é melhor que seja rápido.”

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Em artigo, cientistas defendem que ecossistemas poderão ser restaurados por meio da engenharia da biodiversidade

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Muitos cientistas consideram que as atividades humanas começaram a ter, a partir do fim do século 18, um impacto tão significativo no clima e nos ecossistemas da Terra a ponto de der dado origem a uma época geológica que denominaram Antropoceno. A fim de restaurar essa perda de biodiversidade e o funcionamento do ecossistema terrestre seria preciso aplicar, urgentemente, o conhecimento ecológico existente.

Um estudo de autoria de pesquisadores brasileiros e britânicos indicou que há condições teóricas, metodológicas e tecnológicas sem precedentes para enfrentar esse desafio. Resultado de uma pesquisa apoiada pela FAPESP e de um pós-doutorado realizado com Bolsa da FAPESP, o trabalho teve resultados publicados na revista Trends in Ecology & Evolution.

“Estamos a apenas alguns passos de possibilitar a realização da ‘engenharia da biodiversidade’, ou seja, manipular a biodiversidade para projetar a composição de comunidades ecológicas e garantir a permanência das funções de um ecossistema”, disse Rafael Luís Galdini Raimundo, professor do Departamento de Engenharia e Meio Ambiente da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e primeiro autor do estudo, à Agência FAPESP.

Tradicionalmente, as iniciativas de restauração têm sido focadas na inclusão ou na remoção de espécies com o intuito de resgatar padrões de riqueza de plantas e animais, sem se concentrar nas interações ecológicas entre populações, espécies e predadores e presas, por exemplo. Essas interações ecológicas são determinantes para os padrões de biodiversidade e de funcionamento de um ecossistema por moldar a força e os modos de seleção natural. Eventuais mudanças nos padrões dessas interações provocadas pela extinção de espécies ou pela entrada de espécies invasoras, por exemplo, afetam a evolução de características funcionais ecologicamente relevantes, como o tamanho do bico de aves que se alimentam de frutos (frugívoras) e o tamanho dos frutos que dispersam.

Condições propícias

Apesar do potencial dos modelos de redes adaptativas na gestão de ecossistemas, até recentemente os dados necessários para alimentá-los impediam sua aplicação como uma ferramenta preditiva na ecologia da restauração.

As técnicas de sequenciamento do genoma desenvolvidas nos últimos anos permitiram obter dados de interação de espécies em uma escala sem precedentes, dando origem ao big data da biodiversidade.

Alguns dos gargalos para o uso desses modelos ecológicos evolutivos e preditivos são ampliar as colaborações em pesquisa, de modo a permitir monitorar locais para fazer as previsões de rede adaptativas, e aumentar a interação entre pesquisadores que realizam os trabalhos em campo e implementam as práticas de restauração e os teóricos.

“A aplicação desses modelos depende do estabelecimento de uma via de mão dupla entre o pesquisador que faz os modelos e gera as predições e quem está em campo, testando as práticas de restauração nessa escala de comunidade, para aprimorar os modelos, gerar predições mais acuradas e, com o tempo, em longo prazo, conseguirmos refinar essa engenharia da biodiversidade”, disse Galdini Raimundo.

O artigo Adaptive networks for restoration ecology (doi: doi.org/10.1016/j.tree.2018.06.002), de Rafael L. G. Raimundo, Paulo R. Guimarães Jr e Darren M. Evans, pode ser lido por assinantes da revista Trends in Ecology & Evolution em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169534718301393.

(Elton Alisson – Agência FAPESP) 

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Ministério de Infraestrutura avalia condições de pontes e viadutos alvos de ataques no Ceará

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, avalia a situação de pontes e viadutos das rodovias federais no Ceará após os ataques dos últimos 13 dias. Equipe ministerial e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) participaram da reunião.

Entre os alvos dos ataques, estão o viaduto da BR-020, em Caucaia, e dois viadutos na BR-116 (Chorozinho e Peixe Gordo). O ministro afirma que diversos pontos em rodovias foram alvos de tentativas de sabotagem. “Determinamos envio de engenheiros e técnicos do Dnit, de outros estados, para acelerar obras de reparação em pontes e viadutos atacados”, disse Freitas.

Passado cerca de 48 horas após o governador do Ceará, Camilo Santana, sancionar medidas aprovadas em sessão extraordinária na Assembleia, para endurecer o combate e a repreensão ao crime organizado, mais dois ataques contra pontes foram registradas no Estado. O primeiro aconteceu contra a ponte de Chorozinho, na altura do KM 67 da BR-116. O trecho da ponte no sentido Interior/Fortaleza foi interditado após engenheiros do DNIT atestarem que parte da estrutura ficou comprometida.

O outro ataque foi contra a Ponte do Peixe Gordo em Jaguaribe, região do Vale Jaguaribano. A ponte já havia sido alvo de um ataque no último dia 6 de janeiro, mas não teve sua estrutura comprometida.

O monitoramento de pontos de especial atenção da infraestrutura federal foi determinado pelo secretário de Transportes Terrestres do ministério, general Jamil Megid. O objetivo é evitar vulnerabilidade desses locais. A Força Nacional e Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçam o patrulhamento ostensivo.

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Ataques contra obras de engenharia para o trânsito e pedestres no Ceará trazem prejuízos

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A série de ataques que sofre a cidade de Fortaleza e municípios do interior e Região Metropolitana voltou a ter como alvo obras de engenharia para o trânsito e o acesso de pedestres. O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) tem acompanhado o trabalho dos profissionais de reparo nas estruturas.

Os ataques começaram na última quinta-feira (3), quando uma bomba foi detonada contra um dos pilares de sustentação do viaduto que corta as BRs 020 e 222 em Caucaia. De acordo com o engenheiro civil do Senge-CE, Lawton Parente, com a detonação o viaduto chegou a ceder 14 cm. Engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) emitiram um laudo que interditou o acesso ao local.

“O pilar foi muito atingido, ao ponto de estar hoje condenado. O viaduto está escorado. Num segundo momento ele vai ter que ser macaquiado, com macacos hidráulicos que voltam o viaduto para sua posição inicial. Será feito um reparo, mas precisa ser analisado a estrutura, para saber ele aceita esse trabalho só no pilar ou se tem que ser no viaduto completo. Deve ser feita uma análise no tabuleiro da ponte, da sobrecarga que foi imposta às demais estruturas e a fundação, se não foi atingida pela explosão”, explica Lawton Parente.

Desde então, as ações voltaram a se repetir em outros locais do Estado. Na madrugada da última terça-feira (8), uma ação criminosa foi registrada sob a Ponte dos Tapebas, em Caucaia. Um artefato foi detonado sob a ponte, abrindo um buraco na estrutura. Já no último domingo (6) na ponte do Peixe Gordo, que fica em Tabuleiro do Norte, na região do Vale do Jaguaribe, uma bomba foi detonada sobre a estrutura da ponte. Em nenhuma dessas ações houve maiores danos.

Além de comprometer o trânsito de veículos, os atos de vandalismo também prejudicaram o fluxo de pedestres. Na última sexta a passarela de pedestres do Bairro Messejana, que fica na BR-116, foi incendiada. Lawton e analisa que, a exemplo do que precisou ser feito no viaduto de Caucaia, as ações causam prejuízo e transtornos.

“O trafego do veículo no momento é intenso e está causando um transtorno grande. Todos os veículos precisa pegar as alças do viaduto para continuar o trajeto, com isso o transito ficou complicado, e isso afeta muito a logística do transito”, disse.

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Departamento de Arquitetura e Engenharia do Ceará concluiu quase 400 obras em 2018

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Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE) do Ceará encerrou o ano de 2018 com um total de 389 obras concluídas. O balanço foi divulgado pelo Governo do Estado, a quem o órgão pertence. Conforme os dados, os investimentos nas obras durante o ano passado chegou ao total de R$ 427 milhões.

As intervenções contemplaram todas as áreas de atuação do Estado como Saúde, Educação, Segurança, Desenvolvimento Social, Cultura e Turismo. Se consideradas ainda as outras 575 obras que ainda estão em andamento em todo o Ceará, o valor investido chega próximo a R$ 1 bilhão, conforme o balanço divulgado.

O Governo cearense, que tem a frente o governador Camilo Santana, confirmou que durante o período de 2015-2018, o DAE se destacou como o maior escritório de projetos do Ceará, com um volume de 2.445 projetos de arquitetura e engenharia elaborados, aliado ao seu papel de fiscalização e contratação de intervenções.

Como destaque, há obras de escolas de ensino médio em Fortaleza, brinquedopraças e praças Mais Infância, Areninhas Tipo 1 e 2, além de Batalhões do Raio, socioeducativos, urbanizações de espaços públicos e ampliação de equipamentos da Saúde.

Nos últimos quatro anos, o departamento realizou ainda 320 vistorias técnicas, 900 análises de projetos e 3.893 projetos e orçamentos. No período, foram gerenciados pelo DAE recursos da ordem de R$ 2,45 bilhões. No total, 1.053 obras foram concluídas.

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Conselheiros do Senge-CE para Câmaras de Engenharia Civil e Elétrica são escolhidos

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Conselheiros do Senge-CE para Câmaras de Engenharia Civil e Elétrica são escolhidos; Conheça os nomes.

Os 12 conselheiros do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE), que vão compor as Câmaras de Engenharia do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), foram eleitos na última segunda-feira (7). Oito deles, entre titulares e suplentes, vão formar o conselho de Engenharia Civil, e os outros quatro, o conselho de Engenharia Elétrica.

A eleição aconteceu durante toda a última segunda-feira (7), na sede do Senge-CE, na Praia de Iracema. A movimentação no sindicato foi intensa. A contagem dos votos que revelou os vencedores aconteceu no início da noite.

Foram eleitos para o Conselho de Engenharia Civil:

– Antônio De Pádua Jr (titular) e Lourdes Porto (suplente);
– Mário Borges Mamede (titular) e Bruno Alencar (suplente);
– Luiz Carlos Thé Franco (titular) e Sérgio Azevedo (suplente);
– Lawton Parente (titular) e Leopoldo Albuquerque (suplente).

Para a o Conselho de Engenharia Elétrica, foram eleitos:

– Alexandre Rocha Figueiras (titular) e José Neudete de Vasconcelos (suplente);
– Marcelo de Paiva Esmeraldo (titular) e Agostinho Martins de Araújo Campos (suplente)

Na avaliação do diretor de comunicação do Senge-CE, engenheiro Aulio Antunes, a escolha dos conselheiros é importante porque confere a eles, a decisão de questões relevantes que afetam diretamente outros colegas de profissão e também a sociedade.

“Deles exige-se que tenha um elevado senso de justiça, condutas éticas, moral e profissional ilibado, conhecimento da legislação profissional e, acima de tudo, responsabilidade no cumprimento de seus deveres legais”, afirmou Aulio.

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Relação de candidatos para a eleição da Câmara de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica para o Crea-CE

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Assembleia geral extraordinária – Edital de convocação – A Diretora Presidente do SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO CEARÁ, de acordo com o Estatuto em vigor, convoca seus associados para uma Assembleia Geral Extraordinária a realizar-se na sede do SENGE-CE, situada à Rua Alegre, nº 01, Praia de Iracema, Fortaleza-CE, no dia 07 de Janeiro de 2019, às 08 horas em primeira convocação, com a maioria simples dos associados e, às 09 horas em última convocação, com qualquer número de associados, encerrando às 19 horas, para eleição de representantes do SENGE-CE nas Câmaras Especializadas do CREA-CE, nas modalidades de:
 
– Engenharia Civil (quatro vagas) mandato de três anos, para compor a Câmara Especializada de Engenharia Civil;
 
– Engenharia Elétrica (duas vagas) mandato de três anos, para compor a Câmara Especializada de Engenharia Elétrica.
 
Todos os mandatos terão início em Janeiro de 2019, conforme documento expedido pelo CREA-CE. Obrigatoriamente as inscrições serão compostas de titular e suplente. As inscrições deverão ser registradas na secretaria do SENGE-CE, no período de 17 de Dezembro de 2018 a 04 de Janeiro de 2019, respeitado o recesso natalino do SENGE-CE, que será de 24 de Dezembro de 2018 a 1 de Janeiro de 2019.
 
Os candidatos deverão ter seis meses de filiação e estarem quites com o SENGE-CE e o CREA-CE. É eleitor todo associado que na data da eleição tiver:
  
a) mais de três meses de inscrição pelo menos, no quadro social;
b) quitado as mensalidades até 7 (sete) dias corridos antes da realização das eleições.
 
Somente poderá votar e ser votado os sócios inscritos no sistema CREA/CONFEA.
Fortaleza, 17 de Dezembro de 2018,Engenheira Agrônoma Maria Helena de Araújo – Diretora Presidente do SENGE-CE

 

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