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Brasileiro apresenta pela primeira vez no país robô para teleconferência

SENGE 2603 2 (1)

Há mais de 20 anos nos EUA, o carioca Marcio Macedo está à frente de um projeto nascido na iRobot, empresa conhecida pelo aspirador de pó Roomba. Cofundador da AVA Robotics, ele é um dos responsáveis pelo robô de telepresença AVA 500, que será demonstrado pela primeira vez no Brasil durante o seminário “Tecnologia e o Futuro da Humanidade”, que o Instituto New Law promove na quarta-feira, em São Paulo.

O AVA 500 é um robô de telepresença: uma tela de videoconferência num totem equipado com rodas. Ele foi desenvolvido pela iRobot, mas agora é comercializado pela AVA Robotics, que cobra aluguel mensal de US$ 1 mil pela máquina. À distância, o operador consegue ver, ouvir, falar e se movimentar. Há aplicações na telemedicina, na recepção de clientes e, no futuro, a tendência é que ganhe funções autônomas e possa operar como um funcionário numa empresa.

Veterano na indústria da robótica, Macedo prevê que robôs como o AVA 500 substituirão algumas funções humanas, como a de concierge em hotéis e em rondas de segurança. Com inteligência artificial, eles irão interagir, de forma autônoma, com as pessoas, oferecendo uma série de serviços.

– Mas não serão humanoides caminhando por aí, conversando com as pessoas como se fossem seres humanos – afirma Macedo.

Baseada em Cambridge, Massachusetts, a AVA Robotics tem como “vizinhas” empresas que lideram a revolução dos robôs, oferecendo aplicações práticas para essas máquinas. É em Boston e arredores, no entorno da Universidade Harvard e do MIT, que companhias estão desenvolvendo máquinas úteis aos consumidores finais.

A iRobot é o maior exemplo. Dela, surgiram a AVA Robotics, voltada para aplicações comerciais, e a Endeavor Robotics, de aplicações militares. Também está instalada na região a Boston Dynamics, uma das mais avançadas no desenvolvimento dessas máquinas.

– Historicamente, os japoneses lideraram o setor, mas não criaram aplicações comerciais. Isso está mudando.

(Fonte: O Globo)

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Cientistas de Stanford transformam mar em combustível

SENGE 2103 02

Pesquisadores em Stanford criaram uma maneira de gerar combustível usando energia solar, eletrodos e água salgada não purificada, a fonte de energia mais abundante na Terra.

Os resultados, publicados na revista PNASA, demonstram uma nova maneira de separar hidrogênio e oxigênio do gás da água do mar através da eletricidade. Os métodos de separação de água existentes dependem da água altamente purificada, que é um recurso precioso e caro para produzir.

O hidrogênio é uma opção atraente para o combustível porque não emite dióxido de carbono, disse Hongjie Dai na Universidade de Stanford. A queima de hidrogênio produz apenas água e deve facilitar o enfrentamento dos problemas da mudança climática.

Dai disse que seu laboratório mostrou uma prova de conceito com uma demonstração, mas os pesquisadores deixarão os fabricantes produzirem escala e design de massa.

Como conceito, dividir a água em hidrogênio e oxigênio com eletricidade, chamada eletrólise, é uma idéia simples e antiga: uma fonte de alimentação é conectada a dois eletrodos colocados na água. Quando a energia é ligada, as bolhas de gás hidrogênio deixam o lado negativo, chamado de cátodo, e o oxigênio respirável surge no final positivo, o ânodo.

Mas o cloreto carregado negativamente no sal da água do mar pode corroer o final positivo, limitando a vida útil do sistema. Dai e sua equipe queriam encontrar uma maneira de evitar que os componentes da água do mar quebrassem os anodos submersos.

Os pesquisadores descobriram que, se eles cobrem o ânodo com camadas ricas em cargas negativas, as camadas repelem o cloreto e reduzem a decomposição do metal subjacente.

(Fonte: Engenharia É)

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Produção de concreto sustentável tem obtido grandes avanços no Brasil

SENGE 2203

O cimento é responsável por 5% das emissões de gás carbônico (CO2) no mundo. Também é o segundo material mais consumido no planeta, perdendo apenas para a água. Apesar dos benefícios, sua presença em escala massiva na construção civil implica em elevados danos ambientais.

O professor Bruno Luís Damineli, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, em São Carlos, vem trabalhando em formas sustentáveis de concreto desde seu doutorado, realizado na Escola Politécnica (Poli) da USP, com estágio no Royal Institute of Technology (Suécia).

No doutorado, o pesquisador desenvolveu misturas de concreto com baixo teor de cimento. Isto é, criou composições mais brandas para o concreto – composto basicamente de água, cimento, areia e brita – sem comprometer seu desempenho. O pesquisador estudou como diminuir os vazios entre os agregados que vão na mistura. Quanto mais vazios entre eles, mais cimento precisa ser utilizado para preenchê-los. Da mesma forma, quanto menos vazios, menos cimento é necessário.

Utilizando duas técnicas diferentes (empacotamento e dispersão de partículas), Damineli diminuiu o vazio entre os agregados e reduziu em 75% a quantidade de cimento utilizada no concreto, quando comparado a concretos de boa qualidade produzidos no mercado.

“Nos testes de laboratório, esta redução fica bem alta, pois o controle sobre os testes e materiais utilizados é maior. Mesmo assim, na prática, pensamos que seja possível reduzir 50% sem diminuir a resistência do concreto”, afirma. Os resultados renderam ao cientista o 1º lugar no Starkast Betong, em 2012, além do Prêmio Tese Destaque USP 2015.

(Fonte: Engenharia é)

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Prefeitura de Juazeiro abre concurso público com mais de 7 mil vagas

SENGE 2103 01

A Prefeitura de Juazeiro do Norte abriu, nesta quarta-feira (20), concurso público com 7.304 vagas para preenchimento de quadros do município. Os salários variam entre R$ 998 e R$ 7 mil. Há vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Existem vagas, inclusive, para a área de Engenharia.

As inscrições podem ser feitas a partir do das 7h do dia 26 deste mês, no site da organizadora do certame. Elas seguirão abertas até às 23h do dia 25 de abril. As provas estão previstas para ocorrer no dia 26 de maio.

Das 7.304 vagas, 1.815 são para preenchimento imediato e 5.489 para cadastro de reserva.

Confira as vagas:

Nível Fundamental

-Auxiliar de Serviços Fúnebres

– Merendeira

– Motorista

– Cozinheiro

– Motorista de Veículos Escolares

– Operador de Máquinas Pesadas

Nível Médio

– Agente Administrativo

– Agente Municipal de Trânsito

– Auxiliar de apoio educacional

– Brailista

– Cuidadores

– Educador Social

– Fiscal de Obras

– Fiscal de Serviços Públicos

– Fotógrafo

– Guarda Civil Metropolitana

– Guia de Turismo

– Inspetor Sanitário

– Instrutor de Libras

– Interprete de Libras

–  Monitor de Atividades Esportivas

– Monitor de Atividades Infantis

– Monitor de Oficinas

– Motorista – CNH D

– Orientador Social

– Secretário Escolar

– Técnico Audiovisual

– Técnico de Farmácia

– Técnico de Luz e Som

– Técnico em Agricultura

– Técnico em Edificações

– Técnico em Enfermagem

– Técnico em Gesso

– Técnico em Radiologia

– Técnico em Saúde Bucal

– Técnico em Segurança do Trabalho

– Topógrafo

Nível Superior

– Analista Ambiental

– Analista de Gestão Pública

– Antropólogo

– Arquiteto e Urbanista

– Arquivista

– Assistente Social

– Auditor Fiscal

– Bibliotecário

– Contador

– Economista

– Educador de Trânsito

– Educador Físico

– Enfermeiro

– Infectologista

– Engenheiro Agrônomo

– Engenheiro Ambiental e Sanitarista

– Engenheiro Civil

– Engenheiro Elétrico

– Engenheiro Florestal

– Farmacêutico

– Fisioterapeuta

– Fonoaudiólogo

– Geografo

– Geólogo

– Historiador

– Jornalista

– Médico (diversas áreas)

– Médico Veterinário

– Museólogo

– Nutricionista

– Odontólogo

– Pedagogo (diversas áreas)

– Procurador

– Professor

– Psicólogo

– Sociólogo

– Tecnólogo de Alimentos

– Tecnólogo de Edificações

– Tecnólogo de Irrigação

– Tecnólogo em Recursos Humanos

– Terapeuta Ocupacional

– Turismólogo

(Fonte: Diário do Nordeste)

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Senge-CE destaca figura feminina no Dia Internacional da Mulher

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A linha do tempo das engenharias mostra que grandes mulheres já passaram por este ofício. Foram nomes que marcaram sobremaneira a profissão e o ofício do engenheiro. Por isso, é indiscutível prestar uma homenagem a todas as mulheres pelo seu dia.
 
Neste 8 de março, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará, mais que homenageia: ele reconhece a competência e a importância da figura feminina e do papel que ela desempenha. A entidade cearense lembra a história de todas as mulheres neste dia tão importante e significativo, e em especial das mulheres cearenses, que lutam diariamente para construir um sindicato mais ávido, forte e participativo, capaz agregar respeito e honra aos seus profissionais. 
 
Maria Helena Araújo
Presidente do Senge-CE
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Depois da seca, agora é a chuva que prejudica o rendimento da lavoura no País

LAVOURA CHUVA

Dos 167 hectares de soja plantados na propriedade da produtora Ana Maria de Araújo Santim, em Peabiru, região Centro-Oeste do Paraná, metade já foi colhida. O problema agora é conseguir colher os outros 50%. Isso porque a chuva insistente dos últimos 15 dias não tem dado trégua para as colheitadeiras. O medo de Ana é atrasar o plantio do milho safrinha, que vem na sequência. Apesar de ainda estar dentro da época do zoneamento de plantio, quanto mais tarde a semente for para a terra, maior a possibilidade de prejuízo.

“Cada dia de atraso no plantio do milho são 6 sacas por alqueire a menos que se colhe”, resume Ana, que também é engenheira agrônoma. Isso por causa da redução do fotoperíodo em que a planta ficará exposta nos próximos meses com a chegada do inverno, em que a luminosidade fica menor. Além disso, há o risco maior de as plantas serem atingidas pela geada quase na fase de colheita, até meados de julho. “Dependendo se não tiver muito barro e der umas duas horas de sol a gente já entra com a máquina. Agora não dá pra perder muito tempo”, diz.

Fora a soja e o milho safrinha – este ocupa 44 hectares da propriedade -, Ana também planta braquiária e aveia para poder fazer a rotação de culturas e melhorar as condições de fertilidade do solo, mantendo a umidade no período de seca. Assim como em outras regiões do estado, o Centro-Oeste também sofreu com a estiagem no final do ano passado e início de 2019. No entanto, na região de Peabiru, a falta de chuvas não atrapalhou muito, segundo a produtora.

Mesmo assim, a produtividade neste ano deve ser menor. Até agora a média foi de 58 sacas/hectares. No ano passado, que teve excesso de chuvas, foi de 66 sc/ha. Na safra 2016/2017, por sua vez, chegou a 70 sc/ha, informa Ana. Ela varia a colheita com 3 variedades de tipos superprecoces e médias. A expectativa é tirar produtividades maiores nos 50% que faltam da colheita, pois são justamente as áreas rotacionadas com braquiárias, em que as plantas estão com vigor melhor.

A estiagem que não afetou em cheio os produtores de Peabiru, como a Ana, foi mais severa em outras regiões do estado. De acordo com o presidente da Cooperativa Coamo, com sede em Campo Mourão, José Aroldo Gallassini, a estimativa de quebra de safra no âmbito dos 28,6 mil cooperados da Coamo é de 18,5%, incluindo o estado do Paraná (24,3 mil cooperados) e Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina, onde a cooperativa também atua, não houve perdas, segundo Gallassini.

“Os mais atingidos foram os produtores que apostaram na soja de ciclo precoce. Esse produtor quebrou até 40% da safra, que pegou em cheio a estiagem de dezembro do ano passado, que foi a mais forte. Teve um segundo veranico, entre janeiro e fevereiro, que pegou mais na região de Campo Mourão, mas foi mais fraco que o primeiro”, explica o presidente da Coamo.

Apesar de o preço da soja sempre poder mudar, em razão das inúmeras variáveis que influenciam o valor de mercado, Gallassini acredita que os valores devem se manter na normalidade ao longo do ano, mesmo com a China decidindo comprar a soja norte-americana que está estocada desde a safra anterior, o que fez os preços caírem um pouco. “Quando o preço da soja explodiu, em 2004 e 2005, os estoques mundiais eram baixos. Este ano eles estão cheios”, afirma. Além disso, a Argentina também deve se recuperar e colocar soja no mercado após ter quebrado a safra no ano anterior.

No ano passado, lembra Gallassini, o preço da saca estava a R$ 85 e hoje está a R$ 67,50. “O dólar alto ainda faz a soja compensar o investimento, mas não se sabe por quanto tempo ela ficará nesse preço. Se houver uma quebra da safra dos EUA, por exemplo, muda completamente o cenário”, diz.

 
Com informações do jornal Gazeta do Povo
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Seesp aciona autoridades em defesa dos engenheiros da Ford

FORD

Em reposta ao anúncio da americana Ford de fechar a fábrica localizada em São Bernardo do Campo (SP), feito no último dia 19/2, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de S.Paulo (Seesp) encaminhou cartas às autoridades responsáveis, sendo essas o prefeito da cidade, Orlando Morando, ao governador do Estado, João Dória, ao presidente da República, Jair Bolsonaro; e aos líderes da empresa, o CEO da Ford América do Sul, Lyle Watters, e o presidente executivo William Clay Ford Jr, alertando às consequências prementes causadas pelo encerramento das atividades.

No texto, o sindicato frisa que em torno de 25 mil trabalhadores – entre empregados diretos, terceirizados e aqueles que integram a cadeira produtiva do setor – perderão seus empregos. A preocupação do SEESP também se estende ao impacto econômico da região. Conforme estimativa da Prefeitura local, a redução anual da arrecadação será da ordem de R$ 18,5 milhões.

Com esta ação, o sindicato espera que as lideranças nacionais possam buscar, em diálogo com a empresa, uma melhor solução a fim de evitar as tragédias anunciadas. E como representante dos cerca de 800 engenheiros que atuam na fábrica da Ford, o SEESP coloca-se à disposição para contribuir na construção de uma alternativa que garanta a continuidade do funcionamento da empresa e a garantia dos empregos.

O Seesp também prestou solidariedade manifestando-se junto a luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, categoria igualmente afetada pelo desemprego imediato, e está acompanhando de perto por meio da delegacia sindical na região.

O governador do Estado de São Paulo, João Dória, anunciou, no último dia 21/2, a proposta de encontrar um comprador para o parque fabril. Na visão do Seesp, é necessário estabelecer um plano de funcionamento até que a solução se viabilize. Neste intervalo, é fundamental assegurar que seja mantida a produção na Ford e garantidos os empregos.

Comunicação Seesp

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Teodora Ximenes é eleita presidente do Senge-CE para o triênio 2019/2022

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Associados ao Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) elegeram a engenheira civil Teodora Ximenes como a nova presidente da entidade para o triênio 2019/2022. A engenheira Ângela Fechine é a vice. A votação ocorreu durante os dias 26 e 27 de fevereiro. A apuração ocorreu na sede do Senge-CE e o resultado só saiu perto da madrugada.

Na quarta, o processo se estendeu até às 19h e a contagem dos votos só teve início por volta das 20h30, após uma reunião com os membros da comissão eleitoral e fiscais e representantes das duas chapas no auditório do Senge-CE, levando mais de três horas para ser concluída. O resultado foi divulgado às 23h24 da noite.

Segundo a comissão eleitoral, foram contabilizados 459 votos, desde total, 455 foram considerados válidos. A Chapa 1, vencedora do pleito, teve 248 votos, enquanto a Chapa 2 teve 207 votos. Brancos e nulos somaram quatro votos. Uma urna itinerante foi colocada na sede da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) no dia 26, para atender profissionais do Idace, da Ematerce e da Adagri. 67 profissionais destes setores votaram através da urna.

Mobilização e participação da categoria

A forte mobilização das duas chapas garantiu um resultado expressivo de votos na eleição de 2019. Se comparado com o pleito de 2015, o número total de votantes traduz um percentual 200% maior. Naquele ano, quando a então presidente Maria Helena Araújo foi eleita, apenas 159 votos foram contabilizados, sendo 153 validados.

Helena Araújo destacou a importância da participação dos engenheiros no processo de escolha da nova diretoria para o triênio 2019/2022. “O sindicato é do associado, não é das diretorias, por isso os associados são importantes no processo. A eleição é um jogo de ideias e propostas em que o personagem principal é o dono do Senge, que são esses profissionais”, afirma.

Confirmado o resultado, a comissão da Chapa 1 comemorou a vitória. Teodora Ximenes cumprimentou Maria Zita Timbó e elogiou o desempenho da profissional. Ao final, Teodora agradeceu aos colegas pelo resultado da votação e lembrou de suas promessas de campanha e destacou o compromisso que terá com o Senge-CE, classificando o sindicato como uma importante entidade com 75 de história na engenharia do Estado.

“Nossa proposta é de desenvolver um grande trabalho em prol da engenharia no Ceará. Aqui nós temos desde o engenheiro até o arquiteto, então, vamos trabalhar para que todos tenham o mesmo benefício, nos pautando pelo princípio da igualdade e da competitividade, tornando o sindicato ainda mais forte e atuante”, afirmou Teodora Ximenes.

Pelo regimento interno do Senge-CE, a posse da nova diretoria eleita deve acontecer no dia 31 de março, data final da atual gestão, porem, o dia cai em um domingo, por isso a data da posse pode ser alterada pela presidência eleita. A solenidade deve acontecer na sede do Sindicato, na Rua Alegre, número um, na Praia de Iracema.

Quem é Teodora Ximenes?

Teodora Ximenes atua há mais de 40 anos no serviço público. Compôs a equipe que esteve a frente da luta pela primeira sede do Senge-CE. É funcionária de carreira da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). Já foi secretária das Regionais IV e V, Presidente da Empresa de limpeza Urbana de Fortaleza (EMLURB) e coordenadora de fiscalização dos licenciamentos ambientais da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), no governo de Lúcio Alcântara, e também foi chefe de gabinete no governo de Juraci Magalhães.

Como assessora e engenheira civil dos projetos especiais da Prefeitura de Fortaleza, aprovou programas com a finalidade de buscar recursos para o Hospital da Mulher, Cuca’s I, V e VI, além de praças na Capital e a urbanização e infraestrutura da Praia de Iracema.

Atuou também no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), onde exerceu por dois mandados a função de conselheira da entidade. Atualmente é conselheira titular na Câmara de Engenharia Civil. Em 2018, foi delegada do Senge-CE na eleição da Diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em São Paulo.

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Inovação na Construção Civil facilita a busca por Concreto Usinado no País

CONCRETO

O setor de engenharia civil é um dos mais atrasados no quesito tecnologia. No entanto, uma recente matéria publicada no HowStuffWorks mostrou que uma nova perspectiva vem surgindo para o segmento.

Especialistas afirmam que a engenharia civil está com 15 anos de atraso em relação ao avanço das tecnologias, mas ao que parece, há uma união em massa para mudar isso.

Se essa grande mudança está acontecendo pelo mundo, aqui no Brasil não poderia ser diferente. Segundo a ABStartups, o número de novos negócios aumentou mais de 53% de 2017 para 2018.

Dentre tantos novos negócios, um deles se destaca por forçar justamente em um nicho que precisa de muito desenvolvimento: O da engenharia civil.

Engenheiro inova ao criar plataforma com foco em Concreto Usinado

Nas últimas décadas, inovações na construção civil desempenharam um grande impacto mercadológico. Com influência da modernização de sistemas construtivos e novas ferramentas com acesso por dispositivos móveis, as tecnologias inovadoras mostraram-se auxiliares de profissionais que atuam no setor.

Estas novas soluções buscam a superação de desafios na construção civil, a fim da resolução de problemas que impactam o dia-dia do ramo. Assim, o processo de digitalização, permite a entrega de mais com maior eficiência.

Com base neste panorama, e aproveitando o momento de retomada do setor, surgem empresas como a ConcretoUsinado.com.br, quando o fundador Bruno Reganati, engenheiro de produção, especialista em marketing digital, une conhecimentos adquiridos ao longo se sua carreira em busca de inovação no mercado de engenharia civil, com uma simples proposta: criar uma solução para aumentar as vendas de concreto usinado para concreteiras por meio da internet. Assim, nasce o Portal Concreto Usinado.

A grande missão de Bruno com a criação da plataforma é proporcionar deforma rápida, um canal de comunicação direto entre empresas e o consumidor final, agilizando o recebimento de orçamentos, negociações, além da desburocratização do mapa de cotações. Assim, ao informar o local da obra e realizar um pedido de orçamento, o sistema automaticamente dispara a cotação para as concreteiras que atuam na região de necessidade, atuando dentro de um raio de no máximo 35km, de forma a respeitar a qualidade do concreto até seu tempo de descarga e as normas ABNT.

Oportunidade para todos

Bruno afirma que dentro de sua plataforma a ideia é conectar a todos, tornando o trabalho com concreto usinado uma via de mão dupla, além de beneficiar pequenos empreendedores, que sequer possuem presença na internet:

“Atualmente, pelo menos 80% das concreteiras do segmento são enquadradas como pequenas empresas. Poucas possuem presença digital do seu negócio. Um portal de nicho é uma oportunidade para que todos passem a receber demanda, com custo inferior ao da contratação de uma agência de marketing.”

Sem dúvidas, uma ótima opção para uma área carente em tecnologia. O que falta agora é a aceitação e a visão de profissionais do setor para acreditar que a ERA da internet fará a diferença na retomada da construção civil.

Fonte: Agência Terra

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