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Ataques contra obras de engenharia para o trânsito e pedestres no Ceará trazem prejuízos

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A série de ataques que sofre a cidade de Fortaleza e municípios do interior e Região Metropolitana voltou a ter como alvo obras de engenharia para o trânsito e o acesso de pedestres. O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) tem acompanhado o trabalho dos profissionais de reparo nas estruturas.

Os ataques começaram na última quinta-feira (3), quando uma bomba foi detonada contra um dos pilares de sustentação do viaduto que corta as BRs 020 e 222 em Caucaia. De acordo com o engenheiro civil do Senge-CE, Lawton Parente, com a detonação o viaduto chegou a ceder 14 cm. Engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) emitiram um laudo que interditou o acesso ao local.

“O pilar foi muito atingido, ao ponto de estar hoje condenado. O viaduto está escorado. Num segundo momento ele vai ter que ser macaquiado, com macacos hidráulicos que voltam o viaduto para sua posição inicial. Será feito um reparo, mas precisa ser analisado a estrutura, para saber ele aceita esse trabalho só no pilar ou se tem que ser no viaduto completo. Deve ser feita uma análise no tabuleiro da ponte, da sobrecarga que foi imposta às demais estruturas e a fundação, se não foi atingida pela explosão”, explica Lawton Parente.

Desde então, as ações voltaram a se repetir em outros locais do Estado. Na madrugada da última terça-feira (8), uma ação criminosa foi registrada sob a Ponte dos Tapebas, em Caucaia. Um artefato foi detonado sob a ponte, abrindo um buraco na estrutura. Já no último domingo (6) na ponte do Peixe Gordo, que fica em Tabuleiro do Norte, na região do Vale do Jaguaribe, uma bomba foi detonada sobre a estrutura da ponte. Em nenhuma dessas ações houve maiores danos.

Além de comprometer o trânsito de veículos, os atos de vandalismo também prejudicaram o fluxo de pedestres. Na última sexta a passarela de pedestres do Bairro Messejana, que fica na BR-116, foi incendiada. Lawton e analisa que, a exemplo do que precisou ser feito no viaduto de Caucaia, as ações causam prejuízo e transtornos.

“O trafego do veículo no momento é intenso e está causando um transtorno grande. Todos os veículos precisa pegar as alças do viaduto para continuar o trajeto, com isso o transito ficou complicado, e isso afeta muito a logística do transito”, disse.

Assessoria de comunicação

O Autor Assessoria de comunicação

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